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É, certamente, um dos mais famosos psiquiatras que a história
humana registrou.
No começo de sua carreira foi um fiel díscipulo Freud, de quem posteriormente divergiu, fundando uma nova escola psicológica, onde introduziu o velho conceito esotérico de inconsciente coletivo (akasha: local onde está todo o conhecimento da humanidade, onde se localizam os arquétipos herdados nos quais se reflete a evolução espiritual e social da humanidade). Dedicou a sua vida à exploração da mente, efetuando, neste sentido, inúmeras pesquisas metapsíquicas, sem temer as opiniões ortodoxas e preconceituosas de seus colegas. |
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Como base de seu doutoramento usou conceitos que adquiriu durante sessões mediúnicas que organizou entre 1899 e 1900 (ele voltou ao tema, anos mais tarde, 1919, publicando um livro onde dá uma visão psicológica para os fenomenos espíritas e ocultistas).
Em 1920, utilizando os famosos mediuns R. Schneider e O. Schel, realizou experiências, controladas cientificamente, sobre fenômenos de telekinésia e ectoplasmia.
Porém, até então, todas as suas pesquisas tinham como objetivo encontrar explicações psicológicas para os fenômenos que observava. Mas, foram elas mesmas, auxiliadas pelo rigor com que as realizava e a sua mente sempre aberta para os fatos, que o levaram a perder o natural ceticismo científico pelos fenômenos "ocultos" e a considerar que havia "algo mais" envolvido em tido aquilo.
Foi assim que desenvolveu o princípio da sincronicidade, pois, acompanhando o pensamento esotérico, achou que num mundo como o nosso, regido por leis invioláveis, não há lugar para casualidades.
Jung aceitou e aderiu totalmente ao pensamento místico. Ele mandou construir, em Bollingen, uma alta torre, para expressar em pedra o ideal de seu sistema psicológico e para onde sistematicamente se retirava, com o intúito de realizar rituais mágicos. Nas paredes internas desta torre estavam gravadas madalas e símbolos esotéricos, bem como frases alquímicas e gnósticas.
Em 1925 publicou um livro chamado "VII Sermones ad Mortuos". Os especialistas acham que trata-se de uma obra escrita automaticamente segundo um ditado de um arquétipo ou mestre que ele chamou de Filemon.
Jung escreveu as introduções das traduções dos mais famosos livros esotéricos orientais: "I Ching", "Livro dos Mortos do Tibet", "O Livro da Grande Mudança"...
Sua presença e obra é fundamental para dar força e respaldo a todo estudo atual (e que se considera sério) sobre assuntos que tratam dos sentidos supra-humanos, dos fenômenos "ocultistas" e das pesquisas sobre tudo aquilo que é chamado vulgarmente de esoterismo (falta um nome melhor).
O IMAGICK recomenda
que você leia o livro "Memórias, Sonhos e Reflexões".
Trata-se de uma compilação de conversas que o mestre teve
com sua discípula Aniela Jaffé e onde ele conta as suas pesquisas,
a sua luta, a razão básica de sua vida...
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SUGESTÕES MÁGICKAS as fitas que alteram comportamento sem que você tenha que fazer o menor esforço. Clicke na foto ao lado para obter maiores informações. |
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