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Os números governam o mundo. Dominndo-os você poderá
controlar toda a sua vida.
O poder mágicko dos números usado como forma de alterar condições, comportamentos e situações que nos desagradam na vida diária.
Muito que um curso de numerologia, leva o conhecimento númerico
aos seus mais altos níveis.
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Vivemos todos imersos num mar de vibrações. Este teclado que agora você tem em suas mãos, aparentemente está imóvel, inerte, estático... Porém, em suas entranhas vibram freneticamente miríades de elétrons, numa agitação perpétua, maravilhosa e brutal. Bem diante de seus olhos átomos pulsam e interagern segundo as leis rígidas da física, de tal maneira que lhe dão a ilusão da forma, da cor e da estabilidade. Neste preciso instante, no mouse que você segura, bem entre seus dedos, está todo um universo... vivo, pleno, atuante...
Vibrações fazem parte e são a própria estrutura da vida e das formas neste mundo físico. Estamos todos sujeitos às suas leis, silenciosas e eternas.
Sabemos. que as vibrações manifestam-se em freqüências e que estas podem ser expressas pelos números.
Talvez, o que mais diferencia um ser humano de um animal, seja a sua capacidade de compreender os números.
Desde os mais remotos tempos, os homens vem buscando desenvolver suas aptidões interiores buscando compreendê-los. Foi um longo caminho. Contudo, houve um instante mágico na história, em que a consciência humana vislumbrou a força e o poder contido neles. Então os milagres, que estavam circunscritos ao poder único dos deuses, tomaram-se possíveis também para os homens. Coisas que eram até então impraticáveis, de repente puderam tomar forma e, mais que isto, se manter, pois estavam apoiadas na perfeição matemática e na estrutura da lógica aritmética.
Os grandes sábios do passado veneravam os números e compreendiam as suas características intrínsecas.
Infelizmente, os homens hoje esqueceram-se totalmente do sentido interior dos números. Perderam os ouvidos para o seu significado verdadeiro e profundo.
Diz o "Caibalion": "Tudo é duplo; tudo tem pólos; tudo tem seu oposto".
Existe o homem e existe a mulher. Existe o dia e existe a noite. Existe o feio e existe o belo. O calor e o frio são os pólos daquilo que chamamos temperatura. Sem um, jamais existiria o outro. Sem o mau não existiria o bom. Sem as trevas não existiria a luz... Neste plano tempo espaço que vivemos tudo tem seu polo oposto, tudo tem a sua contraparte.
Porém, quando falamos dos números, na maioria das vezes nos referimos a eles em termos quantitativos: Quantos anos você tem ? Quanto você ganha ? Quanto tempo você demorou para ler esta apostila até este ponto ?
São perguntas próprias dos dias que vivemos. Nós, homens modernos, só pensamos nos números em termos de quantidade, nos esquecemos completamente do outro polo, a qualidade dos números.
Experimente perguntar a alguém quando nasceu. Esta pessoa logo lhe dará como resposta uma data bem específica, tipo: 2O de outubro de 198O, às 18 horas e 1O minutos. Uma resposta quantitativa. Mas, no exato momento em que esta pessoa nascia, uma onda morria suavemente nas areias brancas da praia ensolarada de Wion KI Fu, no Arquipélago de Niho-Auan, formando um intrincado desenho em sua superfície; ao mesmo tempo, numa praça florida de Roma, envolta por uma suave fragrância de rosas, uma pomba pousava sobre um chafariz de mármore; na Bahia, num ritual de sangue, uma galinha era sacrificada por um terrível feiticeiro e no céu as estrelas formavam uma determinada configuração. Estes aspectos marcam a qualidade do momento em que esta pessoa nasceu.
Assim, para que possamos compreender devidamente os números precisamos conhecer as suas duas faces: quantidade e qualidade.
A matemática estuda a primeira faceta e a numerologia estuda a segunda.
A numerologia sempre fez parte massa de conhecimentos transcendentais pertencentes à Doutrina da Tradição. Porém, a forma que a conhecemos hoje se deve a uma figura lendária, que viveu num tempo muito especial, quando estranhos fatos conturbaram a face do planeta.
Foi no sexto século antes de Cristo, ocasião em que terríveis acontecimentos tiveram lugar quase que simultaneamente: O Templo de Salomão foi totalmente destruído e os judeus levados em cativeiro; os persas invadem o poderoso império egípcio e conquistam a lendária Babilônia. O mundo sofre, em seus mais profundos alicerces, surpreendentes e radicais transformações materiais e espirituais.
Esta foi mesmo uma época muito especial, quando as estruturas foram derrubadas, deixando espaço aberto para o florescimento de uma nova maneira de pensar e abrindo as portas para que grandes mestres de sabedoria encamassem, em vários pontos do globo, trazendo uma mesma mensagem de conscientização e espiritualidade aos seres humanos, porém, revestidas por uma roupagem diferente.
Foi assim que tivemos na China a sábia presença de Lao-Tsé. Foi também assim que em pleno coração da índia, bem às margens do Rio Ganges, nesta época, ensinava Xáquia Múni, considerado o último Buda. Ao mesmo tempo, na região que hoje é conhecida por Itália, Numa Pampilho organizava a religião, introduzindo os Deuses Sabinos e criando o calendário sagrado.
Pois foi exatamente neste tempo de mudanças radicais que nasceu na Cidade de Samos, na Grécia, um ser possuidor de um espírito indócil e inquiridor. Ficou conhecido pelo nome de Pitágoras. Ele possuía uma insaciável sede de saber. Ainda muito jovem, tomou-se discípulo de Anaximandro, com quem apreendeu as possibilidades de investigar e compreender o universo. Mas, insatisfeito com os estreitos limites do conhecimento que estavam ao seu alcance imediato, abandonou seu país e percorreu todo o mundo antigo, desde o misterioso Egito, até os mais distantes confins da Ásia e da África (passando inclusive pela Babilônia), absorvendo avidamente todos os ensinamentos possíveis. Tudo a ele interessava: política, geografia, astronomia, costumes, religião, magia, música, ciência ou esoterismo. Nada lhe escapava. Foi assim que adquiriu toda sabedoria dos arcanos da antiga magia do oriente, compreendeu e participou das mais secretas iniciações egípcias e, dos judeus cativos, recebeu a tradição oculta da Cabala.
Depois de muita peregrinação, retomou à Grécia. Baseado na profusão de conhecimentos que adquiriu em suas viagens, montou uma academia onde formulou, de acordo com o pensamento ocidental, a sua própria filosofia.
Ela apoiava-se em dois princípios fundamentais: primeiro na imortalidade da alma e segundo, na crença de que a salvação dos homens estava na descoberta das relações numéricas responsáveis pela harmonia do cosmo.
A sua academia logo pegou faina e cresceu, muitos jovens foram atraídos pelos seus ensinamentos.
Porém, seus discípulos, banhados pela luz dos novos conhecimentos, logo tornaram-se também participantes ativos da política regional e como compreendiam o mundo de maneira diversa dos demais, terminaram provocando uma revolta conhecida como dos "Crotonenses". Para não ser morto pelos senhores do poder, Pitágoras foi obrigado a abandonar a cidade de Crotona e refugiar-se no Metaponto, no Sul da Itália. Lá fundou uma espécie de escola iniciática onde transmitia, a adeptos rigorosamente selecionados, ensinamentos que deviam ser guardados dentro do mais absoluto segredo.
Pitágoras dizia que as estrelas e os planetas, como corpos vibratórios, emitiam sons, a que chamou de "Música das Esferas". Relacionou às razões numéricas e geométricas todos os fenômenos naturais, a harmonia musical e as qualidades tonais.
Foi ele quem desenvolveu e nos legou os ensinamentos que tomam hoje possível o estudo e a prática da numerologia, revelando a significação quantitativa e mística dos números, advertindo que os dígitos do 1 ao 9 representam todos os princípios universais no plano cósmico e, num plano menor, marcam as características e faculdades a que estão sujeitos os indivíduos.
A função da numerologia pitagórica é dar às pessoas a possibilidade de se conhecer melhor, de saberem as razões dos vários acontecimentos de suas vidas e quais as possibilidade de alcançarem o tão almejado sucesso nesta existência. Descortina, para o ser humano, novos horizontes, mais amplos e arejados, mostrando as suas reais potencialidades e quais os caminhos mais suaves para realizar o seu plano maior.
Friedrich-Wilhelrn Nietzsche, o genial filósofo alemão do século dezenove, dizia que a música é o exercício oculto de aritmética e do espírito que não sabe calcular.
Os pitagóricos,
diziam a mesma coisa a respeito do universo. Porém, não podiam
dizer "Quem" foi responsável por tão maravilhoso cálculo.
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A Evolução é
a lei da Vida.
O Número é a lei do Universo. A Unidade é a lei de Deus. Pitágoras
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