O Hermetismo no Brasil

29 de dezembro de 2012 Comentários desativados

Podemos imaginar o Hermetismo como algo muito distante de nos, tanto no tempo como geograficamente. Este raciocínio muitas vezes se revela uma falácia, não só no que tange ao hermetismo, mas mesmo os outros componentes da tradição ocidental.Estamos mais acostumados a assimilar os postulados norte americanos, sem procurar muitas vezes outras fontes, e pior, as nossas origens. Não há duvida que o ocultismo teve e tem enormes expoentes no mundo de língua inglesa (notadamente a Inglaterra, sem com isso menosprezar os USA). Há uma matéria da antropóloga Liana Salvia Trindade que consta da revista imaginário sob o titulo Convergência e Conflitos de Interpretação do Real.

A matéria trata da festa de Corpus Christi, realizada em São Paulo a 24 de maio de 1733. Nesta cerimonia “cristã” surgem elementos pagãos e hermeticos. Para termos uma idéia do que aconteceu nela primeiramente surge o vidente Tirésias que revela o destino da cidade de São Paulo. Caso o leitor não se recorde Tiresias foi o vidente da cidade de Tebas. Após a sua morte foi invocado através da Necromancia por Ulisses.

Uma vala foi repleta de sangue , desta forma os espectros dos mortos vieram beber o sangue fresco. Após algum tempo Tiresias surge, bebe do sangue, e mostra o futuro de Ulisses.Como se não bastasse este elemento extremamente pagão a cerimonia continua, na seqüência surge a serpente do jardim do Éden, os sete planetas( Saturno, Júpiter, Marte, Sol, Vênus, Mercúrio e Lua)e ninfas. A festa prossegue com a junção de elementos cristãos, pagãos e multi-culturais advindos da cultura popular e de outros povos.

A antropóloga Liana Salvia Trindade fala: “As cenas bíblicas, acompanhadas de divindades gregas e romanas, indicam a permanência dos mitos pagãos no cristianismo. As figuras dos sete planetas evocam as representações renascentistas do hermetismo de Ficino e Agrippa, proclamando a legitimidade da magia natural dos astros e arcanos. Este pensamento seiscentista europeu, que conjugara concepções filosóficas do hermetismo com os componentes míticos hebraico-cristãos e grego-romanos, está presente no imaginário barroco brasileiro”.

No mesmo artigo é demonstrada a influencia do estudo do hermetismo na cidade de São Paulo. O estudo de autores como Mirandola e Ficino era estimulado nas escolas Jesuíticas. Nos dias de hoje o Hermetismo continua presente na cidade de São Paulo e em grande parte (para não dizer todo) do Brasil. Há o renascimento do Magicko, hermético e oculto, ordens como a Rosa Cruz, Maçonaria, Golden Dawn, dentre varias outras estão em atividade, somando-se a elas vários estudiosos e praticantes solitários. Este resgate das tradições é extremamente relevante em um pais como o Brasil, onde encontraremos pessoas vindas de todas as partes do globo, transformando o pais em um solo fértil para o hermetismo e outras manifestações Magickas.

Para situar o leitor que por um acaso nunca ouviu falar de hermetismo, e já foi colhido por mim neste turbilhão de informações, o hermetismo é um corpo de conhecimentos passados pelo deus egípcio Thoth, Hermes Trismegistos para os gregos, remontando a mais longínqua antiguidade egípcia.

Na verdade o hermetismo nasce da confluência entre a cultura grega e a egípcia, somando-se ainda inúmeras outras. Através das conquistas de Alexandre o Grande , e posteriormente do império Romano, as cidades mediterrâneas do norte da África eram grandes pólos culturais Influencias zoroastrianas, cabalísticas, Mesopotamicas dentre varias outras se faziam presentes, alem das egípcias e gregas é claro. Dando um grande impulso a Magia, Alquimia e Astrologia.

Não podemos esquecer que a famosa biblioteca de Alexandria lá se localizava. Neoplatonismo, gnosticismo por sua vez são elementos importantes no hermetismo. O gnosticismo a grosso modo seria a busca do conhecimento, os gnosticos acreditavam que o universo emanou de uma fonte única, entre esta fonte única e os seres existem inúmeros “estágios”, presididos cada um por potências celestes. Este conhecimento “hermético” se manteve com o fim do império Romano do ocidente no império Romano do Oriente, com sede em Constantinopla. Com a queda de Constantinopla (atual Istambul) muitos sábios fugiram para as republicas italianas, especialmente Florença. Estas republicas eram grandes centros comerciais o que promovia amplo intercâmbio de culturas. Não é por acaso que na Academia Medici em Florença ouve um enorme interesse pelo hermetismo e resgate do saber clássico. Isso teve como palco o Renascimento.

Os princípios hermeticos são:

1 – O PRINCÍPIO DO MENTALISMO,

2 – O PRINCÍPIO DA CORRESPONDÊNCIA,

3 – O PRINCÍPIO DA VIBRAÇÃO,

4 – O PRINCÍPIO DA POLARIDADE

5 – O PRINCÍPIO DO RITMO,

6 – O PRINCÍPIO DE CAUSA E EFEITO,

7 – O PRINCÍPIO DO GÊNERO

Tomando o sistema de correspondências como exemplo para os princípios hermeticos, uma de suas máximas é como é em cima é em baixo. Desta forma quando queremos usar as energias de Mercúrio usaremos a cor correspondente, o metal, o nome do deus, seu numero e assim sucessivamente. Tudo esta interligado, desta forma uma chuva de asteróides em Júpiter, afeta os sagitarianos (e não só eles). Estes ideais Renascentistas (e hermeticos) influíram profundamente no saber oculto ocidental do fim da idade media até os dias de hoje.

Autor Marcos Torrigo

Foto de Marcos Torrigo com os fundadores do Imagick


A Magia Elemental

6 de dezembro de 2012 Comentários desativados

O Conhecimento Iniciático sempre utilizou imagens específicas para representar o Cosmos, o universo, a vida espiritual e suas múltiplas formas de manifestação, Evolução e Involução. De acordo com os postulados da psicologia interior, essas realidades eram representadas em linguagem simbólica, parabólica e/ou metafórica. Temos símbolos universalmente aceitos por todas as culturas e pensamentos, como as Montanhas, os Templos, as Espadas e os Cálices e temos também as árvores sagradas.

A Árvore Misteriosa, situada no centro do paraíso, é um símbolo encontrado em em todas as culturas espirituais representando a estrutura do universo. Normalmente seus galhos tocam os confins do Infinito e suas múltiplas dimensões, e seus frutos representam os atributos positivos do Eterno.

Sem exceção, a Árvore Sagrada fez parte das tradições genesíacas de povos, tais como os maias, astecas e incas, os egípcios, os cabalistas hebreus, persas, druidas, povos nórdicos, chineses, japoneses, coreanos, maoris, nativos africanos etc. Vejamos alguns exemplos como ilustração.

 

A Árvore Bodhi

É universalmente reconhecida a imagem do Buda Sakiamuni recebendo sua iluminação, após 49 dias de meditação profunda, sentado sob a árvore bodhi, normalmente representada como uma figueira da índia (na verdade, um trabalho profundo de iluminação dos 49 níveis de sua mente pela energia sagrada da kundalini, simbolizada pela Árvore do Bem e do Mal. Na Bíblia, lê-se: “Comereis dos frutos de todas as árvores, menos da árvore do Bem e do Mal”, ou seja, não usar a energia sexual animalescamente, mas magicamente). Daí essa portentosa árvore ser considerada na Ásia como a Árvore da Vida. Afirmam as tradições budistas que a árvore sagrada protegia o Buda das investidas do demônio Marah; ela o protegia envolvendo o Iluminado com seus galhos.

 

A Árvore Escandinava

A versão nórdica da árvore da vida está bem detalhada nos Eddas, a bíblia escandinava, na verdade uma coletânea de contos de fundo esotérico. Chamada de Yggdrasil, essa árvore representava o deus Ygg (ou Odin) e era um gigantesco Freixo situado no cimo de uma montanha. Yggdrasil que servia de abrigo para as reuniões e concílios dos deuses e seus galhos ultrapassavam os limites dos céus.

Quatro cervos (os Devarajas) se alimentavam de seus brotos, em seu topo vivia uma majestosa águia (o Espírito) e em suas raízes se encontrava a poderosa serpente Nidhugg (a Kundalini a ser desperta). Essa árvore sagrada era eterna porque estendia suas três raízes(as forças primárias) até duas fontes: a da primavera e a da sabedoria, guardadas pelo lobo Fenris (a Lei) e pelo gigante de gelo Mimir (as forças instintivas da natureza). O Yggdrasil é a única potência capaz de levar os “mortos na batalha” para o Valhalla (o Paraíso) e de impedir o fim do mundo, dos Deuses e dos homens (esse Fim do Mundo, entre os nórdicos, chama-se Ragnarok).

 

Plantas Sagradas Entre os Gregos

A magia vegetal esteve intimamente ligada aos deuses e tradições greco-romanos. Vejamos algumas, como referência:

TRIGO: Foi o dom supremo de Deméter, ou Ceres, Deusa da Terra. É o alimento do corpo e da alma. Como o arroz entre os orientais e o milho entre os pré-colombianos, o trigo representa a chave da vida e da abundância. É a energia à espera de sua transmutação.

UVA: Dedicado ao deus Baco, ou Dionísio, do Êxtase, da Castidade e das Artes. O vinho representa o trabalho sagrado da transmutação alquímica. Com o trigo, eram os dois principais símbolos do anelo de Liberação nos Templos de Elêusis e posteriormente se transformaram em parte do mistério crístico da Salvação (Mistério Eucarístico). Na Alquimia egípcia e depois na medieval, o pão e o vinho foram representados pelo Sal e o Enxofre.

OLIVEIRA: É ao mesmo tempo alimento, medicina e combustível. Está ligado a Minerva, ou Palas Atena, deusa da Sabedoria e do Fogo.

LOURO: Árvore sagrada do solar Apolo, ou Hélios, representa o triunfo conquistado depois de longas batalhas e duros sacrifícios. É um dos símbolos dos videntes e profetas.

ARTEMÍSIA: Planta consagrada a Diana caçadora (Ártemis), a que socorre as mulheres no parto. O interessante é que essa planta regula a menstruação e evita a gravidez.

MURTA: Consagrada a Vênus-Afrodite. Além de afrodisíaca, diz-se que a aura da murta alimenta o amor nos lares.

PINHEIRO: Associado a Júpiter-Zeus, por sua presença majestosa e força. Esta árvore, pela solidez de sua madeira, representa a perpetuidade da vida.

Além das associações com as divindades, muitas plantas tinham íntima relação com determinados templos oraculares.

Delfos e Delos estavam ligados ao louro, Dodona ao carvalho, Epidamo e Boécia à canela e árvores condimentares.

Também temos muitas outras representações que nos remontam à presença e à manifestação da Divindade. Temos o Ashvata ou figueira sagrada da sabedoria oriental; o Haoma dos mazdeistas, onde se vê Zoroastro esquematizando o homem cósmico; o Zampoun tibetano e o carvalho de Ferécides e dos celtas. Duas das tradições que nos chegaram de forma mais complexa são a das plantas bíblicas e seu simbolismo e a Árvore da Vida cabalística.

 

Plantas Bíblicas

Tanto o Antigo quanto o Novo Testamento são considerados mananciais abundantes dos simbolismos vegetais. O mistério do mundo das plantas é tão importante que vemos Deus criando com especial ênfase o reino vegetal no primeiros Dias do Mundo. Vejamos em Gênese(Cap.1, Vers.11):

“Em seguida, Ele disse:

-Que a Terra produza todo tipo de vegetais, isto é, plantas que dêem sementes e árvores que dêem frutos.
E assim aconteceu. A Terra produziu todo tipo de vegetais: plantas que dão sementes e árvores que dão frutos. E Deus viu que o que havia acontecido era bom. A noite passou e veio a manhã. Esse foi o terceiro Dia.”

A partir disso, vemos centenas de citações, algumas complexas, outras de forma superficial, de diversas plantas e árvores. Chegamos a contar mais de cinqüenta espécies diferentes.

Citemos algumas plantas encontradas na Bíblia:

Abóbora, Açafrão, Aloés, Amendoeira, Carvalho, Cedro, Cevada, Endro, Feno, Figueira, Hena, Junco, Lentilha, Lírio, Mirra, Murta, Nardo, Olíbano, Oliveira, Palmeira, Salgueiro, Tamareira, Trigo, Videira(uva), Zimbro etc.

Por trás de meras citações, esconde-se uma sabedoria maravilhosa, um mistério conhecido por poucos esoteristas. A Magia Bíblica é algo muito profundo e merece um estudo a parte. Sabemos que a Bíblia é um aglomerado de livros altamente simbólicos, onde se vê o Caminho Iniciático completo; o trabalho total da realização alquímica da Alma e do Espírito; a história, não só do povo hebreu, mas de nosso planeta e também da Galáxia. É um livro fantástico para quem sabe interpretá-lo: os que possuírem as chaves da Alquimia, da Astrologia Hermética, Psicologia esotérica e Cabala conhecerão a letra viva e não a letra morta, como a maioria. A Magia Elemental é um dos legados ocultos desse livro sagrado.

Os elementais encarnados nas plantas bíblicas podem ser trabalhados na cura, na harmonia, na aceleração de nosso processo espiritual, no fortalecimento de nossas virtudes e poderes internos etc.

Vejamos dois exemplos da Santa Magia Bíblica, para o leitor ter uma pequena noção do ensinamento escondido em cada citação
Livro de Jeremias, cap.1, vers.9: “Aí o Eterno estendeu a mão, tocou em meus lábios e disse:

- ‘Veja, estou lhe dando a mensagem que você deve anunciar. Hoje, estou lhe dando poder sobre nações e reinos, poder para arrancar e derrubar, para destruir e arrasar, para construir e plantar’.

O Eterno me perguntou:

- ‘O que é que você está vendo?’
- Um galho de amendoeira- respondi.

O eterno me disse:

- ‘Você está certo; eu também estou vigiando para que minhas palavras se cumpram’.

Além de conter informações secretas de outro vegetal(a planta da coca), a vara da amendoeira representa o Cetro do mago e o bastão dos patriarcas, símbolos iniciáticos do trabalho alquímico com a energia da Kundalini, que dá poder sobre tudo e todos. Além disso, temos o trabalho mágico propriamente, com o elemental da amendoeira, poderoso tanto para o bem quanto para o mal. Os magos europeus, especialmente os Druidas, costumavam dissolver trabalhos de magia negra e também curar à distância com essa planta. É interesante notar que as palavras amendoeira e vigiando são muito parecidas, na língua hebraica.
Gênese, cap.3, vers.1:

A Serpente era o animal mais esperto que o Deus Eterno havia feito. Ela perguntou à mulher:

- ‘É verdade que Deus mandou que vocês não comessem as frutas de nenhuma árvore do Jardim?’

A mulher respondeu:

- ‘Podemos comer as frutas de qualquer árvore, menos a fruta da árvore que fica no meio do Jardim. Deus nos disse que não devemos comer dessa fruta nem tocar nela. Se fizermos isso, morreremos.

Mas a Serpente afirmou:

- ‘Vocês não morrerão coisa nenhuma! Deus disse isso porque sabe que, quando vocês comerem a fruta dessa árvore, seus olhos se abrirão e vocês serão como Deus, conhecendo o Bem e o Mal.’

A mulher viu que a árvore era bonita e que as suas frutas eram boas de se comer. E ela pensou como seria bom ter Conhecimento. Aí apanhou uma fruta e comeu; e deu ao seu marido e ele também comeu. Nesse momento os olhos dos dois se abriram e eles perceberam que estavam nus. Então, costuraram umas folhas de figueira para usar como tangas…’

A magia da figueira está intimanente ligada às energias sexuais. O Avatar de Aquário afirma que os Anjos que regem a evolução dos elementais das figueiras determinam nosso karma, baseados em nossa conduta sexual; são anjos ligados aos Senhores do Karma que dirigem todo o Sistema Solar. Além disso, o elemental dessa planta pode ser utilizado para curar nossa função sexual. É curioso observar que o figo maduro assemelha-se a um escroto e dentro dele centenas de pequenos filamentos parecidos com espermatozóides.

 

A Árvore Cabalística

Os místicos judeus, ou cabalistas, primeiro criaram um Jardim repleto de árvores frutíferas; em seguida, estabeleceram duas delas(a árvore da ciência e a árvore do Bem e do Mal) no meio do Éden e as transformaram no centro de todo o drama da humanidade.

A Árvore Sefirótica, ou Cabalística, é um desenho mágico-filosófico que representa a Adão Kadmon, ou Homem Cósmico, Deus, e às muitas dimensões onde Ele se manifesta e trabalha. Na verdade é uma tentativa de esquematizar de forma diagramática as forças universais. A Árvore Sefirótica possui dez galhos, ou Emanações divinas, que seriam os dez mundos ou Dimensões.

Podemos notar a relação entre cada uma dessas Séfiras e as diversas Ordens de seres espirituais que se manifestam no Universo.

Cada Ordem possui seus atributos, seus poderes, suas virtudes. Conhecendo os mantras e exercícios para se entrar em contato com essas dimensões, temos a possibilidade de manipular os atributos dos Seres daqueles mesmos planos. Parafraseando o grande Hermes: “O que está em cima é como o que está embaixo e o que está fora é como o que está dentro(e vice-versa)”, descobriremos o motivo de se estudar o Diagrama Sefirótico. As potências divinas, angélicas e elementais, quando invocadas, fazem vibrar nossos diversos corpos interiores, e as virtudes e poderes desses Deuses sefiróticos se farão sentir nos átomos anímicos.

As três primeiras Emanações (Kether, Chokmah e Binah) são batizadas com o nome de Coroa Sefirótica, ou Triângulo Divino, e representam a chamada Santíssima Trindade de todas as religiões solares. São as três forças primárias organizativas de tudo o que é e o que será. A partir daí, temos as sete Séfiras, que vêm a ser os sete mundos, ou planos. Vêm a ser os sete corpos de nossa constituição interna, como já estudamos anteriormente, ou seja, de Chesed a Yesod, temos nossos corpos internos e Malkuth (o Reino) vem a ser nosso corpo físico.

Exemplos: Queremos trabalhar sobre nosso corpo astral, otimizar nossas emoções, equilibrar nossos chacras astrais e preparar-nos para os exercícios de magia prática? Trabalhemos com os anjos lunares, regidos por Gabriel! Necessitamos curar alguém com sérios desequilíbrios mentais, ou compreender as forças mentais que regem nosso Destino? Invoquemos o Meritíssimo Arcanjo Rafael, de Mercúrio, e seus auxiliares! Necessitamos unir um casal em conflito, ou encher um lar desarmônico com os Átomos do Amor, que se encontram estacionados no mundo causal(pois o Amor é a Causa e a Origem de tudo)? Realizemos a Magia do Amor com Uriel e seus inefáveis anjos rosa! Ou necessitamos despertar os atributos solares, superiores, de nossa Consciência Espiritual, como Dignidade, Humildade, Fé, Esperança, Empatia,Obediência à Lei etc.? Supliquemos ao Cristo Michael, Arcanjo de nosso Sistema Solar, que incita o fortalecimento da Geburah interior, a Bela Helena! Gostaríamos de despertar os valores guerreiros de nosso Espírito, nosso Pai Interno? Chamemos a Samael, Gênio do planeta Marte e que faz vibrar nosso Chesed Íntimo!!!

 

Prática

É necessário que você tenha, para esta prática, um vaso de plantas. Pode ser um pequeno vaso com uma roseira, violeta ou outra qualquer. Sugerimos um pé de hortelã. Relaxe o corpo como das vezes anteriores e vocalize seu mantra de preferência. Pode ser o AOM. Peça à sua Divindade Interior, ao seu Cristo Interno ou à sua Mãe Natureza Interior para que você sinta/veja a presença do elemental da planta que está no vaso. Entre em meditação e vibre com a Inteligência que existe dentro dessa planta.

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