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Palestrante motivacional,
Pioneira da chamada onda
É também autor de livros de diversos auto-ajuda, incluindo um dos mais vendidos: Vcê Pode Curar a Si Mesmo |
| Depois de 60 anos, a maioria das
pessoas começa a descansar e isso é considerado totalmente
normal, pois se iniciam ali os anos de repouso. Mas em Santa Monica, na
região de Los Angeles, mora e trabalha uma mulher que faz justamente
o contrário. Depois de chegar aos 60 anos, ela fundou uma organização
única no mundo, em termos de quantidade de livros vendidos e dedicação
dos seus assessores.
Louise Hay se tornou famosíssima em todo seu pais admirada, venerada, idolatrada por milhões , a quem a vê na tela de TV pensa que está observando uma estrela de cinema, pois ninguém acha possível que se trate de uma pessoa com mais de 60 anos. Mas quando ela começa a falar,
trata se de uma coisa totalmente diferente. E a admiração
que recebe não vem em primeiro lugar por sua beleza a seu charme:
Louise Hay é uma das grandes curadoras destes tempos.
Louise teve uma infância simplesmente horripilante, terrível. Os pais se separaram quando ela era ainda bebê; a mãe casou se de novo com um homem violento; Louise foi violentada por um vizinho e vivia uma vida de pobreza, brutalidade a medo. Claro que naquela atmosfera a pequena Louise não foi capaz de desenvolver seu amor-próprio, e essa falha continuou a existir durante dezenas de anos, mesmo quando ela já se tornara uma ‘top model’ famosíssima, trabalhando para os grandes costureiros nova iorquinos. Sua vida começou a mudar quando conheceu a Church of Religious Sciences ("Igreja das Ciências Religiosas'), uma igreja que se ocupa principalmente com o tema da cura. Ali, Louise se tornou logo muito ativa; estudava intensivamente o esoterismo, métodos de cura e religião, e começou a ser procurada como conselheira. O que ocorreu então é, até hoje, bem típico de Louise, ela tem o dom de transformar idéias em ações concretas. E aí, de repente, recebeu
de seu médico a seguinte informação: "Você tem
câncer. É incurável...
Mas Louise não queria aceitar
a condenação de morte. Nem queria ser operada. Em vez disso,
ela começou a pesquisar todos os métodos de cura de câncer
alternativos possíveis e usava o que considerava ter relação
com seu caso. Ela mudou radicalmente seu regime alimentar e fez varias
outras coisas. Assumiu em 100% a responsabilidade por sua doença
e a própria cura o que também significava
que ela deveria se livrar dos padrões mentais que haviam causado
a doença. Em seu livro ‘You Can Ideal Your Life’ ("Yocé Pode
Curar Sua Vida "), ela declara:
Assim, ela foi capaz de perdoar
seus pais e finalmente desenvolver o seu amor-próprio. Ela aconselha
até hoje um exercício que a ajudou muito durante os meses
de tratamento: "Coloquei me em frente de um espelho, dizendo coisas
como: `Louise, eu te amo, te amo de todo coração'. "
Para Louise Hay, são estes os pontos mais importantes para quem deseja adquirir saúde mental, emocional, física: perdoar e amar a si próprio. (O psiquiatra Gerald Jampolski, que trabalha com crianças gravemente doentes em seu "Center for Attitudinal Healing", clínica perto de São Francisco, tem as mesmas idéias de Louise. ) Meio ano após ter diagnosticado em Louise o tumor maligno, o médico não conseguiu encontrar mais nada da doença. O câncer havia desaparecido uma vitória praticamente inacreditável do espírito sobre a matéria. Depois daquela experiência, Louise Hay voltou de Nova York para Los Angeles, onde se criara. E ali começou sua fantástica carreira, no início dos anos 80. Seus livros e videocassetes são todos best sellers e se alastraram pelo mundo inteiro. Seus workshops de fins de semana têm quase sempre mais de mil participantes, e todas as quintas feiras cerca de 800 pessoas se reúnem em seu grupo de Aids em Los Angeles. Quando ela é convidada para aparecer na TV, a audiência do programa aumenta consideravelmente. Pode se criticar a tendência
americana de comercializar até o espiritual, como também
existem pessoas que acham que o trabalho de Louise Hay é pouco "científico"
e "intelectual". Mas sem dúvida alguma ela soube curar milhões
de pessoas ou, pelo menos, levá las à paz interior. E até
pessoas sãs podem aprender muito com essa mulher amorosa, experiente,
talentosa e tolerante.
O que você considera mais
importante para transmitir através de seu trabalho?
Você acha então que
a causa mais profunda de todas as doenças é que as pessoas
se valorizam pouco, não têm amor próprio?
Mesmo assim, muitos mestres espirituais
morrem de doenças horrorosas . . .
Em seu livro ‘You Can Heal Your
Five’, você usa vários elementos diferentes das mais variadas
fontes: do "Coursé in Miracles", do "Silva Mind Control" e determinados
métodos de trabalhar o corpo...
Então você não
quer ser uma mestra?
De onde você julga que surgiu
seu inacreditável sucesso?
“Infelizmente, porém,
foi a Aids que me fez ficar famosa. Fui a primeira que falou algo positivo
sobre a doença. Era naquela época inicial, quando todos estavam
em pânico e declaravam: ‘Todos nós vamos morrer disso.’ Eu
disse: ‘Não acredito. Nos tempos antigos, durante aquelas epidemias
devastadoras, nem todos morreram. Por isso, temos de achar um caminho,
uma solução positiva.’ E já que então eu era
a única que dizia isso, as pessoas começaram a me procurar.”
De que modo você trabalha
com aidéticos?
Também chegam a você
e a fundações, suas pessoas que morrerão em breve
e que estão conscientes deste fato?
É também esse o ponto
essencial no trabalho de Jerry Jampolski?
“Quero lhe dar um exemplo muito extremo: uma criança é infectada pela Aids, através da transfusão ou porque sua mãe tem Aids não importa a maneira. Como cabe isso em sua declaração: "Nós causamos nossas próprias doenças"? E o que essa criança ou esses pais podem fazer?” “Crianças pequenas muitas vezes ficam doentes numa tentativa de ajudar a curar sua família - o que não funciona sempre, mas pelo menos e uma tentativa. E se os pais trabalham para melhorar o relacionamento entre os dois, isso tem uma influência positiva sobre a criança e sua saúde. Quando uma criança nasce com uma doença, nós falamos que é cármico. Faz parte da tarefa dela nesta vida.” Você também diz: "Cada
pessoa tem a energia do espírito para poder usá la do modo
que quiser. Cada um cria as condições em que vive." Você
não acredita que existem situações na vida onde é
melhor não se utilizar da energia espiritual? Não criar determinadas
condições mas simplesmente confiar em forças mais
elevadas?
“Como muitos psicólogos a mestres espirituais, você também diz que muitos de nós, mesmo depois de adultos, ainda sofremos das coisas negativas que vivemos quando crianças. E que o mais importante é tentar descobrir (para se curar) por que os nossos pais nos fizeram sofrer tanto e perdoá los”. O que você aconselha ás
pessoas que não conseguem perdoar?
“Neste momento está acontecendo uma coisa muito maravilhosa aqui na Califórnia: a Justiça delibera sobre uma lei que manda trabalhar com prisioneiros de modo terapêutico, trabalhar em seu amor próprio. Muitas pessoas são contra, é claro. Eles dizem: "É dinheiro jogado fora". Mas, em todo caso, está se pensando no assunto. Algo está acontecendo. E se não acontece agora, mas daqui a alguns anos, será uma parte do processo coletivo de cura”. “Não podemos simplesmente
punir as pessoas. Devemos dar lhes a possibilidade de mudar. E se déssemos
esse tipo de informação para crianças que muitas vezes
não ouvem nada semelhante dentro de casa... aí já
começa o processo que possibilita ás pessoas adquirirem amor
próprio”.
Mas como fazer isso nas escolas?
E você está fazendo
isso?
Decerto há, entre seus leitores
ou participantes dos seus grupos, muitos que dizem: "Sim, vou tentar perdoar
porque é bom para mim a para minha saúde”...
Você diz que depois do processo
de perdoar, a pessoa consegue realmente melhorar sua auto imagem. Em seu
livro, você dá alguns exercícios iniciais. E, entre
outras coisas o que me impressionou pessoalmente muito, menciona que em
todos nós vive uma criança de três anos que quer ser
amada, consolada, elogiada e compreendida. Não quer falar
mais á esse respeito?
"Quando as coisas em nossa primeira infância não andam bem, pensamos muitas vezes que é nossa própria culpa. E assim, nos agredimos a nós mesmos. Não apenas atacamos os outros, mas também nós mesmos. E vários de nós ainda ocultamos interiormente aquela criança medrosa, e continuamos a xingá la. Muitas pessoas acordam de manhã a começam a xingar a si mesmas. E ainda se perguntam por que tudo está indo tão mal.” “Outra coisa que eu pessoalmente acho ótima nesses casos é olhar se no espelho a pensar ou dizer alguma coisa boa.” “É, tais exercícios
aceleram o processo realmente. Também pode ajudar a consulta a um
terapeuta. Quando ainda dava consultas individuais, eu me sentava ao lado
do cliente, no chão, em frente do espelho. E não importavam
os acontecimentos, eu estava ao seu lado. Porque no começo podem
surgir emoções muito fortes, explosões mesmo!”
Você também escreve:
"Não se critica nunca." Se criticar não pode ser bastante
saudável e útil no processo de cura?
Na contracapa de seu livro You Can
Heal Your Life consta que você é uma personalidade internacionalmente
conhecida no campo da Nova Era. O que, para você, quer dizer "New
Age"?
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