Instituto de Pesquisas Psíquicas Imagick
Cerimônia Mágicka
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da Lua CheiaTodo o magnetismo da Lua preenchendo sua vida
com o brilho, o esplendor e a abundância cósmica...
O objetivo desta vivência é dar a você condições
de manifestar em sua vida tudo aquilo que quer fazer amadurecer, colher, iluminar, aparecer, brilhar, reduzir, finalizar com sucesso...
Acompanha:
Dois CDs e uma apostila de suporte teóricko/práticko.
(com vivências, exercícios psíquickos e explicações teóricas),
. Capa da apostila de suporte que acompanham a vivência . ![]()
Preço da Vivência: R$ 45,00
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Um dos Capítulos
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da Apostila de Suporte
A Influência Lunar Entre os povos antigos, o Sol e a Lua eram adorados como deuses, já que eram fontes supremas da energia que fluía para a terra. O período da Lua Nova era sagrado, pois o Deus Sol e a Deusa Lua eram um só. Envolvida pela luz do Sol, a Lua ficava carregada de seu poder vital. Na medida em que a Lua crescia, ela gradualmente refletia e distribuía a luz do Sol para a terra, marcando o período fértil e destinado ao crescimento.
Na fase Cheia, a Lua se tornava igual ao Sol, liberando para a terra a sua força total de transmissão do poder do “astro-rei”. Então, como que exausto de tanta atividade, ela começava a minguar. Na terra, a vitalidade decaía, esperando a renovação da fertilidade quando os dois deuses estivessem unidos outra vez.
Os antigos a chamavam a Lua de Selene, Ártemis, Cíntia, Luna e em diferentes civilizações, muitos outros nomes ela recebeu. Lua de Plantar, Lua de Colher, Lua da Flor, Lua do Morango, Lua do Caçador, Lua do Milho, Lua da Neve, Lua Gelada, Lua de Mel, Lua Azul! Deusa da Noite, os homens a adoraram e temeram desde a pré-história.
Ela já foi inatingível, remota, terra dos poetas, dos boêmios, dos apaixonados sem amor, dos solitários astrônomos, dos sonhadores e dos casais enamorados. Foi cantada em verso e prosa, e verdadeiros hinos eruditos e populares foram compostos em sua homenagem.
Mesmo após o homem a haver conquistado ela ainda nos encanta e seduz!
Lua, o único satélite natural da Terra, é o quinto satélite em tamanho, mais de dois-terços do tamanho de Mercúrio, e mais de três vezes maior do que o maior dos asteróides. Tem, de fato, um quarto do tamanho da Terra, com um diâmetro de 3476 km.
Como a Lua está relativamente próxima, podemos medir sua distância por meios geométricos. A distância média é de 384 403 km.
Após o Sol, a Lua cheia é o objeto mais brilhante do céu. Entretanto, sua superfície não é lisa e sua cor cinza-marrom reflete pouca luz. De fato, a lua é um dos mais pobres refletores do sistema solar. A quantidade de luz refletida por um corpo é chamada de albedo (Latim: albus, branco).
A Lua reflete somente 7% da luz do Sol que incide sobre ela, de modo que seu albedo é 0.07.
Quando olhamos para a Lua vemos com alguma freqüência que aquela está iluminada. Umas vezes parcialmente, outras na totalidade e outras ainda que parece que não se vê. Essa luz não é mais que a luz solar refletida na Lua que, vista da Terra, dá diversos aspectos ao nosso satélite.
Designam-se por fases estas aparências e correspondem a posições da Lua no espaço em relação à Terra e ao Sol. Na fase de Lua Cheia a Lua, vista da Terra, está totalmente brilhante por se encontrar do lado oposto do Sol refletindo na totalidade da sua face a luz solar. Quando está na fase de Lua Nova a Lua não está visível pois está do lado do Sol e por isso não é possível ver da Terra qualquer reflexão dos raios solares.
As pessoas muitas vezes se referem ao “lado escuro da Lua”, mas não existe lado escuro da Lua. O Sol ilumina todos os lados da Lua enquanto ela gira. Entretanto, existe um “lado distante da Lua” que nunca é visto aqui da Terra. Com o passar das eras, as forças gravitacionais da Terra reduziram a rotação da Lua sobre seu eixo até que o período rotacional fosse exatamente igual ao período de sua órbita em torno da Terra.
Durante milênios a lua cheia foi venerada por grupos de homens e mulheres, que se reuniam em bosques, no alto das montanhas ou na beira d córregos e lagoas, como a manifestação visível do princípio cósmico feminino, na forma das deusas lunares. Quando surgiram as religiões patriarcais, houve uma divisão na vida religiosa familiar. Os homens passaram a reverenciar os deuses – solares e guerreiros -, enquanto que as mulheres continuavam se reunindo para celebrar a lua cheia e honrar a Grande Mãe, nos grandes Esbats. Porém, a cristianização forçada dos povos e as perseguições dos “caçadores de bruxas” durante os oito séculos de Inquisição, anularam o poder feminino, roubaram das mulheres todos os seus direitos, e assim, procuraram erradicar a “adoração pagã da Lua”, então considerados orgias de bruxas, feiticeiros e manifestações do demônio.
A palavra Esbat deriva do verbo esbattre, em francês arcaico, significando “alegrar-se”, pois essas celebrações proporcionavam, além dos trabalhos mágicos, uma atmosfera jovial.
Durante os Esbats, reverencia-se a força vital criativa, geradora e sustentadora do universo, manifestada como a Grande Mãe.
A noite de lua cheia ou o plenilúnio, é o auge do poder da Deusa, sendo o momento adequado para rituais de cura e trabalhos mágicos. Usavam altares com os símbolos da Deusa e acrescentavam os elementos específicos da lunação. Além dos rituais, havia cantos, danças, contava-se histórias e faziam meditações. No final, comemoravam repartindo pão ou bolo e bebendo-se vinho, suco ou chá, brindando à Lua e ofertando um pouco à natureza em sinal de gratidão à Mãe Terra. O pão sempre simbolizou o alimento tirado da terra, enquanto que o vinho favorecia a atmosfera de alegria e descontração.Atualmente, as Luas Cheias são comemoradas não somente por grupos wiccanianos (os covens), mas também por grupos independentes ou pelos “solitários”. Cada um segundo a sua crença.
No Xamanismo, por exemplo, a Lua Cheia é símbolo de fertilidade, poder, sensualidade, representando o sentimento feminino, mostrando como lidar com as emoções e ajudando a trazer lembranças sobre vidas passadas. É uma das energias preferidas para a realização de cultos mágicos e podem proporcionar sonhos muito importantes.
Os budistas acreditam que um dos principais ciclos de energia coincide com as fases da Lua, alcançando seu pico, sua maré alta, durante a Lua Cheia. Portanto, para eles, este é o tempo em que a canalização da energia, através da meditação grupal, pode ser extremamente eficaz. Hoje, no mundo todo, centenas de grupos budistas se reúnem mensalmente para meditar por ocasião da Lua Cheia.
A astrologia acredita, por observação direta, que a Lua Cheia afeta nossos sentimentos, influenciando de forma marcante a nossa conduta durante o desenrolar do nosso cotidiano.
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