Prezados amigos.
Em abril de 2005 fui acometido
por uma cegueira total no olho esquerdo, causada por derrame de sangue.
Verificada a pressão sanguínea estava a 19/ 11.
Um cardiologista do Einstein
(Doutor Roderick) recomendou na emergência a tomar diurético
e Adalat em dose dupla para fazer baixar a pressão de imediato.
O oculista disse que não havia nada a fazer senão esperar,
possivelmente por 6 meses, para depois verificar o que fazer. Consultado
o cardiologista do Sabin (Climed-Atibaia), foi feito o eletrocardiograma,
exames de sangue e chapa do tórax.
Verificados os resultados, alem
da pressão alta, havia para serem considerados: a artéria
aorta sinuosa as taxas elevadas de colesterol, triglicérides e ácido
úrico. Passei a tomar Betalor (vasodilatador) e Hidrion (diurético).
Com o olho direito ainda bom, li um artigo no jornal divulgado na Internet,
Ambiente Brasil, um artigo a respeito das propriedades antiinflamatórias
do azeite de oliveira. Lendo a respeito de azeite, associei com a idéia
de alho. Procurei dados a respeito das propriedades do alho e verifiquei
a existência da Alicina que, favorece a circulação
impedindo trombos e a existência de outras substâncias, algumas
contendo enxofre na molécula e mais outras que apresentariam ação
antivirótica e antibacteriana alem de agir sobre determinados tipos
de câncer.
Como não há
dados a respeito de dosagem, resolvi experimentar e verificar qual a dosagem
por dentes de alho cru que mostraria algum efeito fisiológico evidente.
Ultrapassando a dose de um dente de alho cru por 20 quilos de peso corpóreo,
verifiquei uma sensação de afogueamento e calor evidenciando
vaso dilatação juntamente com uma sensação
estranha. Reduzida a dose para um dente de alho para cada 20 quilos de
peso, torna-se bem suportável, principalmente se o alho, sendo esmagado
e cru, for deixado no azeite extravirgem de primeira espremedura a frio
(uma a duas colheres de sopa) por um prazo mínimo de 30 minutos.
Pode-se colocar a mistura no alimento habitual, sendo que passei a apreciar,
vertendo uns caldos quentes, ferventes, mas não fervendo, sobre
a mistura a ser tomada como sopa com pão integral. O tratamento
é feito à noite, pois sobrevém uma sonolência
e depois sono profundo e reparador de noite inteira. Esse tratamento foi
feito direto por 4 meses, pois alem de desaparecerem as dores de articulações,
eu esperava que se limpassem as artérias devido a presença
dos ácidos graxos insaturados do azeite. Depois descanso uma semana
ou menos cada mês.
Resultados: O alívio de
dores articulares foi progressivo, sendo evidente em 30 dias. O sangue
pisado foi clareando e em dois meses já enxergava sem nitidez, mas
em três meses havia nitidez e em quatro meses transparência
cristalina. Animado com os resultados continuei firme. Completados dez
meses, voltei ao cardiologista do Sabin. Novamente os exames e : Radiografia
de Tórax- Tudo limpo e normal. Aorta normal. Exame de sangue: ácido
úrico baixou, colesterol baixou, triglicérides baixou. Eletrocardiógrafo:
tudo normal com ligeiro bloqueio no ramo direito do Feixe de Hiss que me
acompanha desde moço. Continuo com Betalor e Hidrion. Note-se: As
berrugas caíram. Não tenho gripes nem resfriados nem infecções
desde que iniciei esse hábito alimentar.
Bom dia para vocês.
Fraternalmente,
Alberto Barbosa Pinto Dias.
Alberto Barbosa
Pinto Dias
Professor Secundário Efetivo
por Concurso (Ciências e Biologia).
Professor Catedrático de
Fisiologia Humana na Fac. Estadual de São José do Rio Preto,
de 1956 a 1961 (UNESP).
Professor responsável por
Fisiologia Humana e Geral na Faculdade Estadual de Rio Claro, de 1961 a
1963 (UNESP).
Professor por Concurso no Colégio
de Aplicação da USP de 1963 a 1966.
Professor de Biologia e Bioquímica
do Colégio Rio Branco, SP, de 1964 a 1978
Técnico em Aplicação
de Relaxamentos, desde 1975.
Diretor do Silva Mind Control Ind.
Inc., no Brasil de 1982 até 1994.
Atuando em Atibaia/SP desde 1998
com cursos de Desenvolvimento Mental e Psíquico.
Atualmente, como colaborador do
Jornal Alternativas.
Fone: (11) 4415.1613
contato: E-mail: diasmind@uol.com.br

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