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Para a maioria das pessoas, Morgan Le Fay era bruxa conjuradora que
provocou a queda do reino de Arthur, e contraparte bonita e altamente perigosa
de Merlin, o mágico.
Esta imagem era largamente divulgada por monges cristãos no 13º século, período muito influenciado pelas lendas e histórias da literatura Arturiana, que era toda cheia de alegorias religiosas. |
Porém, no pasado, Morgana é descrita como sendo a Grande Rainha Goddess, a ilha mágica de Avalon, notável pelos seus poderes curativos, pelo conhecimento de cura, plantas e pela sua visão profética.
Ela era a líder das Nove Mulheres Santas que curaram as feridas de Arthur depois da desastrosabatalha de Camlann, que destruiu o seu reino.
Infelizmente para Morgan, o cristianismo acreditou que era blasfemia atribuir poderes curativos para uma fêmea que, ainda por cima, não era membro de uma ordem religiosa critã. Esta fato (capacidade de cura) dá poder e passa a minar a autoridade do sacerdócio e a igreja. Assim, no semi-pagão deles/delas literatura, os escriturários cristãos se dedicaram em enegrecer o nome dela.
Devemos ter em mente que estes eram tempos quando muitos cristãos acreditavam que as mulheres não possuíram uma alma!
Levando em conta isto, é mais justo imaginar Morgan Le Fay como uma enevolente meia-fada, com fortes poderes de cura, que tem suas origens fixadas num mundo muito antigo. Uma terra de deusas pagãs e espíritos.
Caso contrário,
nós podemos estar prestando um desserviço a este povo pre-cristão,
cujas convicções espirituais eram tão importante para
eles, como as atuais são para nós, homens de um novo século.
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