A Magia Enoquiana

31 de dezembro de 2013 Comentários desativados

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Os Sistemas conhecidos como Magia Enoquiana, derivam do trabalho do estudioso Dr. John Dee e de Sir. Edward Kelly.

John Dee tinha uma paixão por descobrir o conhecimento “perdido” e as “verdades espirituais”, em particular, ele queria recuperar a “Sabedoria” contida em Escritos Antigos.

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Entre estes escritos estava o Livro de Enoque, o qual ele concebeu como sendo uma descrição de um sistema de magia usado por aquele Patriarca. Tendo chegado a conclusão que seus esforços em descobrir as “verdades” em escritos e livros antigos eram infrutíferas, decidiu contatar as Forças Divinas pessoalmente. Durante os anos de 1581 à 1585, Dee executou uma longa série de operações de Magia. Kelly se juntou a Dee em março de 1582, sendo seu assistente exclusivo enquanto durou seu trabalho.

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O método empregado para estes trabalhos era bastante simples para a época. Dee agia como orador e dirigia fervorosas orações para Deus e os Arcanjos, com durações que variavam de 15 minutos à 1 hora. Então um espelho mágico era colocada em uma mesa preparada, e os Anjos eram chamados à manifestar um aparecimento visível. Kelly via através do espelho mágico e relatava tudo; Dee sentava-se à outra mesa e registrava tudo o que acontecia.

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Dee fez várias cópias destes registros. Uma porção deles, relativos às Invocações Angelicais, “Tabletes” e “Liber Scientiae”, foram adquiridos juntamente com a biblioteca de Dee por Robert Cotton. Parte destes registros foram publicados no “Casaubon’s A True and Faithful Relation”. As partes mais antigas relativas à “Heptarchy” e “Liber Loagaeth” vieram à luz por meios mais indiretos.

Inicialmente, Dee aparentemente decidiu esconder os seus registros em um compartimento de um grande móvel de cedro. Depois da sua morte, este móvel passou por várias mãos. Os documentos escondidos não foram descobertos até por volta de 1662, e encontraram um destino nas mãos de  em 1672. Mais tarde a coleção de Ashmole passou para a Biblioteca Britânica.

De acordo com Ashmole, aproximadamente metade dos registros escondidos estavam destruídos. Apesar disto, os registros das operações realizadas de 1581 até 1585 mantiveram-se quase completamente intactos.

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O registro destas operações é muito detalhado; tanto que leva à um estudo cuidadoso no intuito de separar o “joio do trigo”. Há longos períodos em que as comunicações parecem não ter nenhum propósito a não ser, manter a atenção dos “Magistas” em continuar as operações. Durante estes períodos os Anjos apresentaram visões coloridas, profecias portentosas, e “fofoca angelical”, mas muito pouca informação “sólida”. Adicionalmente, o estudioso tem de lidar com incursões em doutrinas apocalípticas, política, problemas pessoais de Dee e Kelly, e várias questões irrelevantes que Dee teimou em inserir no trabalho. dee43

Cronologicamente, o trabalho de Dee e Kelly divide-se em três períodos altamente produtivos separados por meses nos quais nada de particular valor foi recebido. Geralmente o material recebido em cada período é completo em si, e sutilmente relacionado com os outros períodos. Numa interpretação mais rígida, apenas o material do terceiro período poderia ser qualificado como “Enoquiano”, mas é comum referenciar todo o trabalho como “Enoquiano”.

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O primeiro sistema de Magia “dado” a Dee foi o “Heptarchia Mystica”. Um sistema de complexidade moderada de Magia Planetária, semelhante ao encontrado nos “Grimórios Salomônicos”. O registro de sua apresentação pode ser encontrado no “Mysteriorum Libri Quinti”.

A apresentação deste sistema Mágico é de notável seqüência e ordem. São descritos com detalhes os “itens” necessários para consecução do sistema.
Relata-se também uma hierarquia angelical de 49 “Anjos Bons”, e mais adiante informações relativas aos Reis e Príncipes da hierarquia, e seus ministros.

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A maior parte das informações foram determinadas durante 1582; significativas correções relativas ao desenho dos “itens” foram determinadas na primavera do ano seguinte, depois de um hiato no trabalho.

Os anjos afirmam que o anel que eles projetaram para Dee era o mesmo que Salomão utilizava para controlar os demônios. O Anel possuía uma faixa clara na qual era fixo um retângulo. Nos quatro “cantos” deste retângulo eram escritas as letras PELE. No centro do retângulo havia um círculo cruzado por uma linha horizontal, acima desta linha havia a letra “V” e abaixo a letra “L”.

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Foram dados dois lamens a Dee, um na versão com escrita angélica e outro com caracteres latinos. O primeiro destes apresentava uma semelhança à vários Sigilos Góticos, sendo composto por várias linhas desenhadas a “mão livre” e letras dispostas sem uma ordem aparente. O “ser” que instruiu o desenho deste lamen, disse que o mesmo deveria ser usado em todas as ocasiões e locais, como o propósito de proteção.

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No ano seguinte, Dee e Kelly foram avisados por outros “Seres” que aqueles lamens eram falsos e haviam sido dados por um “espírito” ou “ser” ludibriador. Estes mesmos seres, deram a Dee instruções para consecução de “Quadrados Mágicos”, compostos por uma matriz (7×12), compostos inteiramente de letras. Ao contrário dos Lamens anteriores estes tinham o único propósito de dignificar o Magista, mostrar seus méritos para executar a Magia Heptarchica.

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A “Mesa Santa” ou “Mesa da Aliança” era a peça central do sistema de Magia Heptarchica. Seu propósito era ser um “instrumento de conciliação”; o meio pelo qual os poderes que estavam por ela simbolizados eram trazidos junto ao Magista. Como o lamen, a versão inicial da mesa, foi depois dita incorreta, e um novo desenho foi “providenciado”.dee12

A mesa possuía um tampo quadrado com o lado medindo 2 cúbitos* (algo variando entre 90cm e 104cm), com a altura de 2 cúbitos*. As pernas da mesa terminavam com a forma de taças viradas para baixo nas quais eram colocadas pequenas cópias do “Sigillum de Aemeth”. A mesa possuía borda de uma polegada, nas quais certas letras eram desenhadas, 21 para cada lado.
Próximo à borda era desenhada uma Estrela de Davi, e no centro da Estrela um “Quadrado Mágico” de 6 polegadas de lado, formado por uma matriz 3×4 contendo mais letras. Em cima da mesa eram colocados 7 “Talismãs Planetários”, chamados as “Ensignias da Criação”, cada talismã representava um corpo celeste: o planeta Vênus, o Sol, Marte, Júpiter, Mercúrio, Saturno e a Lua; no centro da mesa era colocado uma versão grande do “Sigillum dei Aemeth”.

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Quando em uso, A Mesa, O “Sigillum”, e Os Talismãs eram cobertos com um tecido de seda vermelho. O espelho mágico era então colocado em cima do tecido, diretamente em cima do “Sigillum”.

(*) Cúbito – Provavelmente a mais antiga medida linear que se tem notícia, era a distância entre o cotovelo e dedo médio. Variava entre 45 e 52 cm. O menor era chamado de “pequeno cúbito” e o maior, “cúbito real”.

Este Artigo é uma adaptação livre do “Guia de Consulta para Magia Enochiana,Origens: Os Diários de Dee.”

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O sol negro – Nêmesis

28 de dezembro de 2013 Comentários desativados

solnSuponha que o nosso Sol não estivesse sozinho, mas tivesse uma companheira. Ou seja, que nosso sistema solar fosse um sistema binário. Suponha que esta estrela companheira se movesse em uma órbita elíptica, com distância solar variando entre 90 mil u.a. (1,4 ano-luz) e 20 mil u.a., e um período de 30 milhões de anos. Suponha também que essa estrela seja escura ou, pelo menos, de brilho muito tênue e, portanto, ainda invisível para nós. Ou então, como afirmam Iniciados da estirpe de um Rudolf Steiner ou um Samael, de que esse Sol fosse de matéria astral.

Isso significaria que a cada 30 milhões de anos essa estrela hipotética companheira do Sol passaria através da Nuvem de Oort (uma nuvem de protocometas hipotética a uma grande distância do Sol). Durante tal passagem, os protocometas na Nuvem de Oort seriam perturbados. Algumas dezenas de milhares de anos depois, aqui na Terra, perceberíamos um aumento dramático de cometas, aumentando também o risco de nossa Terra colidir com os núcleos de um desses cometas.

Examinando-se os registros geológicos da Terra, parece que uma vez a cada 30 milhões de anos, aproximadamente, a vida em nosso planeta sofreu uma extinção maciça. A mais conhecida de todas essas extinções é, por certo, a dos dinossauros, há 74 milhões de anos. Daqui a cerca de 15 milhões de anos, segundo esse hipótese, deverá ocorrer uma gigantesca extinção da vida na Terra.

A hipótese de uma “mortífera companheira” do Sol foi sugerida, em 1987, por Daniel P. Whitmire e John J. Matese, da Universidade de Southern Lousiana. Foi até mesmo chamada de Nêmesis.

nemesis1O fato curioso sobre a hipótese de Nêmesis é que não há qualquer prova dita “científica”, além das experiências esotéricas de grandes iluminados, além das tradições mitológicas de seitas que “cultuavam” o Sol Negro. Nem precisaria que sua massa ou brilho fosse muito grande – uma estrela muito maior ou de menor luminosidade que o Sol seria suficiente, até mesmo uma estrela anã (um corpo semelhante a um planeta com massa insuficiente para começar a “queimar hidrogênio” como uma estrela).

É possível que essa estrela já exista em um dos catálogos de estrelas fracas sem que qualquer pessoa tenha percebido algo peculiar, isto é, o enorme movimento aparente dessa estrela em relação a outras estrelas mais afastadas (i.e., sua paralaxe). Se tal estrela fosse encontrada, poucos teriam dúvida em considerá-la a causa básica das maciças extinções da vida em nosso planeta.

Mas essa “estrela da morte” também evoca uma força mítica. Se algum antropólogo de uma geração anterior à nossa tivesse ouvido tal história de seus informantes, certamente usaria palavras como “primitivo” ou “pré-científico” para registrá-la. Considere seriamente a história abaixo.

Há outro Sol no céu, um Sol-Demônio, Anticrístico, que não podemos ver. Há muito tempo, o Sol-Demônio atacou nosso Sol. Caíram cometas e um terrível inverno cobriu a Terra. E a vida foi quase toda destruída. O Sol-Demônio atacou muitas vezes antes. E tornará a atacar de novo.

Isso explica por que alguns cientistas pensaram que a hipótese de Nêmesis fosse algum tipo de piada ao ouvirem sua história pela primeira vez – um Sol invisível atacando a Terra com cometas parece loucura ou mito. Ainda assim, sempre corremos o risco de uma decepção. Por mais especulativa que seja a “teoria”, ela é séria e respeitável, porque sua idéia principal é verificável: você pode encontrar essa estrela e examinar suas propriedades.

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Esoterismo do Sol Negro

Samael Aun Weor afirmava a existência e a realidade de um Sol Negro, irmão gêmeo deste Sol que nos ilumina e dá vida.

“Há dois tipos de ‘integração’, podemos nos integrar ao Ser e essa é a Integração Cósmica, a Cristalização Cósmica. E há outra integração, meus queridos irmãos. É a Integração Negativa; os que integram o Ego se convertem em demônios terrivemente perversos, os há: os Magos Negros que o têm cristalizado… Os Magos Negros que rendem culto a todas as Partes do Ego, que o reuniram em si mesmos, que o integraram totalmente. Essa é uma integração negativa, a integração do Ego.

Há escolas que rendem culto ao Ego e que não querem desintegrar o Ego, que o veneram como anjo… que consideram os distintos agregados psíquicos como valores positivos, maravilhosos, e que cuidam dele. Esses equivocados integram o Ego e se convertem em tenebrosos! Sumamente fortes! Magos das trevas! Há deles no Sol Negro, que é por oposição a antítese do Sol que nos ilumina; os há nas entranhas do submundo; os há em Lilith, a Lua Negra… São cristalizações equivocadas, integrações negativas.

Também existe um Sol Negro, que é o contrário do Sol Branco, e está feito de matéria astral. Esse Sol Tenebroso é a sede de terríveis e malvados seres. O Diamante Negro está influído por esse Sol Tenebroso. Orhuarpa estabeleceu o culto do Sol Tenebroso na Atlântida e essa foi a causa do Dilúvio Universal e do afundamento da Atlântida. No coração desse Sol moram seres de uma malignidade terrivelmente desconcertante. Seres tão monstruosos como jamais poderíamos imaginar. Um terrível abismo conduz ao coração desse sol.”

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O Nazismo e o Culto ao Sol Negro

Estudar os acontecimentos que terminaram por desencadear a Segunda Guerra Mundial e a atual Nova Ordem Mundial é muito relevante para os estudantes gnósticos. Isso nos leva a compreender como se encontra a sociedade moderna e todos os seus intrumentos de repressão, políticos, sociais, imprensa, materialismo, valores diversos etc.

Obviamente, o tema nazismo é muito delicado, e tratá-lo de forma imparcial é bastante difícil. Não iremos tratar das implicações políticas especificamente, mas sobre o lado dito oculto, esotérico, que envolveu o nascimento, apogeu e queda do III Reich.

Muitos livros e documentários foram produzidos sobre o tema Ocultismo Nazista. Ordens secretas, iniciados, magos brancos, magos negros, complôs para controlar o mundo, luta entre o bem e o mal etc. Onde está a verdade por trás disso tudo? Onde há fantasias? E a Gnose de Samael, o que tem a dizer sobre esse tema tão complexo?

Depois do afundamento da Atlântida, o Culto ao Sol Tenebroso se estendeu por diversos lugares, tais como a África, Norte da Europa, Pérsia (culto a Ahrimã) e, especialmente, no Tibet.

nase2Símbolo do Sol Negro, trazido do Tibet

 

A seita negra dos Dugpas, pólo contrário da Grande Fraternidade Branca do Tibet, exportou esse culto para a Europa em meados do século 20, quando pesquisadores nazistas estiveram na Ásia em busca da misteriosa cidade perdida de Shamballah. Diversos exploradores nazistas, entre eles Wilhelm Landig, Rudolf J. Mund e Jan van Helsing, confundiram o Culto ao Sol Sagrado dos Mestres da Luz com o Culto ao Sol Negro, dos Dugpas.

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No coração do Nacional Socialismo (nazismo), Heinrich Himmler, Reichsführer-SS (líder supremo das SS) e chefe da polícia alemã, um dos braços direitos de Adolf Hitler, em seus desmesurados delírios de grandeza, abraçou o culto ao Sol Tenebroso com um fanatismo nunca antes visto naquele terrível período de nossa história recente.

Himmler foi praticamente o sumo sacerdote do culto ao Sol Negro (Schwarze Sonne). Os rituais efetivados no Castelo de Wewelsburg, sede das SS, foi definitivamente, a causa esotérica do afundamento, derrota e destruição do nazismo, devido a que ali se atraiu uma energia extremamente pesada e negativa, esotericamente falando…

Na sala que vemos ao lado, Himmler reunia-se com 12 líderes das SS (os 12 Gruppenführers), “altos iniciados” das SS, no Castelo de Wewelsburg, e efetuava rituais tenebrosos ao redor do símbolo do Sol Negro.

O chefe de Inteligência das SS, Walter Schellenburg, certa vez comentou o que havia visto no castelo: “Aconteceu que eu entrei acidentalmente no quarto e vi esses 12 líderes SS sentados ao redor de um círculo, todos submergidos em profunda e silenciosa contemplação; foi de fato uma visão notável.”

Mas como se iniciou o interesse dos nazistas pelo Sol Negro?

A Sociedade de Estudos para a Antigua História do Espírito (Deutsche Ahnenerbe), mais conhecida como A Herança dos Ancestrais, foi criada no dia 1º de julho de 1935. Em seus primórdios, funcionou como um Instituto de Investigações avançadas das SS para logo se tornar independente. Ses mentores foram Henrich Himmler, Herman Wirth e Walter Darre.sala_do_sol_negro_no_castelo_de_wewelsburg

Havia 43 departamentos da Ahnenerbe, dos quais um era bastante insólito, era aquele que se dedicava a atividades ocultistas. Os interesses dessa verdadeira confraria, altamente seleta, versavam sobre a busca do Santo Graal, escavações de vestígios atlantes, exploração e contato com as culturas místicas do Tibet, práticas de yoga, estudos de antigos cultos pagãos, viagens ao interior da Terra para comprovar se esta é realmente oca etc. O grande líder dessa seção, depois de Himmler, era Friederich Hielscher, um homem enigmático e do qual há poucos dados.

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Hielscher impulsionou a famosa expedição al Tíbet (1938-39). A missão foi comandada pelo antropólogo Ernst Schaefer, acompanhado por cinco sábios alemães e 20 membros das SS.

Sob o lema “Encontro da suástica ocidental com a oriental”, conseguiram estabelecer contatos políticos de alto nível com o governo tibetano que se manifestaram, entre outros, na declaração oficial de amizade intitulada Qutuqtu de Rva-sgren. O regente tibetano pôs por escrito a atenção do notável senhor Hitler, rei dos alemães, que conseguiu alcançar o poder sobre parte do mundo”.

Foram realizados estudos raciais e se filmou um documentário. Entre os documentos que os expedicionários levaram a Berlim conta-se o Kangschur, “um conjunto de sagradas escrituras tibetanas em 108 volumes”, além de um ritual de iniciação guerreira tântrica do Kalachakra.

Porém, a mais importante e secreta missão ao Tibet teve um objetivo menos divulgado, que foi o de estabelecer contatos com os habitantes de um reino subterrâneo, chamado Agartha ou Shamballah. O resultado? É sabido que em vez de contatarem os veneráveis mestres da Grande Fraternidade Branca, como já dissemos acima, os expedicionários nazistas levaram para a capital alemã o que de pior havia no mundo: representantes do Clã dos Dugpas, adoradora do Sol Negro.


Promoção de Lançamento: Curso “A Magia da Riqueza”

28 de dezembro de 2013 2 comentários »

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Gengibre previne o cancer

27 de dezembro de 2013 Comentários desativados

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O Gengibre (Zingiber officinale) é uma planta herbácea da família das Zingiberaceae, originária da Índia e da China e da ilha de Java, de onde se difundiu pelas regiões tropicais do mundo. Outro nome conhecido no norte do Brasil, principalmente pelos indígenas, é Mangarataia ou mangaratiá. É conhecido na Europa desde tempos muito remotos, para onde foi levado por meio das Cruzadas. Em Portugal existe registro da sua presença desde o reinado de D. João III (1521-1557). A introdução do gengibre no Brasil é atribuída por muitos autores às invasões holandesas que ocorreram por volta de 1625 no Estado de Pernambuco.

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O  Gengibre é das ervas (raízes) medicinais e tonificantes um dos favoritos da cultura ‘Ayurveda’, com origem na Índia, surgiu também como um dos favoritos da culinária recentemente. Houve testes clínicos  recentes pela medicina ocidental moderna que mostra que o Gengibre tem consideráveis efeitos anti-inflamatórios e cancerígenos

Agora, houve um pequeno ensaio científico que aponta para a capacidade do gengibre de inibir e prevenir o câncer. O teste foi realizado com 20 indivíduos que foram considerados de alto risco para câncer colorretal. O câncer colorretal é o câncer de cólon ou reto. É o terceiro cancer mais diagnosticado, e é o segundo mais letal nos EUA.

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A indústria do câncer afirma que a detecção precoce possivelmente leva a prevenção da sentença de morte. Eles insistem em triagem, muitas vezes a partir dos 50 anos de idade. A triagem pode incluir biópsia do pólipo removidos ou colonoscopias e tomografias computadorizadas. Em seguida, vem o corte (a cirurgia) e o veneno (quimioterapia).

Chris Wark, de Memphis, Tennessee, foi diagnosticado com câncer de cólon estágio três na tenra idade de 26 anos. Ele passou por uma cirurgia, mas recusou-se a usar a quimioterapia em seu tratamento. Um livro, literalmente, colocado em sua porta o levou para adotar uma  estrita dieta vegetariana de consumir alimentos crus e sucos com suplementos e ervas, que foi modificado alguns meses depois por um naturopata local.

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Ele agora já está na casa dos 30 anos, é casado e com dois filhos, e ainda livre do câncer. Ele gosta de postar histórias de câncer alternativos de cura em seu site - Chris bateu o câncer. ( http://www.chrisbeatcancer.com/ )

Que o gengibre teste de prevenção do câncer

O teste piloto foi realizado em Atlanta, na Emory University do estado da Georgia, EUA. Foi publicado no Instituto Nacional de Saúde (NIH) PubMed como “Efeitos da suplementação de gengibre em Biomarcadores do ciclo celular na mucosa aparentemente normal do cólon:. Resultados de um estudo piloto, aleatório, controlado” A divisão usual de indivíduos do grupo placebo e de teste dividiu o grupo de 20 indivíduos considerados de alto risco para câncer colorretal em dois grupos de 10 cada.

Esta abordagem de duplo estudo cego é uma farsa bastante cruel para os indivíduos do grupo placebo, enquanto que utilizam medicamentos não-tóxicos. Mas os pesquisadores insistem com este protocolo ao invés de usar outros métodos como animais como cobaias para que possam aceitá-lo como uma pesquisa baseada em evidências científicas.

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Aos 10 indivíduos sortudos foram dadas duas gramas de gengibre por dia, durante 28 dias. Os mais modernos métodos da arte de testes de diagnóstico foi utilizado para observar vários marcadores em todos os 20 indivíduos negativos para a formação de câncer  Eles examinaram biópsias da mucosa retal e epitélio (camada de tecido fino) criptas (pequenas bolsas) de ambos os grupos. Após os 28 dias, o resultado da biópsia para aqueles que estavam tomando duas gramas de gengibre diário foram muito melhor do que o grupo placebo.

Os pesquisadores concluíram : “. … que o gengibre pode reduzir a proliferação de epitélio de aparência normal coloretal e o aumento da apoptose [morte de células cancerígenas] e diferenciação em relação à proliferação … [a] suportar um grande estudo para investigar estes resultados” Por outras palavras, você pode começar a usar o gengibre para ajudar a manter o câncer longe, especialmente o câncer colorretal.

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Sugestões para consumir gengibre

Você pode comprar cápsulas de gengibre, ou usar gengibre em pó para fazer uso do seu próprio modo e/ou polvilhar sobre os alimentos. Duas gramas não é quantidade muito significativa, especialmente se você usá-lo para fazer chás, outras bebidas, ou com os alimentos. Você pode comprar raiz de gengibre na maioria das lojas de alimentos naturais e saudáveis. A raiz do gengibre não está entre os alimentos top no uso de pesticidas da maioria dos alimentos de pulverizados com agrotóxicos.

Então não se preocupe se o preço da raiz de gengibre orgânico não está dentro do seu orçamento. Descasque a pele fora das raízes de gengibre antes de usá-los. Se você faz suco com um espremedor de trituração, você pode soltar alguns centímetros da raiz em seu espremedor junto com outros vegetais e maçãs. Ele tempera melhor os alimentos e fornece uma grande dose de prevenção contra o câncer. Para o chá de gengibre, é melhor usar o método tradicional de cobrir o fundo de uma panela com fatias finas de raiz de gengibre descascado, colocando-o para ferver em seguida, deixando ferver por meia hora. A parte que voce não consumir pode ser armazenado na geladeira por alguns dias.ginger 2

Aqui estão algumas sugestões de receitas de pratos com gengibre:
http://www.vegangela.com/tag/ginger/ ;
http://allrecipes.com / receita / gengibre-veggie-salteados / )
 
by: P.F. Louis (NaturalNews)
Tradução e imagens: Thoth3126@gmail.com
 
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saudavelPodemos entregar rapidamente pela Internet, clicke na imagem para pedir o seu ou ter mais informações…
 

 

 


Nibiru – O Livro perdido de Enki

24 de dezembro de 2013 1 comentário »

enki 4“Todas as escrituras antigas, a Bíblia, os mitos gregos, os mitos e textos egípcios, os textos da pirâmide, tudo, me levou aos sumérios, cuja civilização foi a primeira conhecida em 6.000 anos atrás.

Eu me concentrei na Suméria, a fonte destas lendas e mitos e textos e cheguei as suas repetidas e persistentes declarações sobre estes seres, que os sumérios chamavam de Anunnaki (Nephilins), que vieram à Terra de um planeta chamado NIBIRU

O planeta era designado, representado pelo símbolo da cruz e NIBIRU significa, “planeta da passagem [travessia].”

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As Memórias e profecias de um “deus extraterrestre” nativo do planeta NIBIRU, que é o criador do homem, o atual ADÃO (e a EVA) de ”barro” da Terra.

Algumas placas sumérias continham um diário de EA/ENKI, que foi traduzido por Zecharia Sitchin e publicado com o título “O Livro Perdido de ENKI”. Nessas crônicas ele revela que durante a realização de um conselho planetário no planeta de NIBIRU, no qual foi decidido que ele deveria criar um híbrido terrestre-alienígena (material genético de NIBIRU) através de engenharia genética, ENLIL (O Javé/Yaveh/Jeová bíblico, a principal divindade dos hebreus, o senhor deus dos exércitos do velho testamento na Bíblia) protestou duramente, argumentando que os Anunnaki tinham vindo à Terra para mineração de ouro e não para “brincar de Deus” (n.t. – Interessante essa afirmação de Enlil que sempre foi contra a criação do homem).

enkiOs dois “deuses” irmãos representados  pela cultura suméria.

Os habitantes do planeta Nibiru, os Nephilin/Anunnakis, sabiam perfeitamente da existência do Logos (o Criador) primordial, responsável pela criação e expansão da energia e da matéria que compõe o universo, mas na condição de mestres das ciências, inclusive genética, eles não se opuseram a possibilidade de interferir na evolução natural de mundos em formação, como a Terra, no passado, porque o ecossistema de seu planeta natal estava ameaçado e sob a pressão das circunstâncias eles precisavam de mão de obra (literalmente, precisavam de escravos) para a mineração de ouro na Terra, como já foi dito antes.

( O Logos [λόγος, verbo], em grego, significava inicialmente a palavra escrita ou falada—o Verbo. Mas a partir de filósofos gregos como Heráclito passou a ter um significado mais amplo. Logos passa a ser um conceito filosófico traduzido como razão, tanto como a capacidade de racionalização individual ou como um Princípio Cósmico da Ordem e da Beleza.  Na teologia católica o conceito filosófico do Logos viria a ser adaptado no Evangelho de João, o evangelista se refere a CRISTO como o Logos, isto é, a Palavra: “No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era  Deus” João 1:1 (εν αρχη ην ο λογος και ο λογος ην προς τον θεον και θεος ην ο λογος).

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Algumas placas com inscrições sumérias como a da foto acima continham um diário de ENKI, que foi traduzido por Zecharia Sitchin e publicado com o título “O Livro Perdido de ENKI”. Nessas crônicas ele revela que durante o conselho no qual foi decidido que ele deveria criar um híbrido terrestre-alienígena através de engenharia genética, seu irmão ENLIL protestou duramente, argumentando que os Anunnaki tinham vindo à Terra para mineração e não para “brincar de Deus” (Muitíssimo interessante essa afirmação de Enlil).

Como ENLIL, sempre rivalizou com seu irmão ENKI, ele utilizava frequentemente essa polêmica para acirrar suas disputas de poder, mas mesmo assim não deixava de ter uma certa razão ao expor todos os riscos inerentes às experiências de manipulação genética e ao perigo de se interferir na ordem natural das coisas no planeta Terra.

enkienlil

A vastidão do universo dá certeza de que a vida é um fenômeno constante em incontáveis mundos, sendo prova irrefutável da existência desse Logos Criador. E de fato, é interessante pensar na possibilidade de que outros seres tão inteligentes, poderosos e qualificados quanto os Anunnakis, viajem de mundos em mundos, espalhando, modificando ou aperfeiçoando a vida e contribuindo para um propósito cósmico maior.

Certamente que esse assunto incomoda a maioria das pessoas,(a maioria tem PREGUIÇA de pensar por si mesmo, pois dá muito trabalho desenvolver CONSCIÊNCIA)  mas nos tempos atuais, de avançada tecnologia, onde viagens espacias e biogenharia são assuntos correntes na mídia, essa verdade ancestral poderia e deveria (deve) ser divulgada. Esse conhecimento seria fundamental para a preparação da humanidade para a próxima passagem do planeta Nibiru.

Abaixo: Os Annunaki em painéis e estelas sumérios, assírios, também são encontrados na cultura dos egípcios e maias. Nas quatro antigas civilizações citadas, existe uma evidente presença de seres extraterrestres de todos os tamanhos e até de gigantes, como visto abaixo em uma estela da suméria.

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{“Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama.” - Gênesis 6:4}

Trechos de uma entrevista concedia por Zecharia Sitchin, onde ele revela o seu trabalho de tradução das placas sumérias:

“Todas as escrituras antigas, a Bíblia, os mitos gregos, os mitos e textos egípcios, os textos da pirâmide, tudo, me levou aos sumérios, cuja civilização foi a primeira conhecida em 6.000 anos atrás. Eu me concentrei na Suméria, a fonte destas lendas e mitos e textos e cheguei as suas repetidas e persistentes declarações sobre estes seres, que os sumérios chamavam de Anunnaki, que vieram à Terra de um planeta chamado NIBIRU. O planeta era designado/representado pelo símbolo da cruz e NIBIRU significa, “planeta da passagem [travessia].”

Segue Sitchin: “A questão em minha pesquisa então mudou de quem eram os Nefilim e os Anunnaki, para, que planeta é este Nibiru? O que me forçou a ser proficiente em astronomia,e tive que aprender bastante sobre isto para lidar com o assunto. Eu descobri que os eruditos estavam divididos. Alguns diziam que (Nibiru) era Marte, que de fato foi descrito e conhecido pelo povo antigo, e outros diziam que não, que era Júpiter. Aqueles que diziam que era Júpiter e não Marte, tinham argumentos muito convincentes do porque não podia ser Marte. E Aqueles que diziam que era Marte e não Júpiter , tinham argumentos muito convincentes do porque não podia ser Júpiter também.”

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Representação de ENKI, o deus das águas.

“Sendo capaz de ir diretamente à fonte, os tabletes de argila e a escrita cuneiforme (da cultura suméria), a mim pareceu que ninguém estava certo, porque a descrição de Nibiru e sua posição quando perto do Sol indicava que nem podia ser Marte e nem podia ser Júpiter.

E então certa noite acordei com a resposta: com certeza, é um planeta a mais que vem periodicamente entre Marte e Jupiter; e algumas vezes está mais perto de Marte e outras mais próximo de Júpiter, mas não é nem Marte e nem Júpiter.”

Sitchin continua: “Tendo entendido que esta era a resposta, que existe um planeta a mais (NIBIRU) em nosso sistema solar, tudo mais se encaixou. O significado do Épico da Criação mesopotâmico ENUMA ELISH de onde são baseados (cópia quase que verbatim) os primeiros capítulos do Gênesis e todos os detalhes sobre os Anunnaki, quem eles eram e quem eram seus líderes e como eles viajaram do planeta deles para a Terra e como caíram no Golfo Pérsico e sobre o primeiro assentamento deles, seus líderes e assim por diante, tudo ficou claro!

Os antigos Sumérios tinham um enorme conhecimento geral. Eles sabiam sobre Urano e Netuno e os descreveram e eles também sabiam sobre Plutão. Eles eram exímios em matemática e, em muitos aspectos, seu conhecimento ultrapassa (ainda hoje) o dos dias modernos (um fato mantido em sigilo para que os “eruditos de nossa civilização não passem vergonha”). Eles diziam, “Tudo o que sabemos nos foi dito pelos Anunnaki.”

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A publicação do meu primeiro livro e seu impacto, foi a compreensão de que vários povos antigos, a começar pelos Sumérios, sabiam e descreviam e falavam de um planeta a mais no nosso sistema solar (n.t. Em alguns casos algumas dessas culturas se referiam ao planeta MALDEK). Não era uma descoberta como a de Plutão em 1930 (o qual os Sumérios conheciam há 6.000 anos atrás). Plutão foi uma descoberta astronômica muito interessante, e então os livros didáticos tiveram que ser revisados. Mas para a pessoa média, o homem das ruas, realmente não fez nenhuma diferença. Nibiru, por outro lado, era uma história muito diferente. Se existe Nibiru, (e este é o planeta que os astrônomos de nossos dias chamam de planeta X) então os Anunnaki e os Nephilim TAMBÉM existem.

“Assim, a existência de Nibiru não é uma simples questão de mais um planeta em nosso sistema solar. Isto é diferente, porque se existe Nibiru, e os Anunnaki existem, então a declaração da Suméria de que eles voltam (o seu planeta) a nossa vizinhança a cada 3.600 anos, e que por vezes no passado nos deram civilização, então não estamos sós e há pessoas/SERES HUMANOS mais avançadas (em termos tecnológicos) do que nós em nosso próprio sistema solar.” 

enklivroCapa do livro “The Lost Book of ENKI” (O Livro Perdido de ENKI) de Zecharia Sitchin

Me perguntaram, “Eles se parecem conosco?” e eu disse, não, nós nos parecemos com elesEles é que nos criaram e  o fizeram por engenharia genética (o corpo humano). Eles dispararam a arma da evolução, e nos fizeram parecer fisicamente com eles, e sermos parecidos emocionalmente. Isto é o que diz a Bíblia quando diz: “Vamos fazer Adão a nossa semelhança e imagem.

Fisicamente, externa e internamente. Tanto quantos eles assim sejam, assim somos nós. (Nesse ponto é possível se discordar de Sitchin porque Nibiru existe apenas em QUARTA DIMENSÃO e a densidade dos corpos de seus habitantes Annunakis não é igual a nossa, a semelhança entre eles e nós é principalmente PSÍQUICA)

“Há uma tremenda diferença quanto ao período de vida. É isto que dá a noção da imortalidade deles. Porque um ano deles é uma órbita do seu planeta, Nibiru ao redor do nosso Sol e da estrela/Sol SÍRIUS da Constelação do Cão Maior, distante 8,7 anos luz da Terra, em uma elipse que leva 3.600 dos nossos anos para ser completada. Assim, um ano deles equivale a 3.600 dos nossos anos. Esta é uma diferença chave e fundamental entre eles e nós.

Então há a diferença entre o avanço tecnológico deles que os capacita não apenas a viajar no espaço, e ter viajado a meio milhão de anos atrás, mas também reviver os mortos e fazerem outras coisas que nos tempos bíblicos (e ainda hoje) eram consideradas milagres”. De acordo com Sitchin, a próxima passagem do 12º planeta seria entre 2012 e 2013. {n.t. apesar das descobertas de Zecharia Sitchin, suas conclusões a respeito de Nibiru não são absolutamente corretas (como tudo na vida). A próxima passagem de Nibiru pelo nosso sistema Solar será em torno de 3.440 d.C., ainda faltam mais 1.430 anos para ele retornar de seu passeio desde a órbita de SÍRIUS  na CONSTELAÇÃO DO CÃO MAIOR}.

Consta que o local de aterrissagem dos Nibiruanos foi um lugar chamado Eridu, atual Sul do Iraque. Neste local estariam diversas construções desse povo, inclusive uma pirâmide que teria sido usada por Saddan Hussein como esconderijo durante ataques ao seu país, o Iraque. Os americanos teriam conhecimento desses monumentos e de seu valor histórico inestimável, razão pela qual não o teriam destruído.

enkicaoConstelação de Cão Maior, e SÍRIUS, a sua estrela principal e a mais brilhante nos céus da TERRA.

 

Devemos esperar pelo aparecimento desse magnífico fenômeno no Céu do Hemisfério Sul. Esta inclusive seria a razão pela qual os telescópios na Argentina e no Chile foram reativados e um novo telescópio foi instalado pelos EUA no PÓLO SUL !!!. A NASA já localizou um grande objeto nos céus e estaria analisando o fato, que foi classificado como ultra-secreto, (n.t.- Trata-se de uma Estrela Anã Marron, companheira de nosso sol e não de NIBIRU que nesse momento esta muito longe, em SÍRIUS ) embora todos os dados estejam aparentemente descritos nos livros da série Crônicas da Terra de Sitchin. Como ele diz: “Assim nós humanos estaremos mais preparados para a chegada dos Anunnaki”.

 

Se existem tantas provas incontestáveis dessa atividade sobre-humana, em diversos lugares, por que os governos, em particular o norte-americano, pioneiro e o primeiro em pesquisas espaciais e ufológicas e os das demais nações ocidentais e o mundo árabe, não informam à humanidade sobre isso? De fato a resposta é simples!

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Por que a revelação de que seres extraterrestres humanóides alienígenas gigantes, vindos de outros planetas de outros sistemas estelares (um deles NIBIRU, outro é MALDEK) conhecedores de tecnologias avançadíssimas, há milhares, talvez milhões de anos, colonizaram a Terra e influenciaram geneticamente na criação e na formação da raça humana, E SE PASSARAM (e ainda se passam para a maioria dos habitantes da Terra) PELOS NOSSOS DEUSES, tudo isso causaria a ruína de todo o establishment contemporâneoa começar pelo sistema religioso global… Todas as instituições entrariam em colapsoporque “FRAUDES GIGANTESCAS E MILENARES” seriam desmascaradas e descobertas.

NOTA: Zecharia Sitchin não faz identificação alguma de ENLIL com o temperamental senhor dos exércitos, e o JAVÉ bíblico do Velho Testamento, talvez por ser judeu (russo) e por não querer diminuir a importância da divindade de sua cultura e nem criar conflito com a mesma. Outros autores, porem, identificam o temperamental e vingativo Yahweh/Javé/Jeová bíblico com ENLIL, como Neil Freer, por exemplo. (A meu ver corretamente, pois o Yahweh/Javé/Jeová bíblico é um pequeno semideus MUITO RAIVOSO, VINGATIVO E TEMPERAMENTAL da antiguidade e que também tem contas a acertar com o verdadeiro Criador).

 

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Hécate, A Deusa Das Bruxas

22 de dezembro de 2013 Comentários desativados

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Na mitologia greco-romana Hécate ocupava um lugar muito especial.
Embora seja muito pouco citada nos livros de mitologia mais conhecidos, seu culto era amplo e generalizado entre o povo. Para você calcular a importância de Hécate, ela era honrada até mesmo por Zeus, como uma Titânida dos Titãs, ou seja, uma Deusa pré-olimpiana… Hécate recebia diversos títulos, como Kratay, e Eurybia, a Deusa Forte, em uma referência aos deuses que originaram o panteão grego. Tudo isso leva a crer que Hécate é uma Deusa cujo culto já se havia estabelecido antes da própria civilização grega. Uma coisa que bem revela a importância de Hécate foi o decreto de Zeus: cada vez que alguém deitasse uma oferenda na terra sem ofertá-la a nenhum Deus específico, a oferenda era de Hécate, o que significava que Zeus reconhecia que o que estava sobre a Terra era dela, em principio… Hécate é a Senhora dos Mortos, líder do que se chama em muitas mitologias ” A caça selvagem”.

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Esta se constitui de um grupo de fantasmas e animais astrais, corvos,corujas, cachorros que uivam lugubremente, que passa na Terra ao fim de cada dia para recolher as almas dos mortos naquele dia. Ouvir cães uivando a noite é sinal certo da presença de Hécate. Nunca fiz um ritual para Hécate
sem os uivos ou latidos de cães. Do mesmo modo que lidera a Caça Selvagem, Hécate conduz as almas dos mortos e também os vivos, nas estradas, aos melhores caminhos, por isso é representada com uma tocha na mão. Ela é a Senhora que Guia, e assim podemos contatá-la.
Hécate também preside os nascimentos, por isso é chamada Protiraya, a Senhora dos Portais, sendo a vagina o portal do ingresso nesta vida. Assim, é invocada durante os partos como condutora da alma à reencarnação, junto com Artemis ( que é parteira e protetora das crianças). Infelizmente, ao menos nos livros que conheço em português, não há referências ao culto de Hécate como Senhora da Magia e dos Oráculos, geralmente por puro preconceito.

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Karl Kereny em sua obra de mitologia grega escreve o seguinte; “Hécate Trivia era cultuada nas encruzilhadas de Três Caminhos. O que as mulheres faziam nesses locais não é mais mitologia, pertence aos domínios da feitiçaria e como tal não abordarei o assunto”. Que droga, né? Hécate é representada também com um athame na mão, rezando a tradição que foi acriadora desse instrumento mágico.
Como se trabalha com Hécate? Hécate é uma Deusa muito rica, lembrando que é uma Deusa Tríplice, possuindo, pois, aspectos de jovem, mãe e Anciã.
Ela é dona do caldeirão da transformação, onde residem todas as possibilidades. Um trabalho com Hécate pode ter mil facetas justamente por isso: vc pode desde trabalhar os entraves na sua vida financeira, até seu caminho espiritual , suas capacidades mágicas e oraculares até pedir a intercessão dela em um caso de morte ou nascimento difíceis; pode pedir que Ela oriente vc ao melhor caminho nas encruzilhadas da vida… Enfim, todo o trabalho mágico pode passar por essa Deusa maravilhosa.

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Não é a toa que Hécate é chamada a Deusa de todos as Bruxas ( perdoem-me os que não usam o panteão grego). Falando em Hécate como senhora da Morte, vcs sabiam que um wiccaniano sempre medita na própria morte? A morte não é fim, nem é castigo para nós, então devemos nos preparar para aceitá-la como inevitável e natural. Devemos nos preparar para olhar a Ceifeira nos olhos e dizer que a amamos. Isso não é nada fácil, especialmente em um mundo voltado para coisas que fazem as pessoas disfarçarem a morte e o medo que têm dela…

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Egip pequeno

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Salve Jorge

22 de dezembro de 2013 Comentários desativados

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Jorge da Capadócia, Marte e Ogum do Brasil

Os mitos relacionados ao deus grego Ares e ao deus romano Marte ganharam nova roupagem na Europa cristã e ressurgiram na figura heróica de São Jorge. No Brasil, o santo-guerreiro uniu-se ao orixá Ogum para expressar novas facetas do princípio marcial.

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São Jorge é considerado um mártir dos primeiros tempos do Cristianismo. Durante a Idade Média, transformou-se num símbolo idealizado da coragem guerreira e do desapego cristão. Nenhum fato de sua lenda pode ser realmente confirmado. Considera-se que viveu no século III e que foi um soldado romano convertido ao Cristianismo. Segundo a lenda, teria conseguido resgatar a filha de um rei líbio de um dragão que a aprisionara e, em seguida, enfrentado e derrotado o dragão em troca da promessa de conversão do rei e de todos os seus súditos. Manifestações de fé e coragem tão ostensivas logo despertariam suspeitas. Preso e inquirido por seus superiores, Jorge confirmou a fé cristã e recusou-se a abjurar, enfrentando heroicamente a tortura e a morte. Acredita-se que morreu na Palestina, num dia 23 de abril, data que até hoje é a ele dedicada.

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A lenda de Jorge preservou-se entre os cristãos da parte oriental do Império Romano, a mesma que seria chamada mais tarde de Império Bizantino. Só chegou à Europa por volta do século VII, e daí em diante só fez aumentar e tornar-se cada vez mais extravagante.

As primeiras notícias sobre a lenda de São Jorge na Europa devem-se a Arculf, bispo talvez da Germânia, talvez de Périgueux, na Aquitânia (atual França), que foi também o primeiro europeu ocidental a arriscar-se em peregrinação ao Oriente Médio após o advento do Islamismo. Ao voltar de sua longa viagem, Arculf embarcou num navio que, colhido por tempestades inesperadas, foi dar com os costados na ilha de Iona, litoral da Escócia.

jorge 6Lá, o bispo aventureiro encontrou hospedagem junto ao abade Adamnan, a quem relatou suas experiências. Mais tarde, o abade escreveu De locis sanctis, uma narrativa das viagens de Arculf, que davam margem realmente a um livro dos mais interessantes. O bispo esteve nos lugares santos da Judéia, de Samaria e da Galiléia; visitou Damasco e Tiro e ainda navegou pelo rio Nilo e pelas ilhas gregas. Foi ao longo dessas andanças que Arculf tomou contato com a história de São Jorge, cuja lenda cheia de detalhes fantásticos foi incluída no livro do abade Adamnan e mais tarde chamou a atenção de outro erudito, o Venerável Bede, que por sua vez incluiu algumas referências em sua História Eclesiástica do Povo Inglês. Começou aí a paixão da Inglaterra pelo santo-guerreiro, que acabou-se tornando o patrono do país.

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Por volta do século VIII, Jorge já era bem conhecido na Inglaterra. Mais tarde, com as Cruzadas, cavaleiros que voltavam do Oriente traziam novas versões da história, que começa a tornar-se popular em toda a Europa. Contava-se, por exemplo, que o guerreiro romano fora visto a auxiliar os cruzados franceses na Batalha de Antióquia, em 1098.

No século XIII, o monge dominicano Jacobus de Voragine, arcebispo de Gênova, escreveu Legenda aurea (1265 ou 1266), obra que se tornou uma espécie de best-seller medieval.

legejorEra uma coletânea de vidas de santos e de relatos de eventos milagrosos, sem qualquer preocupação com a veracidade ou com a cronologia, mas num estilo muito familiar aos devotos da época. A lenda de Jorge ganha nesta obra seus contornos definitivos: o santo-guerreiro surge como um precursor romano do cavaleiro andante medieval, vestindo a armadura de ferro e a capa vermelha, portando lança e espada e montado em um cavalo branco para enfrentar o dragão.

No século XIV, Jorge já é admitido como patrono da Inglaterra e também de Portugal, de Veneza e de Gênova. Sua popularidade está no auge. Com o fim da era da cavalaria e com o advento do Protestantismo, o culto a São Jorge sofre alguns abalos.

jorge 4 Contudo, permanece forte entre as camadas populares, resistindo até mesmo ao expurgo no calendário religioso promovida pelo papa Paulo VI, que retira o status de santo dos personagens sobre os quais não há evidência histórica.

Fernando Fernandes

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Programação da Vivência/Curso: Páscoa das Estrelas

21 de dezembro de 2013 Comentários desativados

pasester2A Magia dos Ovos Pascais
Local: Cidade das Estrelas – São Thomé das Letras – MG
Dias: 29,30 e 31 de Março

Objetivo: De como usar os ovos de forma alternativa e mágicka para afastar energias ruins, atrair a prosperidade, a saúde, manter amores que se tem e atrair novos… Fazer deles ferramentas da magia de Cura, prosperidade, equilíbrio e prazer…

Dia 29 – Sexta feira

Manhã:
8h30 – Café da manhã
10h30 – Cerimônia de Abertura – (coleta elementos)
Local: Totem Cidade das Estrelas
11h00 – Caminhada até Toque de Abertura dos canais receptivos.
Local: Cachoeira Aratron

Tarde:
13h00 – Almoço
16h00 – Técnica de detecção e limpeza energética
Técnica de descarte
Aplicação mútua
Lista do bem (agregar) e do mal (desmanchar)
Local – Sala Pentagrama

Noite:
19h00 – Jantar
20h20 – Preparo energético água caldeirão
Lançamento dos ovos
Preparo ovo do sono.
Local: Caldeirão do Refeitório

Dia 30 – Sábado

Manhã:
8h30 – Café da manhã
10h00 – Cerimônia de Abertura
Local: Totem Cidade das Estrelas
10h30 – Caminhada até Montanha – Arremesso de .
Técnica do afastamento de um problema ou situação
Técnica de descarte
Local – Pico do Sol Radiante

Tarde:
13h30 – Almoço
16h00 – A Magia dos ovos
Preparo, sigilização e imantação dos ovos cativos.
Montagem do ovo pascal pessoal.
Local: Salão do Refeitório

Noite:
19h00 – Jantar
20h20 – Círculo de descarrego energéticko avançado.
Local: Sala de Cura.
21h30 – Fogo Transmutador. – Descarte e conquista
Local: Fogueira no ponto do Fogo.

Dia 31 – Domingo

Manhã:
8h30 – Café da manhã
10h00 – Cerimônia de Abertura
Local: Totem Cidade das Estrelas
10h30 – Ritual do Ovo do Renascer
Local: Templo de Nuit
11h45 – Encerramento
Local: Roda de Gaia
13h00 – Almoço

Instrutores: Zelinda & Arsenio Hypollito Junior

Assista ao vídeo deste evento: http://www.youtube.com/watch?v=r0PWulUjH34&list=UUfEeYMwUbLn8klu2WP29fvQ&index=1

Conheça a Cidade das Estrelas: http://www.imagick.org.br/inri/cidade_das_estrelas.html

Investimento

Pacote Completo (Vivência, Estadia e Refeição) Pague em até 12 vezes pelo Pagseguro
Participante: R$ 480,00
Membro Ativo Imagicklan: R$ 430,00

Maiores informações e reservas:
(0xx) (11) 3813.4123 ou (0xx) (11) 98768.1880 (Beth)
ou por e-mail: imagick@imagick.org.br


O que é a kundaliní?

19 de dezembro de 2013 Comentários desativados

kundalini 1Linda Johnsen entrevista Anandi Ma

- (…) Estou muito interessada nessa energia com a qual vocês estão trabalhando.

A kundaliní é um assunto pelo qual os estudantes ocidentais de Yoga são fascinados, mas acho difícil que alguém realmente compreenda. Eu tenho lido muitos livros sobre isso e, geralmente, fico mais confusa após terminar o livro do que estava antes de começar! Há grande quantidade de seminários sobre essa questão, mas nem sempre fico impressionada com as credenciais dos oradores.
Tenho a ousadia de esperar que finalmente irei receber algum esclarecimento sobre esse assunto difícil de entender. Um amigo meu, que passou a sua juventude reunindo iniciações de vários mestres, afirma que a transmissão shaktipat que recebeu de Anandi Ma foi, de longe, a mais potente e tangível iniciação que já tinha recebido. Se ela realmente é uma mestra dessas energias sutis, talvez Anandi Ma possa explicá-las em termos que eu possa compreender.

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- O que é realmente a kundaliní? – arrisco-me, perguntando-lhe.

Acrescento que, às vezes, as pessoas têm experiências estranhas ou poderosas que acreditam significar que a sua kundaliní se manifestou, mas eu não estou convencida de que isso seja verdade.

Anandi Ma sorri, os seus olhos escuros brilham, mas depois fica muito séria:

- A kundaliní é a parte da alma que surge primeiro e prepara o corpo antes que a alma possa realmente entrar nele. Depois que a criação do corpo físico está completa, ela fica adormecida na base da espinha. Os yogis utilizam essa mesma energia para alcançar novamente a alma e, depois, Deus.

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É descrita como serpentina devido à sua motilidade, a maneira como a energia se move. Baseia-se em três espirais e meia, que têm diversas interpretações diferentes. Por exemplo, diz-se que representam os três aspectos da criação: criação, preservação e destruição; também as três qualidades, sattva, rajas e tamas (pureza, atividade e inércia). Refere-se também aos três estados da consciência em diferentes níveis que conhecemos como estado de vigília, de sono e de sonho.
E, acima de tudo, é sat, chit e ananda, que chamamos de confiança, consciência e alegria. A meia espiral é o estado que todos nós devemos alcançar, conhecido como turiya, totalmente além desse nível comum de consciência.

“A kundaliní é a energia matriz, a adi shakti que, lenta e gradualmente, conduz a pessoa ao objetivo mais elevado. Como parte desse despertar, ela ocasiona, por assim dizer, alguma negatividade como parte do processo de limpeza. É isso que tem causado alguns equívocos, porque as pessoas não sabem como lidar com ela.

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Também há muitas interpretações incorretas, devido às quais as pessoas podem pensar erroneamente que tiveram um despertar da kundaliní. Nós vemos muitas daquelas pessoas. Fica claro como o dia e a noite quando a kundaliní foi despertada ou quando é alguma outra coisa. Na América, infelizmente, há confusão devido à formação cultural, e, muitas vezes, a mente não está disposta a aceitar (a experiência da kundaliní). Nessa cultura, não tomam conhecimento da kundaliní e, por isso, as pessoas acreditam que há algo de errado com elas. Esse é o problema.

“Você deve conhecer os movimentos físicos (involuntários) chamados kriyas, que são possibilitados pela kundaliní e que fazem parte da limpeza. Às vezes, você irá ouvir que há ferimentos e que surgem efeitos emocionais. Freqüentemente, depois que a kundaliní desperta, aparecem coisas como raiva e medo, mas são fenômenos muito efêmeros. É apenas um processo temporário de limpeza; os seus samskáras (tendências e desejos inconscientes) precisam ser liberados, para que a mente fique clara, de modo que a pessoa evolua.

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“Cada indivíduo terá experiências diferentes, porque o passado é diferente de pessoa para pessoa. Apesar de tudo isso, bem no início, em algum lugar, há uma sensação de paz e de felicidade. Se a pessoa conseguir se relacionar com ela e trabalhar para aumentá-la, a felicidade irá se tornar cada vez maior, até que a pessoa atinja o estágio final e, depois, será uma parte permanente do seu ser. Esse estado interior de paz e de felicidade é idêntico para todas as pessoas.

Anandi Ma suspira e depois continua:

- Infelizmente, aqui nos Estados Unidos, há muitas pessoas que fazem seminários e palestras sobre a kundaliní. Na Índia, ninguém se torna um mestre até que os seus mestres lhe peçam para assumir o encargo. Há pouquíssimas pessoas que realmente ensinam. Elas têm anos e anos de práticas e experiências. Então, e só então, irão se aventurar a ensinar. Ensinar é a última coisa que passa pela cabeça. Você precisa ser um especialista em sua área.

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Somente ler umas poucas coisas não lhe dá o domínio desse assunto. A pessoa precisa não apenas de anos de prática e de experiência e da concessão do mestre, mas também da concessão da linhagem. Essa é a energia que está sendo gerada há séculos, há milênios, uma acumulação de centenas de milhares de anos de prática. Quando ela é transmitida, isso faz diferença.

“Há séculos já estava escrito nos livros sagrados que, nesta época em especial (Kali Yuga, a Idade ou Era das Trevas), os cegos estariam na liderança e conduzindo pessoas surdas que não querem ouvir de modo algum. Portanto, é uma péssima combinação. De qualquer maneira, é bom que se esteja falando sobre a kundaliní e fazendo referência a ela, mas, às vezes, o conhecimento parcial é prejudicial, porque induz as pessoas à deturpação, causando mais problemas.

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“Não importa o que a pessoa esteja fazendo; se há alguma evolução espiritual, é a kundaliní que está trabalhando no interior da pessoa. Essa é a energia que ajuda você através das diversas experiências necessárias para a evolução individual e que, finalmente, o leva à compreensão, face a face com a realidade.
Em outras palavras, a kundaliní é como os raios do Sol. Se você deseja alcançar o Sol, segue os seus raios até encontrar a sua fonte. Essa é a unidade de Shiva  e Shaktí, surgindo e se unindo na sublime Sadashiva (a realidade definitiva e imperecível).

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Extraído do livro Filhas da Deusa – As mulheres santas na Índia de hoje, Editora
Nova Era, e digitado por Cristiano Bezerra.

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Encontrado um Vimana (UFO) de 20 mil anos

19 de dezembro de 2013 1 comentário »

vimana 1Uma peça manufaturada de Alumínio com a idade de 20 mil Anos, um trem de pouso de um “Vimana” (uma antiga espaçonave) da antiga ÍNDIA foi descoberto. 

Alguns estudiosos estão convencidos de que uma antiga e avançada civilização existiu onde a moderna nação da Índia existe hoje. Eles reclamam que as cidades-estado pré-histórica (pré-dilúvio) tinha tecnologia muito avançada, incluindo armas de alta energia, aviões a jato, e até mesmo a bomba atômica.

Agora, um artefato deslumbrante e fabricado tecnologicamente em passado remoto foi identificado por alguns pesquisadores como uma parte de um conjunto do trem de pouso de aeronaves, datado com cerca de 20 mil anos de idade, e feito de um metal que não foi descoberto pela nossa civilização atual até o início dos anos de 1800. 

vimana 3Por muitos anos, alguns pesquisadores da antiga Índia e da Ásia têm tentado convencer os céticos ocidentais de que os chamados textos religiosas do Rig Veda também  são narração de FATOS da história realmente descritiva e autêntica. Dando credibilidade às suas reivindicações existem vários artefatos manufaturados encontrados ao longo dos últimos anos e descrições detalhadas da engenharia de aeronaves vimanas e da sua construção.

A incrível descoberta na década de 1990 dos restos de uma antiga cidade no norte da Índia, cujo local ainda era altamente radioativo enviou alguns arqueólogos correndo para o local da descoberta. vimana 4

E então, um artefato muito estranho, o Wedge de Aiud (Cunha de Aiud) , primeiramente descoberta em 1973, foi visto com um novo olhar: uma antiguíssima peça de metal usinado feita de uma liga de alumínio (metal não encontrado na natureza). Originalmente se pensava para ter cerca de 400 anos, mas novos e mais modernos testes têm determinado que sua idade é de 18.000 a.C., a partir do Pleistoceno, cerca de 20.000 anos antes da descoberta do alumínio nos atuais tempos modernos.

Mais estranho ainda, alguns especialistas acreditam que o artefato pode ser parte de um trem de pouso de algum tipo de aeronave… possivelmente de um dos antigos Vimanas  indianos, as  máquinas voadoras descritas nos textos sagrados do RigVeda .

 vimana 6As super cidades-estados pré-dilúvio perdidas.

As provas que vem se acumulando durante os últimos séculos acrescenta credibilidade à ideia de que super cidades-estado cresceram na região em algum momento no final da última Idade do Gelo. A melhor evidência para a localização de algumas dessas cidades - que poderiam  ter gerado a civilização pelo mundo se encontra no norte da Índia e sul do Paquistão, e num trecho desolado do deserto de Gobi, na Mongólia, ao noroeste da China.

Essas culturas tão avançados se diz terem possuído uma tecnologia muito elevada, igual e superior em alguns aspectos à do século 21.Textos antigos se referem a edifícios imponentes, vários tipos de aeronaves, um elevado nível de ciência e engenharia, e até mesmo uma arma que os físicos de hoje acreditam que foi usado pela primeira vez nos últimos dias da Segunda Guerra Mundial: a bomba atômica.

Pode ser que essas culturas avançadas se eliminaram umas às outras por se envolver em uma guerra nuclear limitada. Evidências colhidas ao longo das últimas décadas apontam nessa direção. Talvez, depois de uma série de ataques devastadores, a rede remanescente dessas antigas e avançadas culturas desabou, sucumbindo às devastações da depressão econômica, deslocamentos da população (ao abandonar as cidades radioativas) e doença.

vimana 1aIlustração de um vimana por David H. Childress

As máquinas (Vimanas) antigas que voavam

De acordo com os reverenciados textos indianos dos Vedas, escritos em sânscrito, os Vimanas e ram máquinas voadoras. A palavravimana é usada ainda hoje na linguagem moderna indiana para se referir a aeronave . Enquanto a maioria dos vimanas eram usados para o transporte através da atmosfera, alguns foram descritos como sendo usados para viajar no espaço exterior, enquanto outros eram uma forma de submarino limitado.

Assim como aeronaves modernas, os vimanas tiveram várias configurações e tamanhos, dependendo do que eles foram projetados para realizar. Alguns tinham dois motores, como a agnihotra-vimana , outros, como a gaja-vimana , tinham mais. Ao todo, podem ter sido tantos tipos como uma dúzia de tipos diferentes de vimanas todos projetados para diferentes fins. A maioria deles voavam.

vimana 3e

Se assim for, os vestígios de uma ou mais dessas culturas pode ter servido para alimentar a lenda da grande cidade de Atlântida que aparece nos diálogos de Platão, Timeu e Crítias escritos por volta de 360 a.C. Após o colapso dessas cidades-estado, o restante da Humanidade caiu na barbárie e conhecimento da tecnologia fantástica se transformou em mito. Este ponto de vista é suportado pelo fato de que algumas das primeiras pinturas nas cavernas revelam um maior nível de sofisticação do que aquelas que foram criadas centenas de anos mais tardiamente. A raça humana regrediu e as glórias das super-cidades estado foi ocultada pelas brumas rodopiantes do tempo.

vimana 2aUm Ataque atômico … Há 20.000 anos 

Vestígios de uma antiga guerra atômica entre avançadas e poderosas cidades-estado ainda permanecem no norte da Índia, Paquistão e em partes do grande Deserto de Gobi, na Mongólia. Os cientistas sabem há muitos anos sobre a extensão de areia vitrificada que cobre uma região do Deserto de Gobi. A areia fundida, de cor esverdeada, só pode ser criada através da exposição a um calor intenso. Geólogos acreditam que a areia se tornou vitrificada pela exposição à ação vulcânica; astrônomos afirmam que um grande meteoro poderia ter feito isso; e os físicos perguntam se o vidro não foi causado por uma explosão atômica.

Esses três incidentes são as únicas coisas que poderiam ser responsáveis pela existência da região de areia vitrificada, que se situa nos trechos solitários da terra árida. Mas as origens vulcânicas estão fora, pois que não existem vulcões na região.  E também não existe evidência de uma cratera meteórica ou resíduo que seria encontrado se uma rocha do espaço batesse no deserto e deixasse cicatrizes no terreno e queimasse a areia ao ponto de fusão em vidro.

vimana 1cVestígios de uma antiga guerra atômica entre avançadas e poderosas cidades-estado ainda permanecem no norte da Índia, Paquistão e em partes do grande Deserto de Gobi, na Mongólia.

O processo de eliminação deixa apenas uma explosão atômica para explicar a estranha condição da areia,  uma região vitrificada onde nada nasce e cresce. Suportando a teoria atômica existe o fato de que uma parte da área do terreno tem um maior nível de radiação de fundo fora da área afetada semelhante. É quase como se algo que existisse na região deserta e foi vaporizado por uma explosão como as explosões que destruíram Hiroshima e Nagasaki.

Outra descoberta que confirma a existência de uma avançada civilização de cidades-estado tecnologicamente avançada cerca de 20.000 anos atrás, foi a descoberta impressionante dos restos de uma antiga cidade, Mohenjo-Daro, no estado noroeste do Rajastão, na Índia.

Mohenjo-DaroO local foi encontrado quando começou a construção para o desenvolvimento de novas habitações.

O que surpreendeu os arqueólogos foram os restos carbonizados de edifícios parcialmente derretidos e os esqueletos radioativos que foram cobertos por uma espessa camada de cinzas - confirmado mais tarde como tudo sendo radioativo. As cinzas cobriam uma área quadrada de três milhas. Outra pesquisa mostra que existiam várias cidades-estado principais e que pelo menos duas ou mais estavam em guerra uns contra os outros. Enquanto muita atenção tem sido focada nas pesquisas arqueológicas das cidade-estado do norte da Índia, pouco tem sido gasto investigando os restos da antiga explosão atômica no Deserto de Gobi.

Mohenjo-Daro 2Sitio arqueológico de Mohenjo-Daro, onde foram encontrados altos níveis de radioatividade e esquelestos radioativos.

A antiga região é considerada por alguns professores universitários locais como sendo uma precursora da civilização mais moderna chamada de Matsya, outro antigo estado da civilização védica. A cultura Matsya acredita-se estar associada a um estado anterior chamado de Jaipur. Outro texto indiano, o Mahabharata , considerado por alguns estudiosos para apresentar mais do que fato de mito, contêm passagens que descrevem em detalhe o ataque atômico sobre a cidade que a equipe de construção acidentalmente descobriu:

“Um projétil único carregado com todo o poder no Universo … Uma coluna incandescente de fumaça e chamas tão brilhantes quanto 10.000 sóis, subiram em todo o seu esplendor … Ela era uma arma desconhecida, um trovão de ferro, um gigantesco mensageiro da morte, que reduziu às cinzas uma raça inteira. “Os corpos estavam tão queimados a ponto de ser irreconhecíveis. Seus cabelos e unhas caíram, a cerâmica quebrou sem causa aparente, e os pássaros ficaram brancos . “Depois de algumas horas, todos os alimentos estavam infectados. Para escapar deste fogo, os soldados se jogavam no rio.”

vimanas 21Esqueletos com radiotividade  de pessoas mortas em explosão atômica na antiga Índia.

Essa antiga conflagração atômica descrita no livro sagrado do Mahabharata foi tão terrível e mortal como o ataque sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki em agosto de 1945. Apesar do texto sugerir o ataque de uma arma nuclear por um míssil, antigos escritos indianos também descrever em detalhes surpreendentes, as máquinas voadoras chamadas vimanas . Os textos descrevem as características de vôo, a construção, o grupo motopropulsor (um híbrido jato foguete movido por motores de plasma de mercúrio), e especificações de engenharia dos Vimanas. A misteriosa Cunha de Aiud pode ter vindo de um vimana .

 

Aiud_alum_padO Enigma do trem de pouso de alumínio de um “Vimana” com 20 mil anos: ‘A Cunha de Aiud’

Perto das pitorescas margens do rio Mures localizado a pouco mais de uma milha a leste da pequena cidade de Aiud, na Roménia, um artefato bizarro foi descoberto apelidado de Cunha de Aiud. O Pesquisador Boczor Iosif investigou a respeito encontrou a informação de que a cunha foi descoberta debaixo de 35 pés de areia. Dois ossos de mastodonte alegadamente também se encontravam perto da cunha.

Um relatório de Lars Fischinger declara que ele e um colega, o Dr. Niederkorn, analisaram a cunha no Instituto de Pesquisa e Design. Eles determinaram que o artefato era de uma liga metálica composta de 12 metais diferentes.

O relatório lista que o alumínio era o metal com a maior composição com cerca de 89% do objeto, o resto dos metais eles listaram como sendo: 6,2% de cobre, 2,84% de silício, zinco 1,81%, 0,41% de chumbo, estanho 0,33%, 0,2% de zircônio, cádmio 0,11%, 0,0024%  níquel, 0, 0023% de cobalto, bismuto 0,0003% , de prata 0,0002% e vestígios de Galium. ”

AiudHesemannFlorian Gheorghita, segurando a Cunha de Aiud

Os resultados do teste confundiram os dois pesquisadores pois que o metal alumínio não foi descoberto até o início dos anos de 1800. O Dr. Fischinger observa que a produção comercial de alumínio requer a fundição do minério em temperaturas de até 1.000 graus Fahrenheit.

Inicialmente, o objeto foi pensado para ter apenas cerca de 400 anos. Isso mudou drasticamente quando ele foi analisado cuidadosamente na quantidade de oxidação que cobre a cunha. Eles reajustaram a idade da peça em milhares de anos a mais para o passado.

É agora estimado que a Cunha de Aiud pode datar de 18.000 a.C. e essa data coincide com a idade dos vimanas descritos nos Rig Vedas da antiga ÍNDIA.

vimana 1qApós os resultados do teste das analises, a cunha foi enviado para o Museu de História na Transilvânia, Romênia, onde hoje se situa em uma prateleira, sem perturbações, por mais de duas décadas.

Finalmente, em 1995, outro pesquisador romeno, Florian Gheorghita, se deparou com o artefato no porão do museu. A cunha foi testada novamente. Desta vez, em dois laboratórios diferentes: o Instituto Arqueológico de Cluj-Napoca e um laboratório independente na Suíça. Os testes confirmaram os resultados a que chegaram Fischinger e Niederkorn.

 vimana 2wEsboço por Florian Gheorghita do artefato em questão 

Gheorghita escreveu na publicação Ancient Skies que pediu a um engenheiro aeronáutico para estudar o artefato. O engenheiro observou a configuração e o buraco perfurado na cunha e afirmou que um padrão de escoriações e arranhões no metal o levou a acreditar que a peça era parte de um trem de pouso de uma aeronave. Um esboço foi feito para ilustrar a configuração.

Uma vez que as antigas cidades-estado tinham um sistema de transporte avançado - talvez até mesmo com veículos espaciais – era fácil navegar pelo mundo apenas como as “aeronaves modernas” fazem hoje.

A evidência de engenharia metalúrgica apoia a teoria de que a misterioso Cunha de Aiud é um pedaço de um trem de pouso, que caiu de um vimana antigo há cerca de 20 mil anos atrás na atual Romênia e ficou soterrado por milênios sob os bancos de areia do rio Mures, que o  engoliu. Talvez um dia a terra venha a revelar mais de seus antigos segredos, espero que seja um vimana inteiro – e  intacto.

vimana 2erEsboço por Florian Gheorghita do próprio artefato

UPDATE:

Um  leitor do Beforeitsnews, John Cooper, chamou minha atenção para uma foto que ele postou em sua página no Facebook ( clique aqui para ver em tamanho real a foto ).

Esta é uma construção modular para um conjunto do trem de pouso. Observe as semelhanças entre os footpads do trem de pouso em sua foto e a semelhança dos esquemas de engenharia feito por Florian Gheorghita da Cunha de Aiud.

vimana ewrEsta é uma construção modular atual para um conjunto do trem de pouso.

Tradução e imagens: Thoth3126@gmail.com

http://beforeitsnews.com/alternative/2012/04/20000-year-old-aluminum-vimana-aircraft-landing-gear-discovered-2075295.html

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Benefícios da Viagem Astral

19 de dezembro de 2013 Comentários desativados

astral 1- Por William Buhlman -

Os benefícios da exploração fora do corpo se estendem para além dos limites de nossos sentidos físicos e de nosso intelecto. Após uma experiência fora do corpo, muitas pessoas afirmam que ocorreu um despertar interior acerca da identidade espiritual, uma transformação do conceito de si mesmas. Elas vêem a si mesmas como algo mais do que matéria – mais conscientes e vivas.

Elas exprimem um profundo conhecimento interior baseado em sua particular experiência espiritual. Muitas dizem estar conectadas com algo maior que elas mesmas, conectadas com a própria fonte da vida. Elas relatam o efeito de um sentimento poderoso que rompe a densa barreira da ignorância, do medo e da limitação. Durante minhas palestras, eu reqüentemente ouço relatos de um crescimento do conhecimento pessoal e uma conexão interna com o espírito. Muitas relatam uma dramática expansão de suas capacidades de percepção que se estendem para muito além dos limites do corpo físico – um envolvente sentido de entendimento baseado em experiência pessoal direta.

Talvez o mais importante benefício que alguém possa receber com as experiências fora do corpo é o reconhecimento de nossa capacidade pessoal de descobrir as respostas por nós mesmos.astral 3

Quando me perguntam: “Por que exploração fora do corpo?” Minha resposta é simples: eu preciso saber as respostas por mim mesmo. Eu encontro pouco consolo em crenças, especialmente quando elas são as mais abundantes mercadorias dos dias de hoje. Cada sociedade, cada cultura está transbordando com sua versão da verdade – uma coleção humana de convicções sem comprovações. Essas crenças se alteram com o passar do tempo, evoluindo e decaindo, enquanto que a verdade de nossa existência permanece a mesma, oculta, sob uma crescente montanha de doutrinas, dogmas, hipóteses e conclusões.

Eu acredito que o propósito desta vida é a experiência. Nós precisamos experimentar e explorar por nós mesmos. Nós precisamos descobrir e conhecer ou ser escravos das opiniões dos outros. É chegado o tempo para que reconheçamos nosso verdadeiro potencial e explorar além das crenças e convicções. É chegado o momento de descobrir a verdade por nós mesmos.

Nós dispomos dessa oportunidade hoje. Experiências fora do corpo, de forma controlada, abrem as portas para uma nova e incrível fronteira do potencial humano e de descobrimento. Possibilita-nos viajar para além dos estreitos limites de nossos sentidos físicos e descobrir as respostas para os mais velhos mistérios de nossa existência.

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QUALIDADES TRANSFORMADORAS DAS EXPERIÊNCIAS EXTRACORPÓREAS

De acordo com pesquisas e estudos conduzidos por médicos altamente respeitados, como os Doutores Raymond Moody Jr., Melvin Morse, Ken Ring, Bruce Greyson e Doutor Stewart Twemlow, as qualidades transformadoras das experiências fora do corpo são ilimitadas. A cada ano, novos estudos apontam benefícios físicos e psicológicos adicionais, derivados das experiências fora do corpo. Quando eu menciono esse fato, eu chego à conclusão de que o número de benefícios é extraordinário.

À medida que o número de experiências fora do corpo continua a crescer, é avassaladora a evidência dos benefícios de transformação existencial regularmente obtidos durante as aventuras fora do corpo.

Os itens enumerados abaixo são apresentados como um panorama dos múltiplos benefícios relatados em todo o mundo, pelos últimos trinta anos.

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OS BENEFÍCIOS

1. Desenvolvimento de uma maior consciência da realidade – De acordo com um estudo detalhado, conduzido pelos Drs. Stuart Twemlow, M.D., Glen Cabbard, M.D., e Fowler Jones, Ed.D., 86% de seus 339 entrevistados que tiveram experiências fora do corpo informaram terem adquirido uma maior consciência da realidade. No mesmo estudo, 78% das pessoas informaram ter recebido benefícios duradouros.

2. Verificação pessoal da imortalidade – Esse é um poderoso elemento de transformação existencial vivenciado por milhões de indivíduos a cada ano. Sem dúvidas, as experiências fora do corpo fornecem uma evidência verificável e em primeira mão de nossa capacidade de existir fora e independentemente de nosso corpo físico.

3. Acelerado desenvolvimento pessoal – O reconhecimento e a experiência de que nós somos mais do que nossos corpos abre níveis completamente novos de desenvolvimento pessoal. Eu acredito firmemente que experiências controladas fora do corpo e iniciadas pelo próprio indivíduo são o que há de mais revolucionário no que tange ao desenvolvimento pessoal. Uma vez que nós possamos acessar e controlar conscientemente nosso eu extrafísico, podemos abrir as portas para um conhecimento ilimitado sobr e nossa mente subconsciente e dominar nossa habilidade de explorar o universo. Tudo que se refere ao potencial humano é extraordinariamente expandido para além de todos os conceitos e compreensão.

4. Uma diminuição do medo da morte – Quando nós temos a experiência de estarmos conscientes fora e independente de nosso corpo, nosso medo da morte se reduz consideravelmente. O medo da morte é o medo do desconhecido. Uma vez separado de  meu corpo, você sabe que você continua. Eu tenho descoberto que, quanto mais experiências fora do corpo nós tivermos, menor será o nosso medo e ansiedade quando a morte estiver perto.

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5. Aumento das faculdades psíquicas – Premonição, telepatia, premonições, profecias, a faculdade de enxergar as auras e as muitas outras faculdades psíquicas são freqüentemente relatadas como faculdades que foram ampliadas com as experiências fora do corpo. A razão disto ainda é desconhecida, mas muitos acreditam que é simplesmente um resultado natural de nós mesmos, nos tornando mais afinados com nossos sistemas internos de energia.

6. Um intensificado desejo por respostas – Uma vez que se reconheça que as respostas são possíveis, muitas pessoas iniciam uma busca espiritual, a fim de solucionar os mistérios que elas traziam desde a infância.

7. Percepções sobre a morte – A experiência fora do corpo fornece a evidência de que o processo de morrer não seja uma experiência dolorosa ou assustadora, mas, ao contrário, uma maravilhosa aventura espiritual.

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8. Acelerada Evolução Humana – A verdadeira evolução de nossa espécie não é uma mudança biológica, mas sim a evolução de nossa consciência. À medida que nosso mundo se torna cada vez mais complexo, existe uma necessidade interior de descobrir a razão oculta por detrás das mudanças físicas que percebemos ao nosso redor. Essa necessidade de conhecer as respostas para as muitas perguntas sobre os mistérios que nos rodeiam levará nossa espécie ao próximo nível de evolução. Quando olhamos para o passado da evolução humana, nós observamos uma clara mudança das sociedades baseadas em atividades físicas, com as sociedades agrícolas, para uma nova sociedade baseada nas qualidades do pensamento, como as sociedades tecnológicas. Futuramente, nossa espécie estará pronta para o próximo grande passo: o reconhecimento e verificação de nosso ser espiritual e a exploração das dimensões extrafísicas.

9. Cura Espontânea – Existe um grande número de relatos de indivíduos que afirmam terem curado a si próprios e curado outros, quando estavam fora do corpo. Freqüentemente, essa cura é iniciada através de um pensamento focalizado diretamente naquela área específica do corpo.

10. Uma Expansão do Autoconhecimento – Em vez de vermos a nós mesmos como seres físicos possuindo uma alma, muitos reconhecem a si mesmos com almas (consciências) que temporariamente estão utilizando um corpo biológico.

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11. Expansão da Espiritualidade – Muitas pessoas relatam profundas visões de sua  natureza espiritual, com fortes conexões com sua essência espiritual. De acordo com uma pesquisa fenomenológica, conduzida pelo Dr. Stuart Twemlow, 55% dos participantes se referiram às suas experiências fora do corpo como uma experiência espiritual. Além disso, muitos informam uma profunda conexão com sua essência e uma profunda compreensão de sua natureza espiritual. Uma compreensão definitiva de estar conectada a algo maior que elas mesmas. Se chamamos isso de espírito ou de mente universal ou Deus ou outra forma, o fato é que existem relatos consistentes de uma poderosa conexão interior.

12. Reconhecimento e Experimentação das Influências de Vidas Passadas – O notável trabalho do Dr. Weiss e outros respeitáveis médicos e terapeutas que utilizam a hipnose tem fornecido evidências convincentes de que as vidas passadas são um elemento importante de nossas condições psicológicas e temperamentos atuais. Essas memórias subconscientes podem ser exploradas através das experiências fora do corpo.

13. Acelerada Transformação Espiritual – Experiências fora do corpo nos auxiliam a libertarmo-nos de atavismos e velhos hábitos mentais. Em muitas ocasiões, as pessoas me falam que o choque de verem a si mesmas independente de seus corpos físicos lhes deu uma perspectiva mais iluminada sobre a sua atual existência física. Essa visão ampliada de si mesmas tem sido um instrumento para o despertar de novos níveis de crescimento pessoal e de compreensão.

14. Obtenção de Respostas Pessoais – Todos nós temos perguntas sobre nossa existência: o que somos nós? Qual é a nossa finalidade aqui? Nós continuamos? O que se ganha com a vida? Essas perguntas e muitas outras podem somente ser respondidas através de experiências pessoais. A experiência fora do corpo fornece um método poderoso para todos nós possamos obter as respostas que buscamos. Por que nos fixar em crenças quando as respostas estão disponíveis?

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15. Encontro com ser de luz, um anjo ou algum tipo de residente extrafísico – Muitas pessoas relatam um encontro pessoal frente-a-frente com alguma forma de habitante extrafísico. O Dr. Stuart Twemlow relata que 37% de seus grupos de estudos estavam cientes da presença de um ser extrafísico, enquanto que 30% informaram a presença de guias ou auxiliares.

16. Um ampliado respeito pela vida – Uma notável aversão à violência e à morte aparece. Por exemplo, a idéia de caçar ou matar um animal torna-se repugnante. Eu acredito que isso é devido ao conhecimento pessoal que é obtido, referente à nossa interconexão espiritual.

17. Um ampliado sentido de auto-respeito, responsabilidade e dependência oculta – Muitos reconhecem, freqüentemente pela primeira vez, que eles são o centro criativo de suas existências físicas. Eles freqüentemente experimentam o vasto potencial e poder de seu ser interior e extrafísico e tocam a sua essência criativa. Muitas pessoas informam que, mais do que nunca, eles são completamente responsáveis pelos seus atos, tanto em pensamentos como em ações.

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18. Uma redução na hostilidade, violência e criminalidade – As pessoas que experimentaram a noção de ser mais do que corpos físicos freqüentemente percebem a autodestruição provocada pelo ato de roubar ou prejudicar os outros. Isso é devido à compreensão do fato de continuarem a existir além do corpo físico. Uma vez que elas agora compreendem que continuam a existir além da morte, elas então percebem que suas responsabilidades pessoais também continuam.

19. Aumento de conhecimento e sabedoria – Somente a experiência gera sabedoria e as experiências fora do corpo possuem a capacidade singular de fornecer um conhecimento e sabedoria muito além dos limites de nossas percepções físicas.

20. Um profundo sentido de conhecimento contrapondo-se à crença – O conhecimento pessoal é poderoso e transformador, especialmente quando comparado às crenças. As experiências fora do corpo fornecem um conhecimento verificável objetivo, em primeira mão de nossa imortalidade e de nossa identidade espiritual. Isso não pode ser adequadamente explicado – deve ser experimentado.

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21. Uma calma interior – Um sentimento de paz que advém do conhecimento, em vez da esperança de sermos verdadeiramente imortais.

22. Um ampliado gosto pela vida – Existe um entusiasmo inerente às explorações fora do corpo que dificilmente pode ser traduzido em palavras – um gozo, um regozijo que atinge as profundezas de nosso ser. A percepção de que somos muito maiores que nossa atual personalidade ou ego. Quando nos separamos de nossos corpos físicos e ativamente exploramos nossos arredores, nós sabemos profundamente que somos os verdadeiros exploradores. A própria vida se torna uma aventura, uma excitante jornada do descobrimento. O entusiasmo interno que sentimos é inconfundível, um sentimento interior de que estamos trilhando um caminho além do nosso tempo.

23. Ampliação da inteligência, rememoração e melhoramento da criatividade – Muitas pessoas relatam que suas experiências fora do corpo, de alguma forma, ampliaram suas percepções da realidade e inteligência. Algumas acreditam que experiências fora do corpo possam ter estimulado áreas de seus cérebros que não eram utilizadas durante a vida física normal. De um ponto de vista biológico, isso poderia ser fruto de uma estimulação do lóbulo temporal direito ou a glândula pineal. A explicação médica para isso ainda é desconhecida, mas, de acordo com extensas pesquisas conduzidas pelo Doutor Penfield, um neurocirurgião canadense, quando o lóbulo temporal direito é estimulado por suaves correntes elétricas, os pacientes informaram regularmente terem tido experiências fora do corpo. Além disso, há uma evidência substancial de que o lóbulo temporal direito é misteriosamente ativado durante a morte ou durante as experiências de quase morte. Há uma pesquisa que sustenta a existência de conexões entre o cérebro biológico e o nosso sistema energético extrafísico. Se assim for, então, talvez haja interações tanto elétricas quanto químicas que ainda desconhecemos. Todo esse estudo requer pesquisas adicionais.

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24. Uma sensação de aventura – Cada dia e cada noite é uma oportunidade para experimentar uma nova aventura. O autor, Tom Robbins, talvez tenha dito da melhor forma: “A maior aventura humana é a evolução da consciência. Nós estamos nessa vida para engrandecer a alma e iluminar o cérebro”.

Os benefícios das experiências fora do corpo são uma realidade que podem se experimentadas por todos. Tudo o que precisamos é uma mente aberta e uma orientação adequada, para acessar nosso ilimitado potencial. A capacidade de explorar áreas invisíveis do universo está agora disponível, mas cabe a nós a decisão de darmos o passo adiante, transformando-nos de meros observadores curiosos em ativos exploradores. Eu acredito que esse passo é crucial para nossa vida e para a nossa evolução. A decisão de explorar além dos limites de nosso corpo pode nos fornecer um método eficiente, para obter as respostas e discernimentos que procuramos.

Essa viagem da consciência, do plano físico para o plano espiritual, é uma realidade da qual não podemos escapar – nossa única e real decisão é a decisão de iniciá-la.

(Texto extraído do livro “Aventuras Além do Corpo” – William Buhlman – Ed. Ediouro)

- Nota de Wagner Borges: William Buhlman é projetor consciente e autor do ótimo livro “Aventuras Além do Corpo” (publicado no Brasil pela Editora Ediouro), uma das obras de referência séria dentro do estudo das projeções da consciência. O link para a página eletrônica do pesquisador americano é esse:
http://www.mach1audio.com/out-of-body/

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O RUACH: A ENERGIA ESPÍRITO

15 de dezembro de 2013 Comentários desativados

ruach

A palavra Espírito vem do Latim Spiritus e significa Sopro Vital.

O equivalente em grego é Pneuma e foi traduzido no Novo Testamento como Espírito. É equivalente ao Purusha hindu ou à Farinha do Ar (Nwire) dos druidas, no Antigo Testamento corresponde ao Ruach dos judeus.

No dicionário Aurélio lemos sobre a palavra espírito: ” Parte imaterial do ser humano; alma. Entidade sobrenatural ou imaginária
como os anjos ou duendes. Imaginação, inteligência. “

Percebe-se que há uma imprecisão quanto a este termo no dicionário. Mas, do ponto de vista esotérico, espírito designa a energia que dá Vida e Forma à Matéria e que se manifesta quimicamente como força de atração, adesão, coesão e repulsão. Daí se percebe a confusão que os espíritas fazem ao dizer: ” que há espíritos por toda parte “. Querendo com isso dizer que as almas dos mortos estão em todas as partes e pululando ao nosso redor. Isso é um equivoco. Ao nosso redor existe sim espírito: energia vital nos envolvendo. O contato com almas desencarnadas é possível mas se dá por meio da elevação de nossa consciência ao planos vibracionais em que se encontram aqueles a quem queremos contatar.

Análise da palavra espírito em sua correspondente hebraica, ‘rvach’, é muito interessante.ruach 2

RUACH { j w r } { Chet – Vav – Resh }

Em Ruach:

A letra R: significa cabeça. – A cabeça é o local no qual o cérebro transforma a energia radiante em vários  estados mentais. Essa energia radiante é proveniente do Sol, aliás, tudo o que existe em nosso Universo é apenas a energia Solar em graus diferentes de
frequência vibratória.

R ( Resh – r em hebraico ): corresponde ao Arcano 19 do Tarot: O Sol. – O Sol é um dínamo ou uma bateria no qual o Sopro Vital se concentra e de lá se irradia em nosso Sistema Solar. As atividades físicas e as propriedades irradiativas do Sol são apenas exteriorizações e aparências para algo ainda mais poderoso: a consciência.

A Consciência é o poder dominante no Universo, o regulador de tudo.  Consciência é a cabeça ( resh ) para toda a criação. Logo, na palavra Ruach,  o r inicial é símbolo para a Consciência Maior, o Pai.

A letra V: significa prego. É a segunda letra da palavra Ruach. V ( Vav – w em hebraico ): corresponde ao Arcano 5 do Tarot: O Hierofante.

Vav é usado como conjunção ” e ” e é, portanto símbolo de União. Vav se liga ao signo de Touro que governa as orelhas, língua e maxilar inferior e a garganta do homem. Ora, pescoço e a garganta unem a Cabeça ao Corpo.

Ouvir é o elo entre os hemisférios cerebrais. Esta união é feita via palavras.

Palavras são sons formulados pelos movimentos da língua, maxilar inferior e vibrações na garganta. Logo, a letra Vav refere-se a vibrações sonoras.

Na tradição indiana, o sutil princípio da audição é chamado Akasha. Akasha é considerado a substância primordial, como um grande oceano no qual todas as formas estão em movimentos ondulatórios. O Akasha é o elo entre o fogo e a água, entre o ar e a água e entre o ar e a terra. É o conector, o cimento, das várias atividades cósmicas. Significa dizer que vibrações sonoras conecta, une, liga todas as energias cósmicas bem como é a substância básica do qual todas as coisas adquirem forma, aparência.

Podemos, logicamente, afirmar que Vav em Ruach representa o Som como meio de expressar a consciência. Releia as instruções dadas sobre o Arcano 5, no  Grau anterior para aprofundar essas noções.

A letra Vav é equivalente a Palavra ou Logos, o Construtor do Universo, identificado no Novo Testamento como o Filho, que é, também o Mediador.ruach 3

Na kabalá, Vav se relaciona a Sexta Esfera, Tipharet, a Beleza. É Tipharet também chamado de Filho e se relaciona com um aspecto especial da consciência chamada: Inteligência da Mediação das Influências e conecta o acima e o abaixo, a Coroa (Kether) à Fundação (Yesod), e esta ao Reino (Malkut). Portanto, Tipharet é o Filho e o Mediador. Além disso, Tipharet é chamado Melek , o Rei, o que implica que esta esfera é a Esfera do Ungido ou do Cristo.

A letra Ch: significa campo ou cerca. – É a terceira letra da Palavra Ruach. – Ch ( j em hebraico ): corresponde ao Arcano 7 do Tarot: O Carro. ( Ch quando pronunciado tem o Som do nosso RR, como em Carro )

Seu significado denota limitação, circunscrição. Implica, ainda, a delimitação de uma área com propósitos de cultivo. Chet se relaciona ao signo de Câncer, que regula o peito e as glândulas mamarias. Os ossos do peito protegem órgãos vitais e as glândulas mamarias fornecem o leite ao bebê. Por isso, Câncer se vincula à idéia de nutrição e proteção.

Pelo seu significado e pela sua atribuição canceriana, Chet sugere que os poderes do ser humano que se localizam na região peitoral e que estão bem protegidos, são os que tem de Ser cultivados, ou desenvolvidos em forma e qualidade. Câncer é regido pela Lua, um símbolo para o subconsciente, e isto sugere que os poderes em questão pertencem ao campo de manifestação do subconsciente, como eles de fato são. Portanto, a letra Chet, através de sua conexão com funções orgânicas abaixo do pescoço, e sua função de preservação e manutenção da Vida, correspondente ao aspecto do Poder Vital que os cabalistas chamam de: a Noiva.

RUACH { j w r } { Chet – Vav – Resh }

A palavra Ruach, portanto, nos chama a atenção para o fato de que os poderes internos do homem encontram-se latentes em sua cabeça (primeira letra Resh). Em seguida, informa-nos que as funções coordenativas e conectivas destas energias se manifestam na personalidade humana via olhos e garganta (segunda letra Vav) que contém órgãos que capacitam o ser humano a produzir sons (palavras através das quais ele expressa estados de consciência emanados da cabeça). A última letra de Ruach (Chet) designa as funções do tronco no corpo humano. Essas compõem vários campos de atividades das operações mentais que se originam na cabeça e podem ser cultivados e melhorados, através da ação, que são delineadas pelo pensamento (palavra não – sonora) e articuladas pelas palavras.

Como a Letra Resh representa o Sol, ela corresponde ao Ouro Alquímico. Similarmente, Chet representa o signo de Câncer, que é regido pela Lua, logo alude ao Prateado Alquímico, símbolo lunar. Portanto, podemos, também considerar RUACH como sendo Sol e Lua ou Ouro e Prata.ruach 4

O Ouro Alquímico: ou Solar é uma das correntes de energia que percorre o corpo humano. Essa corrente é elétrica e é representada em diagramas esotéricos, no oriente pela cor Vermelha.

A Prata Alquímica: ou Lunar é uma segunda corrente de energia que percorre o corpo. Ela é fria e magnética. Os yogues representam pela cor branca, exatamente como os brasões europeus também representam a lua e a prata pela mesma cor.

Pela leitura do presente texto, percebemos que o Espírito não é uma abstração metafísica. O Espírito é o poder manifestante que dá forma a tudo aquilo que constitue nosso ambiente físico. Tudo o que vemos e tocamos é um aspecto, uma aparência do Espírito Único. É a realidade Velada pelas diversas formas que percebemos.

Em resumo, Espírito é a pura Consciência (R). É o que integra e desintegra as formas, através das vibrações sonoras (V). Ele realiza essa integração e desintegração através das palavras e tudo aquilo que se manifesta, que se materializa contém, em si, a Oculta Palavra do Espírito (Ch).

Espírito é aquilo que os hindus chamam de Purusha e a Bíblia usa Ruach no Velho Testamento, enquanto que o Novo usa Pneuma. Infelizmente, os teólogos têm ocultado e interpretado equivocadamente este belo significado do que seja Espírito.

O Espírito não é algo vago ou sobrenatural. É uma definida e natural energia que aparece em nosso mundo na forma dos objetos percebidos pelos sentidos. Essas palavras que você está lendo é Espírito, bem como a tinta que as tornam visíveis. Cada coisa material é, na realidade, o Espírito Único expressando-se através da combinação de vibrações que estão dentro do nível humano de percepção.

Para finalizar, cabe esclarecer que quando nos referimos ao desenvolvimento espiritual ou desabrochar de nossa espiritualidade, nos referimos à liberação das potencialidades latentes de Ruach ou Sopro – Vital. Essas potencialidades são limitadas pela nossa personalidade e pelo nosso presente estágio de evolução.ruach 5

Espiritualizar-se não significa ganhar ou adicionar qualquer coisa em seu ser.

Espiritualizar-se significa exteriorizar, expressar os poderes que já estão em ti.

É manifestar as habilidades que se encontram ocultas, adormecidas.

É o que se encontra dentro de você que vem à tona.

Nesta direção, o treinamento esotérico, bem como as artes marciais não têm outro objetivo que não seja este: Espiritualizar o SER.

Antônio Vicente – Frater ADN BN Aiwass – 525

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Curso de Kabalah do Imagick

 


Uma escalada ao mundo perdido

14 de dezembro de 2013 1 comentário »

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Monte Roraima

 

Idílico, lendário, amaldiçoado, inatingível, misterioso. Poucos locais congregam tamanha aura de fábula e mistério quanto o Monte Roraima, de 2.739 metros. Encravado no extremo norte do Brasil, na fronteira com a Guiana e a Venezuela, o Monte Roraima é uma gigantesca chapada com paredões íngremes de arenito rajado de mais de 500 metros de altura. O Roraima irrompe abrupto da Floresta Amazônica como as falésias de uma ilha num oceano verde. Quase sempre oculto pela neblina, o topo é açoitado por vendavais. . .b2e

. . O primeiro europeu a avistar o Roraima foi o poeta e explorador inglês sir Walter Raleigh (1552-1618). Em “A descoberta da Guiana” (1596), o relato de sua busca do Eldorado, a lendária cidade de ouro perdida na selva, Raleigh fala de uma “montanha de cristal”. Lá em cima, havia uma cachoeira. Penso não existir no mundo catarata tão estranha nem tão maravilhosa ao olhar. Nenhum homem ascendeu ao topo da montanha. O caminho era intransponível.b2

Intransponível é um certo exagero. Quase 300 anos depois, em 1886, o botânico inglês sir Everard im Thurn descobriu um caminho para subir ao topo, pela Venezuela. O primeiro brasileiro a chegar lá em cima foi o marechal Cândido Rondon. Em 1927, ele fincou ali a pedra que demarca a tríplice fronteira entre Brasil, Guiana e Venezuela. Mas a imponência da montanha permaneceu um desafio para os escaladores por mais um século. Só nos anos 1970 uma equipe inglesa conseguiu chegar ao topo pela parede.

O feito foi repetido apenas duas vezes, por equipes americanas. Um grupo brasileiro também chegou ao topo, em 1991, mas pelo lado nacional, onde a parede é bem mais baixa. Em janeiro, pela primeira vez um trio de escaladores brasileiros conquistou a face mais desafiadora do Roraima.b3

Há séculos a montanha fascina exploradores. Ela inspirou sir Arthur Conan Doyle, o criador de Sherlock Holmes, na ambientação de O mundo perdido (1912), romance sobre uma expedição a um platô esquecido na Amazônia, infestado por dinossauros. Para os índios pemons da Venezuela, o monte é Roraimu, o “gigante azul” (de rora, azul, e imü, grande), o lar de Makunaíma, o deus da tempestade.

Em 2007, o fascínio do Roraima levou os desenhistas do estúdio de animação Pixar a viajar pelo topo (em helicópteros) para estudar sua vegetação e relevo. O Roraima foi o modelo do Paraíso das Cachoeiras de Up – Altas aventuras (2009), o cenário inóspito que o rabugento Carl e sua amada, Ellie, sonhavam explorar desde a infância. “O Roraima é a parede mais exótica do Brasil. A montanha é mágica”, diz o paulista Eliseu Frechou, de 41 anos, 26 deles dedicados à escalada em rocha.b3e

Frechou e seus amigos, o fotógrafo Marcio Bruno de Almeida, de 35 anos, e o empresário Fernando Leal, de 50, embarcaram em 9 de janeiro num helicóptero Long Ranger na cidadezinha venezuelana de Santa Elena de Uairén. Após uma hora de voo e 130 quilômetros de floresta, já no território da ex-Guiana Inglesa, o helicóptero atingiu a base do maciço rochoso.

O piloto venezuelano, Rafael, flanqueou a falésia à procura de uma clareira. Não havia. Avistou uma brecha na mata e gritou: “É aqui. Pulem que daqui eu não passo”. Os brasileiros jogaram 170 quilos de equipamento – e saltaram. “A gente resolve a vida assim, em 30 segundos. O caminho é sem volta”, diz Frechou.b4r

Em 2008, a equipe havia decolado num helicóptero de Boa Vista, em Roraima, mas não conseguiu pousar. “O piloto deu para trás”, diz Frechou. “A montanha é assustadora. Está sempre coberta de nuvens. Estamos na linha do Equador, tudo a nossa volta é tropical, mas o Roraima está sempre frio e com chuva. Rafael é o cara.” A decisão de voar até a montanha pela Venezuela e escalar pelo lado da Guiana foi estratégica. “A parte brasileira do monte fica num parque nacional, e para chegar nele é preciso passar pela reserva indígena Raposa-Serra do Sol. É preciso pedir permissão à burocracia do governo”, diz Frechou.

Na Guiana não há nada disso. E as paredes são maiores.” 

b5 O trio viveu 12 dias enganchado na parede do Roraima até atingir o topo, em 22 de janeiro. Foram 650 metros de ascensão, sendo 500 metros de rocha vertical. “Eu já escalei no frio e no deserto, mas nunca tinha escalado num lugar tão inóspito e selvagem.” A afirmação não é trivial. Instrutor de escalada, Frechou mora em São Bento do Sapucaí, São Paulo, com a mulher e os três filhos moleques.

De sua janela se vê a Pedra do Baú, uma das paredes mais difíceis do país, onde treina desde adolescente. Seu currículo inclui os mais perigosos desafios geológicos verticais do planeta. Em 1994, enfrentou em nove dias os 850 metros do El Capitan, no Parque Yosemite, na Califórnia.bkukenan-Roraima-Brasil

Em 1996, foi ao Mali para subir em seis dias – a temperaturas de até 53 graus célsius – os 550 metros do Kaga-Tondo, no Deserto do Saara. Frechou subiu dezenas de paredes no mundo. Faltava o Monte Roraima. Para chegar à base da parede, os brasileiros cruzaram 1 quilômetro de pântano com lama pelas canelas.

Aproveitaram a luz da tarde para estudar a parede e, traçando rotas imaginárias no penhasco, escolher a que parecia ser a melhor – ou a única viável. Em 10 de janeiro, o primeiro dia da escalada, acordaram às 4h30, tomaram café, comeram frutas secas e cereais. Às 6 horas estavam na parede. Márcio Bruno liderava. “O começo me aterrorizou um pouco”, diz. “Tinha muita rocha podre.b6

Passei a corda numa pedra maior que uma bola de basquete. Ela se mexeu. Devia pesar uns 40 quilos. Se tivesse rolado, nos arrastaria parede abaixo.” Frestas e brechas com pedra solta, terra e sujeira – além de escorpiões-negros que infestam toda a parede – eram uma constante.

Apesar da instabilidade da rocha, no fim do dia eles venceram os primeiros 120 metros. Dormiram num platô. No dia 11, a parede deixou de ser vertical para ganhar inclinação negativa. Os homens, agarrados à rocha, viraram lagartixas. Nos três dias seguintes, eles avançaram 200 metros. Paravam quando achavam um platô com espaço para amarrar os equipamentos e a si próprios nos sacos de dormir. Dormiam enganchados à beira do abismo.b7

“Na tarde do quinto dia, o tempo ficou ruim. Começou a chover”, diz Frechou. No sexto dia, eles chegaram a um platô de 4 metros quadrados. E ficaram. “Foram quatro dias amarrados na parede, dormindo um por cima do outro, sem poder se esticar. Prendemos uma lona para nos proteger do vento, mas não havia jeito. A chuva era torrencial. A água escorria pela parede. Ficamos encharcados.” A única boa lembrança daqueles dias foi a comida liofilizada. Eles ferviam água da chuva e enchiam saquinhos para reidratar o alimento. “Tinha peito de peru, mousse de chocolate e açaí. Era bom para caramba!”, diz Frechou. O tempo era gasto em conversas ao som de iPods com Neil Young, Nathalie Merchant, música eletrônica e trance progressivo. “Irado!”bMount_Roraima_photo

No oitavo dia a chuva parou. “O plástico salvou nossa vida. Passamos mal, mas não adoecemos”, diz Bruno. Com o céu azul, retomaram a subida. Mas, com a rocha ainda úmida, o avanço foi pequeno. A arrancada ao cume começou no dia 19. Os últimos 200 metros de parede foram vencidos em 72 horas. Às 12h45 de 22 de janeiro, Frechou atingiu o topo. A sua frente, e vários quilômetros além, estendia-se o cimo da chapada. Lá em cima não há árvores, só arbustos, rocha e poças d’água. “Vimos pássaros, um gambá e montes de caranguejeiras do tamanho de laranjas”, diz Frechou.

“As aranhas eram atraídas pelo calor de nossos corpos e pelo sal do suor. Entravam nas roupas, nas botas e meias. Mas não fomos picados.” Para chamar o helicóptero, dispararam o spot, aparelho que enviou um sinal por satélite a Rafael.bf4

Ele decolou ao raiar do dia. Às 7 da manhã, o helicóptero recolheu os brasileiros. Eles estavam magros, com as mãos esfoladas, mas vivos. E sem fraturas. “Agora, meu sonho é Madagascar”, diz Frechou. “Em 2011, quero subir os 800 metros do Tsaranoro.”


As Pirâmides e as Interligações Cósmicas

14 de dezembro de 2013 Comentários desativados

A humanidade ainda desconhece a maioria dos segredos que as pirâmides encerram…

Apesar dos inúmeros estudos realizados no decorrer dos séculos, ainda nos deparamos com características surpreendentes, que desafiam a mente de estudiosos, pesquisadores e curiosos!

O mistério que cerca as pirâmides começa pela sua idade: quando teriam sido realmente construídas? Oficialmente, as grandes pirâmides foram construídas entre 2.650 e 2.500 a.c mas, segundo resultados de testes com o carbono – 14, a idade verdadeira da Pirâmide de Queóps, por exemplo, é de 71.000 a.c!!!

Igualmente fantásticos são os resultados obtidos na exame das pedras utilizadas na sua construção: os 2.600.000 blocos com 31.200.000 toneladas parecem ter sido cortados por alguma lâmina de serra , e apresentam furos perfeitos! Os engenheiros que examinaram esses furos concluíram que foram feitos por instrumentos de grande precisão – que não existiam à época da sua construção!Além dessas informações, outras nos impressionam e nos levam a questionar o objetivo real da construção das pirâmides. A ciência dos números, pesos, medidas, astronomia e astrologia estão simbolizados naqueles monumentos:


a.. a circunferência da pirâmide, dividida pelo dobro de sua altura, é igual ao número de Ludof, o PI – 3,1416;

a.. a altura da pirâmide de Queóps multiplicada por um bilhão corresponde à distância Terra/Sol = 149.450.000 km;

a.. um meridiano que passe pelo centro da pirâmide divide continentes e oceanos em metades exatamente iguais…

Mas a maior descoberta sobre as pirâmides vem da hipótese de que elas funcionem como um Farol de Alexandria – para astronautas galácticos!De onde teria vindo essa idéia?

Essa hipótese baseia-se no fato de que a pirâmide tem função geradora de radiação energética: foi detectada a penetração dessa radiação a 20 km de profundidade de sua base e, segundo cientistas, é possível que a radiação superior de seu ápice se prolongue até os confins da Via Láctea!

Como os povos antigos, supostos construtores das pirâmides, poderiam conhecer tais informações? Isso só se faz compreensível se admitirmos a passagem de Seres Extraterrestres, com tecnologia muito mais avançada do que a nossa, sobre o planeta Terra…

Para consolidar essa informação, reflita sobre a última grande descoberta a respeito das pirâmides:

a.. as 3 Grandes Pirâmides do Complexo de Gizeh têm seus ápices alinhados, de forma perfeitamente sincrônica, com as 3 Estrelas do Cinturão de Órion – as 3 Marias!

a.. na pirâmide de Queóps, os dutos de ventilação que desembocam na Câmara do Rei, permitem que, a partir do sarcófago de granito vazio em seu interior, se visualize numa determinada época do ano, o Cinturão de Órion por um duto, e a estrela Alpha de Sírius por outro!

Não seria “coincidência” que, para os egípcios, Sírius anunciava a cheia do Rio Nilo – pressagiando um período de abundância e fertilidade? E o fato de que as 3 pirâmides estão proporcionalmente dispostas em relação ao Nilo, da mesma forma que as 3 Marias (Órion) estão em relação à Via Láctea, vistas da Terra?

Sendo assim, podemos concluir que as pirâmides estão longe de serem meros túmulos para os faraós do Egito!

E o que dizer das pirâmides do México, América do Sul, América Central e Índia – todas com características semelhantes?

Uma coisa é certa: as pirâmides continuam colossais, impávidas e silenciosas, esperando que possamos, finalmente, apreender o que elas querem nos dizer, através dos séculos…

Seremos capazes de ouvir?

‘É preciso preparar-se para mais elevados conhecimentos; só assim pode a nova consciência aproximar-se da humanidade.”


Decifrando a Mente de Deus

13 de dezembro de 2013 Comentários desativados

Por que sempre buscamos ver a natureza em ordem?
Somos amantes da regularidade.

O que foge aos padrões da normalidade, o comportamento irregular, inesperado, incontrolável, é sempre visto com censura ou mesmo com medo. Isso é tanto verdade na sociedade quanto na natureza.

 

Quando os primeiros humanos olharam na direção dos céus, perceberam que existiam dois tipos de fenômenos. Os que se repetiam regularmente, como o ciclo das estações do ano, e os inesperados, como o aparecimento de cometas.

 

Reconhecer esses padrões regulares se fez necessário para a nossa sobrevivência como espécie. Se um caçador na floresta via algo que fugia ao normal, logo ficava alerta. Podia ser um predador, um inimigo ou, com sorte, comida. Evoluímos com a capacidade mental de reconhecer padrões.

A matemática nada mais é do que a linguagem que criamos para descrever esses padrões. Na geometria, descrevemos os padrões espaciais, as formas da natureza e as suas simetrias. Na aritmética e na álgebra, lidamos com padrões entre números e suas relações.

Quando Pitágoras criou sua seita no sul da Itália, em torno de 600 a.C., seu objetivo místico-filosófico era a compreensão dos padrões da natureza através da matemática.

 

Para os pitagóricos, tudo era número. A essência do conhecimento começava com a matemática e terminava na descrição da mente do “criador” -da sua criação- como um elaborado mosaico de padrões. O filósofo era quem se dedicava a esses estudos, uma espécie de matemático-sacerdote. É natural supor que, com o desenvolvimento da ciência, essas idéias tenham caído em desuso.

Afinal, nenhum matemático ou físico moderno -ou quase nenhum- se diz um místico em busca de desvendar os segredos matemáticos da mente de Deus. Porém, é talvez surpreendente o quanto essa metáfora ainda é usada, o “desvendar a mente de Deus” como sendo o objetivo final da ciência. Um exemplo recente é o de Stephen Hawking em seu livro “Uma Breve História da Tempo”. Como o dele, existem vários outros. Por que isso?

 

A história é longa demais para uma coluna (estou escrevendo um livro sobre o assunto), mas podemos começar a partir de Kepler. No início de século XVII, ele tentou criar um modelo geométrico do cosmo usando os cinco sólidos platônicos (o cubo e a pirâmide são dois deles). A idéia, meio genial e meio louca, era realizar o sonho pitagórico, obter o padrão geométrico da criação.

Pulando para Einstein, sua teoria da relatividade foi o próximo grande passo. Claro, o modelo de Kepler estava errado e a teoria de Einstein funciona muito bem.

Einstein, influenciado por Spinoza que, por sua vez, foi influenciado por Platão que, por sua vez, foi influenciado por Pitágoras, queria obter uma descrição geométrica do mundo, que ele atribuía à uma inteligência abstrata. Não o Deus judaico-cristão, com certeza. Mas a racionalidade que via manifesta nos padrões do mundo à nossa volta.

Einstein passou as últimas duas décadas de sua vida buscando por uma teoria unificada das forças gravitacional e eletromagnética. Para ele, essa unificação era inevitável, a expressão mais cristalina da inteligência da natureza.

Einstein falhou em sua empreitada, mas outros continuam buscando por essa unificação geométrica, a versão científica da “mente de Deus”.

 

A falta de resultados experimentais indicando a direção certa dificulta muito as coisas. Ou, talvez a natureza esteja tentando nos dizer algo: a ordem que tanto buscamos nela é, na verdade, a ordem que buscamos em nossas vidas.

MARCELO GLEISER é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor do livro “A Harmonia do Mundo”

Click na imagem para conhece-los

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Caldeirão das Feiticeiras

13 de dezembro de 2013 Comentários desativados

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Você mulher inteligente, que sabe ser especial, não pode perder a convenção:
“Caldeirão das Feiticeiras”

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Na Cidade das Estrelas em São Thomé das Letras – MG

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 Ocasião em que grupo de mulheres especiais, como você,
trocarão suas experiências ao redor de um grande caldeirão…

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Serão três dias de muito aprendizado mágicka, de receitas poderosas,
de depoimentos pessoais, de confraternização entre irmãs de alma…

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E a Zelinda estará dando inicio à Alckimia de Iniciação da Alma da Bruxa

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 Só para mulheres….

Dias 18 e 19 de Maio -  Chegada e recepção a partir de 17  de Maio

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Coordenação: Zelinda Orlandi Hypolito

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Investimento: R$ 380,00 (estadia, café da manhã e refeições).
Membro Ativo Imagicklan: R$ 350,00
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Conheça a Cidade das Estrelas: http://www.cidadedasestrelas.com.br/ image9Q3

Maiores informações e reservas: (0xx) (11) 8768.1880 (Beth) – 3813.4123 (Imagick)

ou por e-mail: imagick@imagick.org.br

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O Segredo dos Cátaros

13 de dezembro de 2013 Comentários desativados
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O mesmo século XII que assistiu ao zelo religioso expressado nas cruzadas, foi também, paradoxalmente, uma época de crescente desilusão com a Igreja católica e com as maneiras terrenas do clero. Desde suas origens humildes como uma entre as muitas seitas do Império romano, a Igreja tornara-se uma instituição de riqueza e privilégio. Com freqüência, padres e bispos viviam no luxo, ao mesmo tempo que se entregavam a práticas espúrias tais como perdoar pecados em troca de dinheiro. Em grande parte, foi como reação contra o fausto e o esplendor indecoroso da Igreja que o catarismo se enraizou, primeiramente no norte da Itália, e depois por todo o sul da França.
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Com medo da repressão da Igreja, os primeiros cátaros mantiveram sua fé em segredo. Em pouco tempo, porém, a seita atraiu tantos seguidores, que pôde passar a agir abertamente sob a proteção de senhores feudais poderosos, capazes de desafiar o papa. No sul da França, o catarismo e outro movimento vagamente semelhante, conhecido como waldensianismo, tornaram-se, na prática, as religiões oficiais.
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As teologias cátara e católica estavam em nítido conflito. Do ponto de vista católico, a salvação vinha através do sofrimento físico de Jesus, um ser espiritual que havia ingressado na carne de modo a redimir a humanidade morrendo na cruz. Segundo os cátaros, a redenção da humanidade não vinha da morte de Cristo, e sim do exemplo de vida que levou à terra. Os cátaros negavam também que o mundo físico imperfeito pudesse ter sido criado por um Deus perfeito; tal como os gnósticos e maniqueístas antes deles, os cátaros rejeitavam a visão bíblica da criação e, com efeito, todo o Antigo Testamento. Um cátaro alcançava a salvação mediante o conhecimento da verdadeira origem e destino da humanidade e através da renúncia ao mundo satânico da carne, de uma vida de abstinência e pobreza.
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Ao contrário dos católicos, os cátaros acreditam na reencarnação; se uma pessoa fracassasse em uma vida, alegavam, teria a oportunidade de ter sucesso em outra. Rejeitavam o batismo, a cruz como símbolo, a confissão individual e todos os ornamentos religiosos.Os serviços eclesiásticos eram simples e podiam ser realizados em qualquer parte. Consistiam de uma leitura do evangelho, um sermão breve, uma bênção e a Oração do Senhor. A abordagem “de volta ao básico” da liturgia feita pelos cátaros antecipou a simplicidade de algumas das seitas protestantes de épocas posteriores.
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O catarismo tinha duas classes, ou graus. Os leigos eram conhecidos como crentes. Não se exigia que seguissem as rígidas regras de abstinência reservadas para os perfecti, ou bonhommes (homens bons) eleitos, que formavam a hierarquia da igreja cátara. Qualquer pessoa que desejasse juntar-se aos perfecti, homem ou mulher, teria que enfrentar um período de prova nunca inferior a dois anos. Durante esse tempo, a pessoa renunciava a todos os bens terrenos, vivia comunalmente com outros perfecti e se abstinha de vinho e carne. Para evitar as tentações da carne, os iniciandos não podiam ter qualquer contato com o sexo oposto e faziam um voto de jamais dormir nus. No final do período de prova, o noviço recebia o consolamentum, um rito que combinava características de batismo, confirmação e ordenação, conduzido em público diante de uma grande congregação. Nesse rito, o iniciando respondia a uma série de perguntas feitas por um veterano da igreja, e depois prometia viver uma vida de pobreza, abstinência e obediência a Deus e aos evangelhos.
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A Igreja Católica fez o que pôde para combater a expansão da heresia cátara. Em primeiro lugar, tentou atrair os cátaros de volta ao rebanho despachando missões de catequese formadas por monges cistercianos, lideradas pelo chefe da ordem, o futuro São Bernardo de Clairvaux. Os monges fizeram poucas conversões, e a recalcitrância dos hereges desanimou Bernardo, cujos esforços para alcançá-los foram respondidos por vaias e apupos pelas ruas de Toulouse.
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As regiões cátaras do sul da França estavam sob o controle político do conde Raymond VI de Toulouse, também seguidor da fé cátara. O diálogo entre as autoridades cátaras e as católicas interrompeu-se quando um escudeiro do conde assassinou um enviado especial do papa Inocêncio III a Toulouse.
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O assassinato deixou o papa tão enraivecido que ele, literalmente, não conseguiu falar durante dois dias. Então, ele declarou que os cátaros eram “piores que o próprio sarraceno” (termo cristão para os mulçumanos) e convocou uma cruzada para varrer a heresia de uma vez por todas. Seu apelo foi respondido com presteza por muitos cavaleiros franceses, levados a agir por diversas razões.
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Tratava-se da primeira cruzada dirigida contra o inimigo na Europa, de modo que não exigia nem o tempo, nem as despesas necessárias para uma cruzada na Terra Santa. Também, além da salvação prometida a todos os que se unissem à cruzada por quarenta dias pelo menos, os recrutas podiam contar com a posse dos despojos materiais do território conquistado.
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A cruzada (Albigense) foi lançada em 1209, com vinte mil cavaleiros montados à frente de um enorme exército. Em sua primeira grande vitória, os cruzados tomaram a cidade de Beziers e massacraram quase todos os habitantes, entre eles muitos que se consideravam católicos leais. Quando perguntaram ao legado papal como distinguir entre hereges e católicos, dizem que ele respondeu: “Matem-nos a todos. Deus se encarregará dos seus”.
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Contudo, a fé cátara era forte e as legiões papais enfrentaram um a longa luta. Quase quarenta anos se passaram antes que os cruzados esmagassem a última resistência armada e células secretas de fiéis cátaros sobreviveram por mais meio século. Uma medida do peso do catarismo sobre seus seguidores pode ser vista na disposição destes para o martírio. Milhares de perfecti., diante da opção entre a morte e a conversão ao catolicismo, negaram-se a renunciar a sua fé. Morreram, às vezes de fome, acorrentados às paredes de calabouços, mas em geral queimados publicamente em grandes piras. Diante da perseguição e da tortura, alguns optaram pelo rito cátaro da Endura, uma forma santificada de suicídio pelo jejum.
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Assim, por mais um quarto de século se estenderia esta guerra e em 1243 o arremedo de resistência da região havia cessado quase que completamente. Dentre os pontos que ainda resistiam, o mais importante foi Montségur. Sitiada durante dez meses e resistindo bravamente, capitulou em março de 1244.
Mesmo parecendo exterminado, o catarismo não morreu. Grupos isolados continuaram a exercê-lo influenciando vários outros grupos que depois chegaram ao Languedoc: valdenses, hussitas, adamitas, anabatistas e os camitas, que depois se refugiaram em Londres no início do século XVIII.
Os intelectuais modernos têm por hábito considerar os cátaros como sendo sábios, místicos ou “iniciados” detentores de segredos cósmicos. Isto fortalece o poder de uma lenda que diz respeito a um TESOURO CÁTARO. Entretanto, esta lenda parece ter foros de realidade.
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Naquela época corria a notícia de que os cátaros possuíam um fabuloso tesouro místico, muito mais importante do que a riqueza material. No cerco de Montségur, isto é fato, se tem a notícia de que dois fugitivos, dois perfecti, desceram o monte na calada da noite, arriscando as suas vidas para salvarem um precioso tesouro. Foram bem sucedidos!
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Presumia-se que este fabuloso tesouro estava escondido em Montségur e depois de salvo nunca mais se ouviu comentários a seu respeito. O fato é que pelo menos vinte, dos que vigiavam Montségur e que pertenciam à milícia invasora, tornaram-se perfecti, devido à impressão neles provocada por algo que presenciaram num festival organizado pelos cátaros, numa trégua que lhes foi concedida devido ao seu fornecimento de reféns , para que pudessem comemorar um certo dia 14 de março.
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A história e a religião dos cátaros estão sendo cada vez mais conhecidas. É até possível falar de uma renovação, pois suas idéias estão refazendo seu caminho. Com relação a isso, não há dúvida de que uma releitura do Novo Testamento, à luz da exegese cátara, pode trazer uma nova e bela iluminação à compreensão do cristianismo.
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No alvorecer do terceiro milênio, os cristãos talvez se interessem em buscar nos cátaros algo da essência de sua religião de origem.
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Incubação dos sonhos

12 de dezembro de 2013 Comentários desativados

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O processo de incubação de sonhos consiste em simplesmente executarmos um ritual (umaprática solene) com o fim de conseguirmos contatar o inconsciente de uma formaamistosa, para que ele responda a nossas questões.


Embora os rituais tivessem uma conotação mística  há algum tempo atrás, não há razão alguma para os rejeitarmos hoje em dia, tendo em vista uma abordagem mais psicológica dos mesmos. De acordo comJung (A dinâmica do inconsciente, p. 163):
“Da mesma forma que o meio ambiente assume um aspecto amigável ou hostil para o homem  primitivo, assim também as influências do inconsciente lhe parecem um poder contrário com o qual ele deve conviver, como convive com o  mundo visível. Suas inumeráveis práticas míticas servem a esse objetivo.”

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     Antigamente, era comum as pessoas adotarem rituais simples para terem respostas. Procuravam cavernas, montanhas ou templos como o oráculo de Delfos na Grécia, ou os sacerdotes e sacerdotisas de Mênfis no Egito e  também peregrinavam para lugares santos. Os rituais eram uma forma de comunicação com nosso interior, mas com nosso preconceito acerca das ditas  superstições, acabamos por aprisionar uma boa parte de nossa sabedoria  natural, nossa espiritualidade genuína, original.

     O ritual é uma representação física do nosso desejo em nos comunicar com o outro lado. E funciona de forma mais  efetiva simplesmente porque não é apenas uma apelação intelectual, vazia e fria. Ele envolve um relacionamento e, portanto, emoção e sentimento. Você estará tratando seu inconsciente como um ser, uma outra pessoa. Estará lhe dando um lugar na sua  vida como faria a uma criança, a um animal, a uma planta, ou a um adulto.

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     Segundo Robert A. Johnson (Innerwork – A chave do reino interior), “O ritual é uma faculdade que temos, como os sonhos, que nos capacita a  estabelecer um fluxo de comunicação entre a mente consciente e o  inconsciente”. O estabelecimento  deste fluxo depende e muito da personalidade da própria pessoa, de suas crenças pessoais, de suas convicções e experiências de  vida. Não existe um rito específico que sirva para todas as pessoas em geral, como também não existem normas para se saber o significado de todos os sonhos. Soozi Holbeche, por exemplo, recorria a orações. No seu livro “Como os sonhos podem nos ajudar” (Cultrix) ela conta um caso extraordinário de incubação de sonhos.

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Alguns sonhadores escrevem um pedido que colocam debaixo do travesseiro, outros queimam o mesmo pedido,  outros queimam uma vela enquanto dura  seu sono, outras pessoas, como os usuários do Método Silva de Controle  Mental, bebem a metade de um copo d’água antes de dormir pensando firmemente que estão tomando algum antídoto  que as fará sonhar com a resposta almejada e tomam a outra metade logo depois que acordam. Enfim, não existe uma receita fixa. Depende de você, sonhador, encontrar a opção que melhor se adapte ao seu perfil.

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prosoSONHOS LÚCIDOS

Produção, Controle e Compreensão

Curso gravado em CD ou em áudio MP3

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Nagualismo

11 de dezembro de 2013 Comentários desativados

Nagualismo é um conjunto de conhecimentos práticos que visam aumentar a nossa energia afim de podermos aumentar a nossa capacidade de percepção e de consciência. Tal aumento da energia também promove saúde, bem-estar, magnetismo, sorte ( poder pessoal ) e uma postura forte e equilibrada diante dos desafios da vida.

O termo nagualismo é uma expressão cunhada por Don Juan Matus, mestre de Carlos Castaneda, para definir o conhecimento ligado a linhagem de xamãs-guerreiros do qual faziam parte.

Carlos Castaneda trouxe à publico tal conhecimento, mas o conhecimento que veio à luz é apenas parcela, uma generosa parcela, de uma estrutura bem mais complexa. Em sua obra Poder do Silêncio, Carlos Castaneda nos fala que o nagualismo consiste em 21 cernes abstratos e nessa mesma obra estão delineados apenas 6 cernes. Por aí podemos deduzir a complexidade que envolve o nagualismo.

O conhecimeno prático revelado por Castaneda e suas companheiras, por xamãs como Don Miguel Ruiz, em comparação com outros conhecimentos afins revelam um quadro belo e portentoso. Percebemos nítidas afinidades entre o Nagualismo e o Taoísmo, entre o Nagualismo e o conhecimento do Quarto Caminho, entre o Nagualismo e a filosofia Tântrica, entre o Nagualismo e determinados ramos do Budismo, entre o Nagualismo e Thelema . Reconhecemos também a singularidade do Nagualismo. Em nenhuma outra escola esotérica encontramos por exemplo o conceito de ponto de aglutinação ou a formulação energética do ser humano como uma bolha de luz e energia, pelo menos se formos considerar isso com relação ao conhecimento esotérico que veio de alguma forma à público. A concepção de que o centro de energia do alto da cabeça está sob estado de sítio também é própria da visão do Nagualismo.

Essas semelhanças e singularidades legitimam um conhecimento, pois indicam que iniciados de outras escolas chegaram as mesmas formulações ao percorrerem o caminho e ao fazê-lo perceberam determinadas coisas que os outros não viram ou viram e não se aprofundaram pois o conhecimentto de fato é vastíssimo, infinito mesmo.

Nagualismo vem de nagual. Nagual é uma palavra que tem múltiplos significados.

Pode designar um líder de um grupo de xamãs-guerreiros, líder definido pela sua configuração energética específica. Um nagual é um ser que tem energia extra, duplicada. Enquanto um não-nagual possui uma bolha de energia dividida em dois compartimentos, o nagual possui como que uma bolha de energia dupla, com quatro compartimentos. Por ter energia extra o nagual é naturalmente um líder, pois sua energia permite à ele ou ela uma conexão mais intensa com o Intento. Segundo Don Juan o homem é um nagual apenas por poder refletir melhor o Infinito, mas o elo com o nagual humano é apenas eventual, nosso elo verdadeiro é como o Espírito, com o Abstrato. Contudo é interessante notar como a configuração dupla de um nagual, que sempre vem aos pares, macho e fêmea, espelha o signo do Infinito.

Nagual também é a designação para o Intento, o Abstrato, A Águia, O Infinito, uma força impessoal que permeia todas as coisas expressando-se através de leis cósmicas ou universais, é por si mesma indefinível . O Intento e o Tao parecem ser a mesma força.

Nagual é de outra maneira visto como o outro, o sósia, o corpo energético. O corpo energético é um corpo forjado através da disciplina e que nos permite expressar-nos em outras camadas da cebola, além da realidade comum ou ordinária. No nagualismo o sonho é visto como uma porta para adentrarmos em outras realidades e o veículo para tal viagem de percepção é o corpo energético. No nagualismo existem muitas realidades, o universo é um multiverso , a realidade que vivemos no dia à dia não é a única possível.

O nagualismo de certa forma é  um conjunto de práticas que visam formar um corpo de energia para podermos adentrarmos em outras realidades.

O nagualismo por ser uma disciplina prática ou um conjunto de conhecimentos práticos é um conhecimento aberto a incorporar novidades de acordo com o tempo. É um sistema aberto, vivo , pragmático de conhecimento. Não é uma doutrina ou um conjunto de dogmas. Não é uma religião. Não há Deus ou Deuses a serem adorados ou reverenciados como seres superiores. Há o Intento, o Tao, a Divindade como força da qual todos fazemos parte, da qual somos expressão direta, da qual somos manifestação efetiva. Assim o Nagualismo pode entender a afirmativa thelêmica : Não há Deus além do Homem. Mas o contrário também pode ser verdadeiro: Não há Homem além de Deus.

Nagual também pode significar o desconhecido, em oposição ao conceito de tonal, o conhecido. O tonal é tudo aquilo que pode ser definido, descrito. O nagual é tudo aquilo que foge à descrição, a conceituação. Tonal é a nossa pessoa social, nosso corpo, algo que tem começo e fim. Já o Nagual não tem começo ou fim, é eterno.

Assim o termo nagual é rico em sua abordagem, multifacetado, misterioso, complexo. Interessante é refletir na idéia de que o tonal e o nagual sendo opostos também são complementares e que um emerge do outro. Para onde vai o tonal ou de onde vem o tonal, já que ele tem começo e fim ? Do nagual. O nagual pode tornar-se tonal de certa forma quando o desconhecido torna-se conhecido. Assim um engendra o outro tal como no simbolo do Tao e seus pares de opostos : Yin e Yang.

O Nagualismo e o Taoísmo possuem profundas afinidades. No Nagualismo temos o conceito de agir por agir, agir sem esperar resultados. No Taoísmo temos o conceito de wu-wei ( não-ação ). Encontramos conceitos semelhantes no Budismo e sua ação segundo o dharma e na Karma-Yoga ou Yôga da Ação .

Acreditamos que as tradições afins podem aprender umas com as outras. O Nagualismo e o Taoísmo parecem ter vindo de um tronco comum. Na história da linhagem de Don Juan houve uma nagual chamado Lujan, um artista marcial chinês, que deu grandes contribuições ao nagualismo, associando passes mágicos e a arte macial da tradição oriental ( Kung Fu, Tai Chi, Chi Kung). Qualquer praticante de uma dessas artes nota de imediato à semelhança à ponto de um mestre de Tai Chi certa vez ter me perguntado várias vezes se eu era praticante de Tai Chi em minha primeira aula, tendo apenas praticado Passes Mágicos por 3 anos. O próprio Castaneda estimula a prática de Kung Fu como uma forma do praticante de Tensegridade aperfeiçoar sua arte. O mesmo Castaneda foi certa vez tratado e curado por um mestre em Kung Fu.

Acreditamos que um praticante por ser um ser pragmático e não um seguidor de doutrinas tem muito à ganhar se for capaz de ter a flexibilidade , a fluidez para aprender através de diferentes tradições colhendo aquilo que é útil para atingir a meta da liberdade de percepção através de técnicas que propiciem uma acumulação e canalização da Energia.

O Nagualismo assim é um método prático e aberto que visa aumentar o nosso poder pessoal para irmos além dos limites perceptivos que nos foram impostos. O Nagualismo é incompatível com o fanatismo sob todas as suas formas e incongruente com seguidores em sua dependência dos passos alheios. Alguém que de fato seja um praticante, num processo contínuo de acumulação de energia, nunca poderá ser vítima da armadilha fanática.

O Nagualismo enquanto conjunto de conhecimentos práticos, através do nagual Carlos Castaneda nos apresenta algumas ferramentas para o desenvolvimento do poder pessoal e do incremento de nossa energia :

O Caminho do Guerreiro ( um modo de vida ou estilo de ser )

Tensegridade ou Passes Mágicos

Recapitulação

Caderno de Navegação

Silêncio Interior

Uso dos Pequenos Tiranos

Sonhar

Espreitar

Todas essas ferramentas interagem de uma forma tal a produzir uma transformação pessoal. Deixamos de viver como homens e mulheres comuns, meros escravos da ordem social, para nos tornarmos guerreiros e guerreiras capazes de viver o sonho, o mito da liberdade total. Viver o sonho não é viver um mundo de fantasia, mas sermos capazes de efetuar uma revolução interna, pessoal, uma revolução da percepção, aqui e agora, em nossas vidas, através de atos concretos, atitudes reais, que constroem um tonal forte, um corpo forte, uma mente sadia, uma vida equilibrada, onde a meta é SER livre das amarras que nos foram impostas, amarras feitas de medo, culpa, preocupação com o que os outros vão pensar, conceitos ilusórios, que não nos permitem utilizar o poder incalculável que há em nossas mãos para adentrarmos em outras realidades e não sermos uma presa fácil num universo que o nagualismo compreende como predatório.

O aumento da energia ou da consciência implica em lutas para superarmos nossos limites e sempre que aumentamos nossa força , algo no imenso desconhecido reconhece o aumento e nos coloca em xeque. Isso por exemplo fica claro no Arte do Sonhar de Castaneda quando de seu embate com os seres inorgânicos. Aliás não é à toa que o Nagualismo que também pode ser definido como o Caminho do Guerreiro, tem esse nome. O processo de evolução da percepção é um esforço consciente, que demanda grande luta, disciplina e atenção, um embate feroz para superarmos as nossas fraquezas e limites, mas um embate que mesmo sendo feroz, pois exigente um intento inflexível, também exige fluidez, suavidade e leveza. Um embate feroz que não é uma luta pela moralidade, mas uma luta para desenvolvermos nossas habilidades perceptivas.

O Nagualismo não exige um nagual ou um líder para alcançarmos a liberdade. A exigência fundamental é que sejamos impecáveis em nosso agir, pois o Abstrato é o mestre , o guerreiro, o sonhador e o espreitador supremo. Quando um guerreiro ou guerreira é impecável o Poder abre seu caminho até ele ou ela. Nós já estamos no Nagual, melhor dizendo, de certa maneira nós somos o próprio Nagual, mas saber isso de fato é uma questão de energia e de percepção.

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Rafael Guerreiro Coiote

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Pense e Materialize

10 de dezembro de 2013 2 comentários »

penserePense repetidamente e materialize o que deseja


Pensamentos geram sentimentos, que geram palavras e, conseqüentemente, atitudes.


Embora você não seja somente os seus pensamentos, eles têm uma influência sobre sua vida muito maior do que você possa imaginar. Você pode mudar o seu dia mudando a qualidade de seus pensamentos.

Quanto aos pensamentos negativos, não dá para eliminá-los completamente, mas você poderá diminuir o impacto devastador que eles trazem à sua vida. Para tanto, é necessário que você cultive os positivos e elevados. Enquanto presta atenção no que está pensando, já tem maior autocontrole sobre a energia mental e, consequentemente, sobre o seu dia.

Imagine-se com um rádio que, toda manhã, ao acordar, você liga e escolhe em que estação você quer se sintonizar. Pode escolher captar as mesmas ondas daqueles que estão depressivos, tristes e pessimistas, como você pode escolher captar as mesmas ondas das pessoas bem-sucedidas, felizes e realizadas.

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Pois é exatamente assim que acontece: todos nós, moradores do planeta Terra, estamos constantemente emitindo e captando as energias que ficam no “ar”, que movimentam o universo.Inconsciente coletivo…

Desta forma, é nossa responsabilidade contribuir para a emissão da maior quantidade possível de energias e fluidos positivos. Assim como também devemos estar preparados para nos sintonizar, todos os dias, com as captações positivas.

Baseado nessas verdades, você pode harmonizar o seu dia iniciando-o com uma mentalização positiva. Antes de começar as suas tarefas diárias, sejam elas em casa ou na rua, no escritório ou no seu local de trabalho, construa uma imagem desse dia com acontecimentos agradáveis, com situações satisfatórias e sensações de realização.

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Mentalize tudo o que você gostaria que lhe acontecesse de bom. Imagine-se encontrando as pessoas e cumprimentando-as com alegria. Imagine-se sendo bem recebido por todos onde passar e que as conversas fluem harmoniosamente. Imagine-se resolvendo as pendências sem nenhum obstáculo, obtendo o melhor de cada um que cruzar o seu caminho e levando de si também o melhor para cada um que precisar de você hoje.

Neste dia, você consegue o que precisa das pessoas e também colabora com elas. Sua comunicação é clara e o Universo conspira a seu favor. E lembre-se: essa mentalização é criada em função de seus benefícios, mas nunca com a intenção de desfavorecer ou prejudicar alguém. A mentalização é positiva, visando o bem de todos e, especialmente, a harmonização do seu dia.

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O poder da mentalização positiva pode ser tão grande que, a partir do momento em que você começar a praticar essa visualização, muitas das situações mentalizadas poderão começar a se realizar mais rapidamente.

Talvez, no início, você esteja mais atento aos resultados; com o tempo, as conseqüências desse exercício serão dias mais construtivos e mais satisfatórios e acontecerão tão naturalmente que, talvez, você nem esteja consciente de que contribuiu muito com suas mentalizações.

O que ficará em você é a sensação de que a sua vida está cada vez mais de acordo com aquilo que você deseja. O grande segredo é lembrar que os dias são ciclos preciosos de nossa existência.

positivoCada um deles que vivemos em harmonia é mais um passo em direção a uma vida integrada e feliz.

Adaptado do livro “10 passos para um Dia Feliz”

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