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Por: Luis
Santos
No século XIV a.C., na XVIII
Dinastia, no reinado do Faraó Akhenaton, anteriormente conhecido
por Amenhotep IV (Amenóphis IV, em grego), o primeiro monoteísmo
da história foi implantado no Egito, o culto a Aton (Disco Solar),
para, depois de cumprir com seu propósito, poucos anos mais tarde
desaparecer nas névoas do tempo.
Akhenaton, o Faraó que foi
um verdadeiro Príncipe da Paz, deixou-nos um importante legado espiritual,
plenamente válido e precioso para a Humanidade no século
XXI, que já enfrenta sérios problemas de ordem planetária.
Talvez os seus ensinamentos possibilitem aos seres humanos o resgate das
suas Raízes Solares, espirituais e físicas, auxiliando cada
um de nós a encontrar o seu verdadeiro lugar no Universo, objetivo
principal de nossa existência neste planeta.
E este é um personagem que
merece um esforço maior de nossa parte no sentido de estudarmos
com mais profundidade quem "realmente" foi o Faraó Akhenaton/Amenhotep
IV. Seja curioso (a) e pesquise a respeito... Akhenaton criou um hino dedicado
ao único deus em que ele acreditava, chamado de
O Hino a Aton: Tu és belíssimo sobre
o horizonte, Ó radioso Aton, fonte de Vida!
Akhenaton declarou-se seu único
sacerdote e profeta, escrevendo um hino no qual proclamava a grandeza do
Sol como criador de todas as coisas, e a igualdade entre todos os homens.
A semelhança desse hino com o Salmo 104, do Antigo Testamento, faz
pensar que ambas as religiõescompartilharam as suas idéias
em um momento sincrético.
O Hino a Aton foi encontrado escrito nas paredes de vários túmulos de funcionários de Akhenaton, na nova capital fundada pelo faraó na atual Tell el-Amarna, antiga Akhetaton. A cópia mais completa foi descoberta no túmulo de Ay, funcionário de Akhenaton e sucessor de Tutankhamon como rei. Assim como o disco solar, o templo dedicado a Aton era aberto, com um grande pátio onde recebia os raios solares. A fundação de Brasília,
em data de 21 de abril de 1960, não significou apenas a construção
de mais uma cidade planejada.
Todo o projeto do plano-piloto continha um significado profundamente místico e cuja origem era claramente egípcia. O Presidente Juscelino Kubitschek é considerado como um “faraó do século XX”, que projetou seu sonho grandioso na construção de Brasília. Para alguns místicos, ele seria a reencarnação do próprio Faraó Akhenaton... Quanto à hipotética
reencarnação, o mais correto seria imaginarmos que Juscelino
Kubitschek foi “impregnado” pela atmosfera mística de Akhetaton.
Isso, anos mais tarde, foi determinante para a fundação de
Brasília.
Inegável que Brasília é, portanto, uma nova Akhetaton, a cidade sagrada de Aton, o deus Sol. A “Cidade do ( significado do nome Akhetaton) Horizonte de Aton”, ou seja, do nascer e pôr-do-sol, do Deus vivo e presente na vida de todas as pessoas. Tell el-Amarna é o nome atual
em árabe de uma localidade que funcionou como capital do Antigo
Egito durante o reinado do faraó Akhenaton (também conhecido
como Amenhotep IV ou Amenófis IV), sendo então designada
como Akhetaton ("O Horizonte de Aton"). Está situada na margem oriental
(Leste) do rio Nilo na província egípcia de Al Minya, a cerca
de 312 quilómetros a sul da cidade do Cairo.
Akhetaton/Tell el Amarna voltada para o Leste (exatamente como Brasilia), onde surge o Sol e com traçado semelhante ao de Brasilia (desenho sobreposto em vermelho), sendo as asas abertas de um pássaro, o maior símbolo para a Alma humana, a Fênix que renasce das cinzas. Os brasileiros, em geral, desconhecem
o verdadeiro significado (inclusive de sua própria existência
pessoal) místico que envolve a construção de nossa
Capital Federal, Brasilia. Existiriam mistérios e segredos, véus
a serem desvelados? Quais teriam sido os fatores determinantes para a construção
de Brasília?
Brasília, através de sua bela arquitetura, é um livro aberto para todos nós. Mas somente aqueles que conseguirem entender o que existe oculto nas entrelinhas, onde estão as mensagens ocultas, encontrarão um grande e inestimável tesouro. Descobrirão, também, que um dos mais significativos acontecimentos históricos do século XX, embora nem todos pensem dessa forma, foi a construção, em pleno Planalto Central, da nova Capital do Brasil: Brasília. A fundação de Brasília,
na década de 1960, após duas grandes guerras mundiais, trouxe
uma mensagem positiva e pacífica para a Humanidade. A mensagem de
Brasília é tão forte que, em data de 7 de Dezembro
de 1987, a Unesco a reconheceu como Patrimônio Cultural da Humanidade,
é a primeira cidade moderna do mundo a receber tal título!.
Por volta de 1930, Juscelino, ainda
um jovem estudante, viajou pelo Mediterrâneo e visitou a cidade deTell
El-Amarna, a Akhetaton. Essa visita definiria parte da história
de nosso País. Ali, em meio às areias quentes do deserto,
surgiu a semente da cidade que, um dia, seria chamada de Brasília.
“Levado pela admiração que tinha por esse autocrata visionário, Akhenaton, cuja existência quase lendária eu surpreendera através das minhas leituras em Diamantina, aproveitei minha estada no Egito para fazer uma excursão até o local, onde existira Tell El-Amarna/Akhetaton.” “...vi os alicerces da que havia sido a capital do Médio Império do Egito. A cidade media oito quilômetros de comprimento por dois de largura. À margem leste do Nilo, jardins verdejantes haviam sido plantados e, atrás deles, subindo a encosta da rocha, erguera-se o palácio do Faraó, ladeado pelo grande templo”. “...tudo ruínas! O grande sonho do Faraó-Herege convertido num imenso montão de pedras, semi-enterrado na areia!” (Palavras de Juscelino em Meu Caminho
para Brasília, JK, p.111)
São explicações que poucos compreenderam até agora, pois, para entendê-las, é necessário conhecer a fascinante história do próprio Faraó Akhenaton. Conhecer os fatos ocorridos no Egito há mais de três milênios. Da história da XVIII Dinastia!... Sem entendermos a história e a mensagem deAkhenaton, certas decisões de Juscelino Kubitschek ficarão envolvidas em profundo mistério. O livro “Brasília Secreta”
da egiptóloga Iara Kerns e do empresário Ernani Figueras
Pimentel, publicado pela Editora Pórtico, mostra claramente essas
intrigantes relações entre Akhenaton e Juscelino, bem como
entre Akhetaton (a cidade sagrada) e Brasília. “Segundo especialistas
esotéricos, Juscelino e Brasília vieram nos dias atuais para
iniciar um período final de consolidação da história
humana, o que Akhenaton e a cidade de Akhetaton não puderam fazer
em sua época. Tanto Juscelino quanto Akhenaton construíram
para o futuro, apesar de os outros faraós terem construído
para os mortos, na própria visão de Juscelino.”
São João Melchior Bosco, em italiano Giovanni Melchior Bosco, mais conhecido como “Dom Bosco”, nasceu em 1815, na Itália, e faleceu em 1888. Ordenado pela Igreja Católica, foi canonizado em 1934. Em 30 de agosto de 1883, Dom Bosco
teve uma visão profética a respeito de uma cidade que seria
construída entre os paralelos 15º e 20º, que muitos entendem
como sendo Brasília.
Nessa terra, conforme a visão
de Dom Bosco, surgiria uma grande civilização, na qual jorraria
leite e mel. Essas palavras proféticas influenciaram a decisão
final quanto ao local onde seria instalada a nova Capital Federal do Brasil.
Juscelino decidiu realizar, no dia
4 de abril de 1955, o seu primeiro comício como candidato à
Presidência da República, na ainda pequena cidade goiana de
Jataí. Nessa ocasião, foi inquirido por um popular. Uma pergunta
que entrou para a História... A pergunta foi direta: era sua intenção
cumprir a Constituição de 1891 e transferir a Capital do
Brasil para o interior do País? Sua resposta foi dada de imediato.
Em poucas palavras, o destino do Brasil foi traçado... "Cumprirei
em toda a sua profundidade a Constituição e as leis. A Constituição
consagra a transferência. É necessário que alguém
ouse iniciar o empreendimento – e eu o farei!”
Esse foi um momento histórico para o País, pois a promessa foi cumprida à risca e no curtíssimo prazo de quatro anos. O autor da pergunta, que também passou a fazer parte da história de Brasília, foi um jovem, Antônio Soares Neto, que ficou conhecido como “Toniquinho JK”. Antônio Soares Neto, o “Toniquinho JK”, advogado, hoje reside na cidade de Goiânia. Foi agraciado com o título de “Cidadão Honorário de Brasília”. A homenagem a “Toniquinho JK” foi
justa, pois a sua pergunta teve o dom de despertar Juscelino Kubitschek
para aquela que seria a grande obra de sua vida. Coincidência ou
não, também quatro anos foram necessários para que
Akhenaton mudasse o governo da cidade de Tebas para Akhetaton, que também
foi planejada e construída em tempo recorde.
Hoje existe, em uma praça na cidade de Jataí, um memorial a Juscelino, em homenagem a esse fato histórico e decisivo para o surgimento de Brasília. Para alguns, se Juscelino é o “pai” de Brasília, Jataí, como resultado da pergunta de “Toniquinho JK”, seria a sua “mãe”. O que Juscelino não contou
para quem aplaudiu as suas palavras, naquele memorável comício
em Jataí, realizado numa oficina mecânica e cuja platéia
não passava de 500 pessoas, ...é que ele tentaria ressuscitar
a milenar Tell El-Amarna, a Cidade Sagrada do Faraó Akhenaton, e
implantá-la em pleno coração do Brasil!
Brasília, a nova “Capital do Sol”, teria a Luz brilhando no firmamento e no coração das pessoas. A “Mensagem Solar” seria transmitida através de sua ousada arquitetura. Sua posse, no cargo de Presidente da República, ocorreu em data de 31/01/1956. Começava a “era de Akhenaton” em solo brasileiro. Com o início da “era de Akhenaton”,
estariam à disposição dos brasileiros os fundamentos
e princípios da religião Solar, que teve o seu apogeu na
Cidade Sagrada de Akhetaton. Um chamamento para os “Filhos do Sol”!
A construção de Brasília, fruto da visita de Juscelino
às ruínas de Tell El-Amarna, marcou, de forma consciente
ou não, o início desse notável período de nossa
história.
Juscelino, com certeza, foi o instrumento
adequado para dar início a um projeto que começa a tornar-se
compreensível nos dias atuais. Com a eleição de Juscelino
Kubitschek à Presidência da República, o arquiteto
Oscar Niemeyer foi convidado para projetar a nova Capital do País.
Niemeyer aceitou desenhar os edifícios governamentais, mas sugeriu
um concurso nacional para traçar os planos urbanísticos de
Brasília, que foi vencido por Lúcio Costa.
Entre os edifícios de Brasília
desenhados por Niemeyer estão: o Congresso Nacional, os Palácios
da Alvorada, da Justiça e do Planalto, a Catedral, a Universidade
de Brasília, o Teatro Nacional e o Memorial JK. O arquiteto Lúcio
Costa nasceu em Toulon, França, em 27 de fevereiro de 1902, filho
de brasileiros em serviço no exterior. Após retornar ao Brasil,
em 1917, estudou pintura e arquitetura na Escola Nacional de Belas Artes
no Rio de Janeiro, diplomando-se em 1924.
Em 1957, venceu o concurso nacional
para a elaboração do Plano Piloto de Brasília, tendo
em mente uma cidade que seria, intencionalmente, uma obra de arte. Os primeiros
esboços de Lúcio Costa.
O Plano Piloto de Brasília
deveria partir de uma cruz – o “sinal da Cruz”. Segundo historiadores,
essa cruz deveria corresponder a um ato de posse da terra.
Conforme havia prometido, Juscelino Kubitschek diz à Nação em data de 21 de abril de 1960: "Neste dia – 21 de abril – consagrado ao alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, ao centésimo trigésimo oitavo ano da independência e septuagésimo primeiro da República, declaro, sob a proteção de Deus, inaugurada a cidade de Brasília, Capital dos Estados Unidos do Brasil". Todas essas pessoas, Juscelino Kubitschek,
Dom Bosco, José Bonifácio, Tiradentes, Lúcio Costa,
Oscar Niemeyer e aquele jovem de Jataí, Antônio Soares Neto
(Toniquinho JK), foram instrumentos para a realização do
grandioso sonho: a criação de uma Capital do Sol, Brasília.
Uma Capital do Sol!... É isto que, na verdade, a Capital do Brasil representa. Tudo nela foi projetado em função das Tradições Solares do Antigo Egito. A primeira fonte a ser examinada é Ísis, esposa do deus Osíris. Ísis foi a mais amada de todas as divindades femininas do Egito. Além disso, no plano arquetipal,
é de um simbolismo poderoso. Das asas de Ísis poderia ter
surgido a inspiração para as duas asas de Brasília,
cujo eixo está alinhado com o nascer (leste) e pôr-do-sol
(oeste). O eixo central de Brasília é uma linha que divide
a América do Sul em duas partes iguais.
Carlos Alves denominou o desenho
de Brasília como o “Grande Pássaro da Paz”. O eixo de Brasília
seria a “Linha de força para o rumo no vôo do Grande Pássaro”.
“A figura do ‘Grande Pássaro' ou mesmo Nave, como muitos mencionam,
é moldada pela geometria do Lago Paranoá. A silhueta do lago
é o forno, uma espécie de útero que cria e dá
forma à Nave. O ninho criador.”
O “Grande Pássaro da Paz”, “Ísis Alada, a Grande Mãe” ou o seu filho, Hórus, o “Deus-Falcão”, são diferentes denominações para um mesmo desenho no coração do Brasil. Esta seria uma poderosa mensagem de paz e esperança não só para os brasileiros, mas para toda a Humanidade, pois o “Grande Pássaro da Paz” circunda, com seu vôo, a Terra. O simbolismo de Brasília revela muitas facetas enigmáticas. Mas uma é clara e evidente: o Solstício de Verão do hemisfério Sul, a grande Festa Solar.“O Solstício de Verão (SV) ocorre nas proximidades do Natal, entre os dias 21 e 22 de dezembro. O hemisfério sul recebe uma grande insolação (dia mais longo do ano) nesse dia do ano e é o começo da estação do verão.” No Solstício de Verão, no Hemisfério Sul, o Sol posiciona-se exatamente sobre o trópico de Capricórnio. A arquitetura do Congresso Nacional com seus dois pratos mostra em um a captação da energia telúrica da mãe Terra/Gaia e no outro a captação da energia cósmica e SOLAR de Aton (VER FOTO DO CONGRESSO E SEUS DOIS "PRATOS" abaixo). A rampa é herança
dos palácios egípcios. O que vemos aqui é uma simbologia
esotérica, claramente reconhecível por qualquer pesquisador.
Templo mortuário de Deir
Al-Bahari, da Rainha Hatshepsut, em Tebas, a cidade de Amon, hoje conhecida
como Luxor. Sua rampa e colunas frontais teriam servido de modelo para
a fachada doCongresso Nacional?
O Congresso Nacional e suas duas
torres que lembram o formato da "letra H", os dois "pratos", um captando
a energia cósmica e o outro a energia telúrica, duas forças
que em breve atuarão com muito maior intensidade no país.
O Sol nasce entre os dois edifícios
a cada aniversário da cidade, em 21 de abril, mostrando um exato
alinhamento astronômico no sentido Leste/Oeste do Eixo Monumental
que foi calculado minuciosamente. Mas o Sol se põe, diariamente,
no lado oposto, atrás do Memorial de Juscelino. O alinhamento com
o Sol e estrelas era essencial na construção das pirâmides
e catedrais da Idade Média. Não foi diferente em Brasília.
O Pássaro de Brasilia, o seu Eixo Munumental (azul), sentido Leste/Oeste e as duas asas, a Asa sul (amarelo) e a Asa Norte ( vermelho) no sentido Norte/Sul, simbolismo geométrico da Fênix, a Alma humana Outra fonte de inspiração:
o Templo de Luxor, Karnak. Os dois obeliscos teriam inspirado os arquitetos
para construir as duas torres do Congresso Nacional? Alameda no Templo
de Luxor. As estátuas guardiãs (pequenas esfinges) teriam
servido de modelo para o posicionamento dos ministérios ao longo
do Eixo Monumental e com o Congresso Nacional, com o “Templo do Sol e da
Lua”, ao fundo?
A arquitetura do Teatro Nacional,
idealizado por Oscar Niemeyer, mostra, com clareza, as formas de uma pirâmide
truncada.
O Palácio da Alvorada, que
poderia ser chamado de “Palácio do Sol Nascente”, é a residência
oficial do Presidente da República.
Tantos significados de natureza
mística e esotérica só podem nos levar à uma
outra conclusão: Lúcio Costa e Oscar Niemeyer teriam de saber
perfeitamente a verdadeira motivação de Juscelino. Foi, em
realidade, um sonho compartilhado entre as Almas desses três personagens
da história de Brasília.
Hoje, podemos perceber que o sonho
faraônico de Juscelino Kubitschek concretizou-se. Até mesmo
uma pirâmide mortuária foi construída para acolher
seus restos mortais – a sua “múmia”. Seu túmulo, na mais
pura tradição faraônica, fica acima do solo, inteiramente
talhado em pedra.
Para concluir, a seguir é
possível se ver uma espiral do ADN humano, a base da vida material.
Um dos mais recentes símbolos de Brasilia é uma nova ponte,
a Ponte J.K. que inclusive já foi eleita como a mais bela ponte
do planeta e que também é carregada de simbolismo de uma
nova era, de um renascimento da raça humana, do surgimento de uma
RAÇA DOURADA, dos Filhos do Sol, solar por natureza, por tantos
profetizada nos últimos milênios e que deverá surgir
justamente no planalto Central do Brasil cuja cidade principal é
Brasilia.
Esse novo símbolo de Brasilia,
essa ponte nada mais é do que uma cópia de um segmento do
ADN humano, "com suas fundações dentro da água", e
no útero da Mãe Terra/Gaia que vai gerar esta nova raça.
Se olharmos esta ponte utilizando imagens do Google Earth veremos que ela
esta posicionada exatamente no bico de um pássaro gigantesco desenhado
pelo solo da cidade às margens do Lago Paranoá, mais um outro
simbolismo...
A Ponte J.K. e seus Três segmentos de ADN, imersos na "ÁGUA". O último símbolo do surgimento de uma nova raça humana, a sétima raça raiz, a raça dourada, solar, dos Filhos da Luz, que surge no Brasil, centrada no Planalto Central e região Centro Oeste, sendo Brasilia uma cidade predestinada a ser um farol para a humanidade, assim que estiver liberta de alguns corruptos que teimam em resistir à evolução e em breve serão "removidos". "Estes líderes corruptos cairão. Vocês terão uma liderança nova se desenvolvendo lentamente, chegando até vocês por toda a Terra, onde há uma nova energia de consideração com o público. Observem isto. Este é apenas o início desta última fase. Assim muitas coisas estão chegando. O próximo está relacionado a isto, pois um país enfermo não pode sustentar uma liderança de elevada consciência. Há muita oportunidade para o poder e a ganância"- KRYON.
"A resistência às idéias
novas aumenta na proporção direta
Luis Santos
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