Nascer... Morrer... Renascer...
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A natureza nos ensina
a realidade, a necessidade e a força do movimento cíclico.
Todos os fenômenos respondem às leis cíclicas, ao movimento
dinâmico.
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O inverno deve terminar para que a primavera aconteça. Depois chegará
o verão e quando ele se for, o outono tomará seu lugar. Aí
começa tudo novamente... Para que o dia possa nascer, a noite
deve morrer. Sempre renovar é a lei da natureza.
Toda esta sequência cíclica é imprescindível à vida. A vida não é estática, ela é dinâmica, ela exige movimento para continuar existindo. Seres humanos que somos, vestidos pelos quatro elementos da matéria, também temos, dentro de nós, a força do movimento cíclico. |
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Meu avô
materno, um homem extraordinário, tinha como seu lema de vida e
seu “carimbo”pessoal, a seguinte frase: “Nascer, morrer, renascer
ainda e progredir sempre, tal é a lei”.
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Os ciclos
existem e se repetem incansavelmente: começo, meio, fim, recomeço...
O importante é que, entre um começo e outro, tenhamos ampliado
nossa consciência, nosso conhecimento, que tenhamos “progredido”
como individualidades.
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Muitas vezes, por medo ou simplesmente
por acomodação, tentamos “esticar” o tempo de um determinado
ciclo de nossa vida. Nos apegamos a ele porque já é conhecido
e, portanto, nos parece seguro e estável.
E o que é esta suposta segurança e estabilidade que perseguimos desesperadamente? O antigo é conhecido, já foi estudado, testado e aprovado. Não oferece o risco do imprevisto, do inesperado. Não há perigo de errar. Já está pronto!... Não exige esforço. É estável. |
| As mudanças nos assustam
porque envolvem situações para as quais não temos
respostas prontas. O novo demanda esforço pessoal de compreensão,
aprendizado e descoberta da resposta adequada. Exige, sobretudo, a responsabilidade
necessária para tomar atitudes que serão julgadas e avaliadas,
sem a garantia da aprovação.
Aqui surge o fato mais difícil de encarar: a sua resposta pode não ser a melhor, a perfeita, a “esperada” pela sociedade. Aparece, então, o segundo “fantasma”: o medo de enfrentar o terrível sentimento de avaliação e possível rejeição. |
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O caminho
mais fácil e tranqüilo é o “conhecido”, o já
testado, experimentado e aprovado.
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Ao tentar
algo novo, você não tem nenhuma garantia de sucesso.
“VOCÊ PODE ERRAR!” Todos nós temos uma dificuldade imensa em aceitar que somos passíveis de erro. Estamos perseguindo sempre o grande ideal de estarmos certos em tudo que fazemos ou dizemos, e por este ideal fazemos loucuras, discutimos, brigamos e até perdemos pessoas que amamos apenas pela necessidade de “estarmos com a razão”. |
Vale a
pena avaliar cuidadosamente o que esta disputa acirrada trouxe de útil
e proveitoso para sua vida.
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É possível que todo esse medo de errar tenha começado
há muito tempo, com Adão e Eva. A desobediência deles,
o terrível pecado de ter comido a maçã proibida, fez
com que fossem rejeitados, expulsos do paraiso. Se não fosse o erro
cometido por nossos queridos ancestrais, estaríamos todos vivendo
tranqüilamente sem doenças e sem trabalho. Estaríamos
todos vivendo nas graças de Deus e “de graça”.
Se não fosse por este primeiro erro, seríamos todos “chupins divinos”, vivendo do que não conquistamos, num ócio eterno. |
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Talvez o mais
importante da existência do ciclo seja a possibilidade que nos é
dada de sempre recomeçar.
Saber que podemos recomeçar nos dá a ousadia de tentar algo novo, o que envolve a possibilidade do “errar”. Negar ou tentar impedir um ciclo de atingir seu final, significa desejar a estagnação, o ócio do paraiso. Pare um instante e olhe para sua vida, situações e pessoas que circundam você. Elas ainda pertencem a sua história pessoal ou você as mantém por medo? Se a primeira hipótese for a verdadeira, perfeito. Porém, se a segunda for a real, se você está insistindo num ciclo que deveria estar teminado. Cuidado, você pode estar impedindo que algo novo se manifeste em sua vida. |
Se você tem medo de perder, não tema, porque somos parte da natureza, onde nada se perde realmente, apenas se transforma.
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Saudações mágickas....
Zelinda Orlandi Hypolito
Zelinda Orlandi HypolitoNo Imagick é: Pontifex Solaris do Imagicklan, a Irmandade das Estrelas; Vice-Presidente do Instituto de Pesquisas Psíquicas Imagick; Coordenadora das atividades da Cidade das Estrelas; Criadora de todos os cursos regulares promovidos por esta entidade. Celular: (011) 9623.2802 Email :Zelinda Orlandi Hypolito |
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