Irmandade das Estrelas
| Em novembro
de 1999, ao apagar das luzes do século XX, nós divulgamos
entre nossos membros do Imagick e da Irmandade das Estrelas, uma descoberta
que estava deixando nossos cientistas espantados.
Tudo começou
na madrugada de 23 de janeiro de 1987, quando foi detectada, pelo observatório
astronômico de Mont Blanc, em Dakota do Sul, a presença de
uma supernova.
Chamaram-na de 1987a. Supernovas são estrelas gigantes que tendo extinto seu combustível nuclear explodem espetacularmente. A media de produção de supernovas na galáxia é de uma a cada cinquenta anos, porém, já faziam 300 anos desde a última ocorrência. Anos mais tarde
a Nasa colocou no espaço o satélite observatório Hublle.
Depois de exaustiva
pesquisa pelo espaço sideral, terminou por fotografar os restos
da supernova 1987 e espantados os cientistas puderam ver a presença
de dois misteriosos anéis, não concêntricos, formados
pelos escombros e gases da gigantesca estrela.
Mas, o mais impressionante
é que na intersecção dos anéis a estrela havia
se transformado num olho ardente, de espectro verde.
Essa supernova está a uma distância de 160.000 anos luz da Terra. Isto quer dizer que esta imagem, agora captada pela Hublle, iniciou sua viagem ao nosso planeta muito antes do que qualquer civilização humana conhecida tenha existido. Na mesma
época a Nasa estava preocupada com o DNA humano, inúmeras
pesuisas estavam se desenvolvendo em seus laboratórios. Na internet,
em seu site, podiamos ler uma longa série deles, com informações
inacreditáveis vindas de mentes supostamente cépticas dos
cientistas ocidentais.
Muitos estudiosos achavam que esta luz que agora nos vizitava, proveniente da estrela implodida, estavam, de alguma forma, interferindo nos padrões de comportamento do DNA humano. As pesquisas
apontavam para o fato de que esta luz, portadora de todos os códigos
e memórias daquela estrela, faziam vibrar a glândula pineal
de muitas pessoas que, por um processo ainda desconhecido na época,
acabavam interferindo de forma contundente o DNA delas.
Entretanto, de um dia para o outro, as estas páginas desapareceram da Internet e o silêncio habitual das pesquisas que podem alterar o sistema dominante estabelecido se abateu implacável. Foi quando recentemente
nós nos deparamos com os resultados de outra pesquisa, desta vez
de origem russa.
Diz esta pesquisa
que o DNA humano funciona como uma grande rede de comunicação,
é uma espécie de Internet biológica.
Estas pesquisas se basearam no fato de que apenas 10% do DNA é usado para produzir proteinas, o restante era considerado como excepiente, isto é, veículo, aquilo que se coloca nos remédios para dar volume e consitência. Entretanto
a natureza não tem por hábito desperdiçar energia
ou material, tudo tem uma razão específica e bem determinada.
Foi assim pensando que foram reunidos aos geneticistas pesquisadores, estudiosos
de outras áreas, muitas delas que aparentemente não tinham
nada a ver com genética e começaram uma pesquisa séria
nos 90% descartáveis.
Os primeiros resultados vieram dos linguistas que, baseados nos resultados das pesquisas dos geneticistas, perceberam que o código genético, especialmente nos 90% aparentemente inúteis, segue as mesmas regras de todas as linguagens humanas! Para chegarem
a esta conclusão eles colocaram lado a lado a sintaxe, a semântica,
as regras gramaticais com os dados fornecidos pelos geneticistas e perceberam
que os elementos que compõe o DNA respondem às mesmas leis
básicas de formação de nossas linguagens. Com isto
concluíram que o nascimento de nossa linguagem não foi um
ato aleatório, nascido de uma casualidade, mas sim como um reflexo
impulsivo do DNA humano.
E é então
que nos reportamos à Doutrina da Tradição que diz
que todos os idiomas são oriundos de uma língua mãe
que deu origem a todas as outras. Encontramos referências a este
respeito na nossa mitologia judaico-cristã na passagem bíblica
da Torre de Babel.
Existem certas palavras que estão presentes em muitos idiomas e usada por povos sem a menor possibilidade de contato. Palavras havaianas similares a encontradas em povos do centro da África. A palavra Manu, por exemplo no judaísmo é o maná que cai do céu e alimenta o povo faminto (energia). No Havaí encontramos Mana, uma forma de energia mental. Manú é também um lendário sumo legislador indú... Existe um Pjotr
Gargajev biofísico e biólogo molecular Russo, cujo nome é
muito difícil para mim, que falo português pronunciar. Pois
bem, ele concluiu que: “Os cromossomos vivos funcionam como computadores
solitônico-holográficos que usam a irradiação
a Laser do DNA endógeno”.
Não precisa ficar assustado porque eu também não fazia a menor idéia do que era solitônico. Solitônico é uma onda solitária que se propaga sem deformar-se num meio não linear (imagine que você joga uma pedra numa lagoa muito tranquila, ao tocar a água ela fará uma série de ondas concêntricas que irão avançar a até a margem. Pense agora na
mesma pedra sendo atirada num rio turbulento, imagine que ela cria uma
única onda que se propaga da mesma forma imperturbável da
sua onda irmã do lago sereno, só que está em meio
da turbulência e agitação das águas do rio -
isso é uma onda solitônica).
Isto quer dizer
que os cromossomos se comunicam através de determinados padrões
de frequência. De posse deste conhecimento eles modularam raios lazer
em certos padrões de frequência e assim influenciaram a freqüência
do DNA e a própria informação genética contida
nele.
O problema seria
como descobrir estas freqüências consideradas certas. Mas, como
a estrutura básica do DNA e da linguagem são as mesmas não
há a necessidade da decodificação do DNA para conhecê-las.
Pode-se simplesmente usar palavras e sentenças da linguagem humana! Foi isto que eles provaram experimentalmente. O DNA vivo (no
tecido vivo, não in vitro), sempre reagirá não só
aos raios laser modulados em padrões de linguagem , mas até
às ondas do rádio, isto se as freqüências apropriadas
estiverem sendo usadas. Desta maneira puderam explicar cientificamente
por que o treinamento autógeno, as afirmações, as
sugestões, a hipnose e a vontade, podem ter efeitos tão fortes
nos seres humanos e em seus corpos.
Isto tudo
que estes notáveis pesquisadores descobriram é a comprovação
daquilo que sempre apregoou a Doutrina da Tradição e seus
mestres através de várias escolas de conhecimento, de que
o corpo humano é programável pela linguagem, por palavras
e pelo pensamento. A única coisa é que não existe
é um padrão absolutamente definido de resultado, cada indivíduo
tem o seu, de acordo com fatores como fé (intensidade de crença),
maturidade espiritual, aplicação... Já no caso
das experiências se a freqüência é a certa os resultados
são previsíveis.
Os pesquisadores russos, ao contrário dos ocidentais que cortam genes simples da estrutura do DNA e os inserem em outra parte, podem influenciar o metabolismo celular através das freqüências de rádio e das freqüências de luz, moduladas apropriadamente, e assim reparar defeitos genéticos. Gargajajev
fez ainda a seguinte experiência, danificou alguns cromossomos com
raio X e através de padrões de freqüências obtidos
em um DNA sadio, conseguiu, usando lazer, reparar as danificadas.
Mas
existem outras coisas interessantes que nos são apresentadas pelos
cientistas Russos. Eles descobriram que o nosso DNA também pode
causar perturbações no vácuo, produzindo aquilo que
é conhecido como buraco de minhoca! Os buracos de minhoca são
os equivalentes microscópicos das assim chamadas Pontes de Einstein-Rosen
existentes na vizinhança dos buracos negros (deixados pelas estrelas
extintas). Eles são conexões entre áreas totalmente
diferentes no universo através das quais informações
podem ser transmitidas fora do espaço e do tempo. Assim, informações
podem ser enviadas de um universo para outro sem nenhum ponto de contato
físico ou temporal.
As informações
ao atravessar esta ponte inter-espacial são atraídas pelo
DNA que, dependendo das condições, as passa para a nossa
consciência. Este processo é chamado de hipercomunicação
e é mais eficaz quando o indivíduo está em estado
de relaxamento. Estresse, anciedade, preocupações ou uma
mente muito agitada impede que a hipercomunicação seja bem
sucedida e fará que a informação seja totalmente distorcida
e inútil.
De forma resumida podemos dizer que a hipercomunicação acontece quando se tem acesso a uma informação que está fora da base de conhecimento do indivíduo. A informação chega sem que haja qualquer inteiração dentro dos padrões normais de espaço e tempo. Por exemplo, o Chico Xavier tinha a capacidade de falar qualquer idioma (vivo ou morto) quando tinha necessidade. A hipercomunicação
vem sendo usada pela natureza, com sucesso, por milhões de anos.
Um exemplo disto é o organizado fluxo de vida nos reinos dos insetos.
Quer ver um exemplo da utilização da hipercomunicação pela natureza: Quando uma formiga rainha está separada espacialmente de sua colônia, a formação ainda continua fervorosamente e de acordo com o plano. Se a rainha for morta, entretanto, todo o trabalho na colônia se interrompe. Nenhuma formiga sabe o que fazer. Aparentemente, a rainha envia os “planos de formação” também por via distante da consciência de grupo de seus assuntos. Ela poderá estar tão afastada quanto queira, contanto que esteja viva. Os animais, em
geral, agem como grupo. Os mestres da Doutrina da tradição,
há centenas de séculos, nos falam das almas grupo, as mônadas,
que funcionariam como uma consciência grupal e para a qual todas
as experiências dos indivíduos são reportadas.
Baseados
nestes conhecimentos, Grazyna Gosar e Franz Bludorf, dois pesquisadores
russos, nos dizem que nos tempos primitivos os homens se comportavam como
os animais, todos intensamente conectados com a consciência do grupo
e mais que isto, agindo como um grupo, usando a hipercomunicação.
Porém, chegou um momento em que, para desenvolvermos e experienciarmos a individualidade, nós humanos, necessitávamos abandonar o uso da hipercomunicação quase que completamente. Agora que estamos absolutamente estáveis em nossa consciência individual, podemos criar uma nova forma de consciência de grupo, na qual chegaremos a acessar toda a informação por meio de nosso DNA, sem sermos forçados ou mesmo remotamente controlados sobre o que fazer com esta informação. Como na Internet
podemos, através do nosso DNA, alimentar com nossos dados a rede
e estabelecer contato com outros participantes, trocando informações.
A cura à distância, telepatia ou captação à distância de informações sobre o estado de parentes, e muitos outros fenômenos paranormais, podem assim ser explicados. Alguns animais
sabem quando os seus donos planejam voltar para casa, mesmo que estes estejam
muito distantes. Este tipo de captação pode ser interpretado
por meio de conceitos da hipercomunicação e da consciência
grupal.
Os pesquisadores acham que se os humanos, com plena individualidade, reconquistassem a consciência de grupo, eles teriam um poder divino para criar, alterar e formar coisas na Terra! E a humanidade
está se movendo coletivamente em direção a uma consciência
de grupo de um novo tipo. As mudanças crescem em expressão
geométrica.
Cinqüenta por cento das crianças que estão nascendo neste momento serão crianças problema quando forem para a escola, pois o sistema trata a todos de forma global, como massa. Em sua grande maioria elas estão sendo massacradas para se enquadrarem no sistema vigente. Porém, a individualidade das crianças de hoje é tão forte que elas se recusam a este ajuste forçado e se rebelam. A cada dia nascem mais e mais crianças clarividentes, clariaudientes, cognitivas... são as tais crianças chamadas índigo. Algo nestas crianças
está pressionando mais e mais em direção à
uma consciência de grupo de um novo tipo, e isto não tem volta.
Quando ocorre
a hipercomunicação, pode-se observar tanto no DNA, como no
ser humano, fenômenos especiais. Os cientistas Russos irradiaram
amostras do DNA com raio laser. Estes formaram na tela de um computador
um padrão de onda típica. Quando eles removeram a amostra
do DNA, o padrão de onda não desapareceu, ele permaneceu
ali, como antes. Muitos experimentos controlados mostraram que o padrão
ainda vinha da amostra removida, cujo campo de energia permaneceu aparentemente
por si só. Este efeito é chamado de efeito fantasma do DNA.
Supõe-se que a energia de fora do tempo e espaço flui ainda
através dos buracos ativados depois que o DNA foi removido.
Um efeito secundário
encontrado muito freqüentemente na hipercomunicação
é o surgimento de certos campos eletromagnéticos inexplicáveis
nas adjacências das pessoas envolvidas no processo.
Cientificamente falando, o tempo é fortemente influenciado pelas freqüências da ressonância da Terra, as chamadas freqüências Schumann. Mas estas mesmas freqüências são produzidas em nossos cérebros, e quando muitas pessoas sintonizam o seu pensamento, ele passa a funcionar como um laser, então, não será surpresa alguma que eles possam influenciar o tempo. Os pesquisadores
da consciência de grupo formularam a teoria das civilizações
do Tipo 1. Uma humanidade que desenvolveu uma consciência de grupo
de um novo tipo não teria nem problemas ambientais nem carência
de energia. Pois se ela fosse usar o seu poder mental como uma civilização
unida, teria o controle das energias de seu planeta natal como uma conseqüência
natural. E isto inclui todas as catástrofes naturais!!! Uma civilização
teórica do Tipo 1 seria até capaz de controlar todas as energias
de sua galáxia natal.
Verificou-se
em laboratório que um fenômeno estranho ocorre sempre que
uma grande quantidade de pessoas focaliza a sua atenção numa
mesma coisa, seja o Natal, o campeonato mundial de futebol, a morte do
Airton Sena, a visita do Papa. Nestas ocasiões, programas geradores
de números aleatórios nos computadores começam a liberar
números ordenados!.. Os pesquisadores provaram com isto que uma
consciência de grupo ordenada cria a ordem em todas as suas adjacências.
Mas vamos retornar ao DNA. Os pesquisadores russos concluíram que, aparentemente, ele se comporta como um supercondutor que pode funcionar na temperatura normal do corpo. Os supercondutores artificiais requerem temperaturas extremamente abaixas, entre 200 e 140° C abaixo de zero para funcionar. Todos os supercondutores
são capazes de armazenar luz e assim, informação.
Este é um dado adicional de como o DNA pode armazenar informação.
Há um outro fenômeno ligado ao DNA e aos seus buracos de minhoca.
Normalmente estes buracos são intensamente instáveis e se
mantém somente por frações mínimas de segundo.
Porém, sob certas condições podem-se organizar buracos
estáveis, que formarão domínios distintos do vácuo,
nos quais, por exemplo, a gravidade pode se transformar em eletricidade.
Os domínios do vácuo são bolas com brilho próprio de gás ionizado que contêm quantidades consideráveis de energia. Há regiões onde tais bolas brilhantes aparecem muito freqüentemente. Os Russos descobriram
que os domínios do vácuo emitem ondas de baixa freqüência
e que podem também serem produzidos por nossos cérebros.
Por causa desta similaridade de ondas, eles reagem segundo os nossos pensamentos.
Muitos
mestres espirituais produzem também tais bolas energéticas
ou colunas de luz, muitas vezes visíveis durante uma meditação
profunda ou no meio de um trabalho de energia.
As gerações
anteriores que entraram em contato com tais experiências de hipercomunicação
e com os domínios do vácuo visíveis estavam convencidas
de que um anjo tinha aparecido diante delas.
Porém, quem sabe, nunca podemos ter certeza sobre a que formas de consciência podemos ter acesso quando estamos usando a hipercomunicação. Jonh Dee conversava com anjo através de um espelho mágico. Muitos conceitos
que foram apresentados pelos pesquisadores russos podem parecer nos parecer
confusos, podem suscitar sorrisos sarcásticos dos céticos,
mas com certeza esta pesquisa foi mais um gigantesco passo para que possamos
entender a nossa realidade.
Zelínda e Arsenio
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